Roberto Mesquita critica serviços prestados pela Coelce
Dep. Roberto Mesquita (PV)Foto: Máximo Moura
Zezinho Albuquerque aponta preocupação de prefeitos com redução de chuvas
Pres. Zezinho Albuquerque (Pros)Foto: Paulo Rocha
Alvaro Dias pede à Petrobras que não feche usina de xisto betuminoso no Paraná

O senador Alvaro Dias (PV-PR) apelou nesta segunda-feira (15) à Petrobras para que não feche a Usina de Xisto de São Mateus do Sul, no Paraná, que pode ter suas atividades interrompidas por questões de economia. Segundo o senador, a usina não é deficitária e pode se constituir em importante instrumento de superávit para a Petrobras. Alvaro Dias disse que a usina está sediada sobre as maiores reservas mundiais de xisto e que sua produção atende não só ao Paraná, mas também São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Lá, são extraídos petróleo e gás do xisto betuminoso, numa produção de aproximadamente de 8 mil barris por dia. “E esta produção pode ser ampliada”, reforçou o senador.
Segundo Alvaro Dias, o fechamento da usina de xisto provocaria sérios problemas para São Mateus do Sul e o Paraná. Um deles, o desemprego, pois a unidade gera mil empregos diretos e 3 mil indiretos. No plano econômico, sua desativação geraria uma grave perda de receitas, já que os impostos que recolhe representam 48% das receitas municipais. — O fechamento da usina seria uma tragédia para toda a região sul do Paraná, com reflexos que transcende as fronteiras estaduais. A sua extinção é inaceitável. Nosso apelo para que as atividades desta usina de xisto de São Mateus do Sul não sejam interrompidas, que essa usina possa continuar. Agência Senado
Fernando Hugo comenta editorial do Diário do Nordeste sobre educação
Dep. Fernando Hugo (SD)Foto: Máximo Moura
Capitão Wagner pede CPI do Narcotráfico na Assembleia
Dep. Capitão Wagner (PR)Foto: Máximo Moura
Zezinho Albuquerque destaca chuvas no Estado e amenização da seca
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Pres. Zezinho Albuquerque (Pros) Foto: Máximo Moura>>
NAUMI AMORIM RECPCIONA GOVERNADOR

A Assembléia Legislativa retomou hoje os trabalhos legislativos depois do recesso parlamentar. O deputado estadual Naumi Amorim, que fez parte da comitiva de recepção ao governador Camilo Santana, não esconde a satisfação de estar de volta para exercer seu segundo ano como parlamentar. Para ele, este será ano de retomada do crescimento econômico para o Brasil e o Ceará, principalmente porque estamos vivenciando um início de ano com muitas chuvas no interior do Estado e isso o deixa muito esperançoso. Naumi se mostra muito feliz com o carinho dos amigos e eleitores, uma vez que no último dia 30 de janeiro, data do seu aniversário, recebeu uma calorosa homenagem no Centro de Caucaia, sendo prestigiado por centenas de pessoas que cantaram parabéns e o presentearam com um bolo. Ao deputado desejamos muitas felicidades e que este ano seja de muitas realizações. COM ASSESSORIA.
De saída do cargo, líder do PT critica relação de Dilma com o Congresso
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff decidiu levar pessoalmente, nesta terça-feira, 2, sua mensagem ao Congresso Nacional na abertura do ano legislativo de 2016. Antes da cerimônia,entretanto, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), defendeu posicionamentos que a presidente faria no discurso minutos mais tarde, mas também não poupou críticas à relação de Dilma com o Congresso. Depois de três anos na liderança do partido, Costa deve deixar o cargo em breve.
Costa afirmou que a vinda da presidente ao Congresso para a cerimônia de abertura no ano legislativo foi um "gesto positivo", mas que a questão não se resolve "apenas com gestos e palavras, é preciso que haja ações concretas".
O senador petista cobrou maior articulação entre governo e Congresso e criticou vetos da presidente. "Em 2015, tivemos votações de MP construídas em acordos políticos no Congresso sendo vetadas lá no Palácio. É um tipo de coisa que temos que aperfeiçoar", cobrou. Segundo o líder, a articulação melhorou com a presença dos ministros Jacques Wagner (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), mas que este é um processo "permanente" que precisa ser aperfeiçoado "o tempo inteiro".
Dilma pede “contribuição” na volta do Congresso

Na mensagem do Executivo que leu na abertura dos trabalhos do Legislativo nesta tarde, a presidente afirmou que "o Brasil precisa da contribuição do Congresso Nacional" para superar a crise; ela foi aplaudida quando defendeu que não sejam retirados benefícios em uma necessária Reforma da Previdência e vaiada quando defendeu a volta da CPMF, segundo ela a "melhor solução" neste momento para o equilíbrio das contas públicas; "Conto com o Congresso Nacional para podermos, em parceria, estabelecer novas bases para o desenvolvimento do país, sem retroceder nas conquistas", disse; Dilma Rousseff detalhou o avanço dos programas do governo e pediu uma ação coletiva no combate ao Aedes aegypti. BRASIL 24-7
No Congresso, Dilma é vaiada ao defender CPMF

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff foi vaiada na tarde desta terça-feira ao defender no plenário do Congresso a recriação da CPMF. O barulho provocado por dezenas de parlamentares levou o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), a acionar a campainha para que Dilma pudesse continuar a falar. Parlamentares da oposição seguravam cartazes de "Xô CPMF". — Não podemos prescindir de medidas temporárias. As propostas são a prorrogação da CPMF e a Desvinculação de Receitas (DRU). Debateremos o quanto for necessário com o Congresso e com a sociedade. Mas peço quem levem em conta a excepcionalidade do momento, dados e não opiniões. É a melhor opção disponível no momento. Em favor do Brasil. A CPMF é a ponte necessária entre a urgência do curto prazo e a necessária estabilidade fiscal do médio prazo — disse Dilma, sendo vaiada pela oposição.
Dilma fez questão de dizer que a CPMF terá caráter provisório. — A CPMF é provisória. Aqueles que são contrários à CPMF afirmam que a tributação tem crescido — afirmou.
Um boneco inflável com a caricatura do ex-presidente Lula com roupa de presidiário também foi apresentado por parlamentares no plenário. Diante das reclamações, a presidente continuou lendo, mas demonstrou certo nervosismo nas linhas seguintes. Ao iniciar seu discurso, Dilma Rousseff disse que é preciso ter uma "parceria com o Congresso" e prometeu adotar um limite para os gastos públicos e ainda uma meta fiscal flexível. Dilma ainda defendeu a reforma da Previdência.
— Vamos apresentar uma proposta exequível para todos os brasileiros. Não vamos e não queremos retirar qualquer direito dos brasileiros e das brasileiras — disse Dilma.

