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Filho de Machado também faz delação

BRASÍLIA - O filho caçula do ex-presidente Transpetro Sérgio Machado também fez acordo de delação premiada. Expedito Machado Neto, conhecido como Did, resolveu colaborar com a Justiça após a Operação Lava Jato identificá-lo como operador financeiro da cúpula do PMDB do Senado. Morador de Londres, Did controla um fundo de investimento na capital da Inglaterra.

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Filho de Lula recebeu cerca de R$ 10 milhões

NETO6847 - ITU - SP - 08/01/2010/ TREINO CORINTHIANS / ESPORTES / JT / OE / Treino Corinthians no "Spa Sport Center" na cidade de Itu interior paulista, pré Temporada 2010, na foto preparador fisico Lulinha ( filho do pres. Lula) . FOTO ERNESTO RODRIGUES/AE.

Luís Cláudio Lula da Silva, o Lulinha. FOTO ERNESTO RODRIGUES/AE.

Ao analisar os dados do sigilo bancário de Luís Cláudio Lula da Silva, o caçula do ex-presidente Lula, a Operação Zelotes descobriu que ele e sua empresa, a LFT Marketing Esportivo, receberam quase R$ 10 milhões. Até agora, se sabia que Luís Cláudio embolsara R$ 2,5 mi da Marcondes & Mautoni, acusada de comprar medidas provisórias. Na verdade, foram perto de R$ 4 mi. O resto veio de “outras fontes suspeitas”. Os investigadores querem saber qual trabalho foi prestado para resultar no recebimento dos demais valores. A quebra dos sigilos de Luís Cláudio e da empresa dele abrange o período de 2009 a 2015. A LFT foi constituída em 2011. Uma das linhas da investigação é saber se Lula indicou empresas para contratar a firma do filho. O petista também é alvo da Zelotes. A empresa de Luís Cláudio não tem funcionários registrados, apesar dos valores milionários que recebeu, nem ele expertise em consultoria. O trabalho para a Mautoni foi copiado da internet. Além das suspeitas sobre compra de medidas provisórias editadas por Lula e Dilma, a Zelotes investiga suposta propina na compra dos caças Gripen, da fabricante sueca Saab, pelo governo Dilma. Procurada, a assessoria de Luís Cláudio alegou que não localizou os advogados e que teve pouco tempo para comentar o assunto.

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O delator araponga - ISTOÉ

Depois de eleito senador pelo PSDB, presidir a Transpetro apadrinhado pelo PMDB e abençoado pelo PT por longos 12 anos e ser apontado pelo Ministério Público como o responsável por esquemas que desviaram dos cofres públicos mais de US$ 240 milhões, Sérgio Machado passou por uma simbiose. Aproveitou-se do trânsito fácil pelas cúpulas dos principais partidos do País para negociar uma delação premiada com características bem diferentes daquelas que veem impulsionando a operação Lava Jato. Machado se transformou em uma espécie de agente infiltrado. Um delator bomba. Entre o final de fevereiro e o início de abril, o executivo de 69 anos manteve encontros com caciques do PMDB levando consigo um equipamento eletrônico que, além de gravar os diálogos, permite que as conversas sejam ouvidas em tempo real por agentes da Lava Jato, estrategicamente posicionados em um carro estacionado próximo aos endereços visitados. Dessa maneira, ele gravou mais de seis horas de conversas com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB- RR) e o ex-presidente José Sarney. Nos diálogos até agora divulgados, Machado procura envolver os interlocutores em uma suposta trama para tentar barrar as investigações comandadas pelo juiz Sergio Moro, enredar ministros do Supremo Tribunal Federal e relacionar líderes do PSDB e do PMDB a propinas na Petrobras.

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Vazamento dos áudios de Jucá preocupa Lava-Jato

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O delegado de crimes econômicos e ordem fiscal, Igor de Paula 27/01/2016 - Geraldo Bubniak / O Globo

CURITIBA - O coordenador da força tarefa da Operação Lava-Jato na Polícia Federal, o delegado Igor Romário de Paula, afirmou que a divulgação dos áudios contra o ex-ministro do Planejamento e senador, Romero Jucá, atrapalham as investigações. Durante a coletiva da 30ª fase da operação, batizada de “Vício”, realizada na manhã desta terça-feira, o delegado disse ainda que as interferências políticas sobre a Lava-Jato preocupam a força-tarefa. Até o momento, segundo, Igor de Paula, o novo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, não interferiu nos trabalhos.

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Gilmar Mendes vai presidir turma do STF que julga Lava Jato

Gilmar Mendes vai presidir turma do STF que julga Lava Jato

  Raphael Ribeiro - 11.mai.2016/Folhapress  
O ministro Gilmar Mendes, que comandará a segunda turma do STF (Supremo Tribunal Federal)
O ministro Gilmar Mendes, que comandará a segunda turma do STF (Supremo Tribunal Federal)

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Lula pede que STF reconheça que foi ministro de Dilma

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo que o tribunal reconheça que o petista foi ministro da Casa Civil do governo Dilma por quase dois meses e as "consequências jurídicas" dessa situação. Se o pedido for acolhido, a defesa pode abrir brecha para questionar atos do juiz Sergio Moro do Paraná, como a divulgação dos grampos em que aparece falando sobre a posse com a presidente afastada Dilma Rousseff.

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A Justiça e os ‘blogueiros’ - O ESTADO DE SP

Na mesma semana em que começou o 5.º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais, em Belo Horizonte, com a presença da presidente afastada Dilma Rousseff prevista na programação, a juíza Camila Rodrigues Borges de Azevedo, da 16.ª Vara Civil de São Paulo, rejeitou uma ação de indenização impetrada por um dos blogueiros mais simpáticos à presidente afastada contra o site Consultor Jurídico, especializado em questões legais.

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Sistema de Justiça criminal deve funcionar diante de corrupção sistêmica

Passados mais de dois anos do início da fase ostensiva da assim denominada operação "lava jato", o momento é propício para algumas reflexões baseadas nos casos já julgados. Tais reflexões não se aplicam necessariamente aos casos ainda pendentes de julgamento, já que, no processo penal, há situações particulares, e a responsabilidade criminal é sempre dependente de provas específicas.

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Manter licitação com apenas um empresa é improbidade administrativa

A manutenção de processo de licitação, por meio de carta convite, com apenas uma empresa, depois que duas concorrentes foram excluídas por problemas de documentação é fraude. Por essa razão, juiz Rubens Petersen Neto, da 2ª Vara Cível de Tatuí, cassou o mandato do prefeito José Manoel Correa Coelho, o Manu (PMDB), e determinou a suspensão de seus direitos políticos por oito anos.

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Garota de programa pode cobrar na Justiça por serviço que não foi pago

Profissionais do sexo têm direito a proteção jurídica e, em razão disso, podem cobrar por esse tipo de serviço em juízo. Com esse entendimento, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça concedeu um Habeas Corpus a uma garota de programa acusada de roubar um cordão folheado a ouro de um cliente que não quis pagar.

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