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PF conclui um dos inquéritos da Lava Jato e pede indiciamento de deputado

A Polícia Federal indiciou o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE) e um ex-assessor dele pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos inquéritos da Operação Lava Jato.

Anibal Gomes (PMDB-CE) (Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados)O deputado federal Anibal Gomes (PMDB-CE)
(Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados)

Os documentos foram enviados para o Supremo Tribunal Federal no início desta semana e tornados públicos nesta sexta (3).

O indiciamento torna o suspeito formalmente um investigado e só pode ser efetivado por um ato policial.

O inquérito de Anibal Gomes – no qual também é investigado o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) – é um dos 44 da Operação Lava Jato que tramitam no Supremo Tribunal Federal.

Ao G1, o deputado Aníbal Gomes contestou as acusações a ele. “Vou provar que nada disso existe. A Polícia Federal fez o trabalho dela: indiciou. No momento oportuno, eu vou mostrar que nada daquilo é verdade”, afirmou Gomes, que está afastado das atividades parlamentares por licença médica devido a duas cirurgias na coluna.

 

Agora, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai analisar o material e decidir se denuncia ou não Aníbal Gomes por crimes. Se denunciar, o Supremo terá que decidir se ele se tornará réu em ação penal.

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Governo Lula e Dilma deram rombo de R$ 1.5 trilhão Banco do Nordeste

BNB CE

 

Uma organização criminosa formada por servidores públicos e donos de empresas de “fachada” do ramo de energia eólica praticou a maior fraude já ocorrida no Ceará, causando prejuízos que podem chegar à cifra de R$ 1,5 trilhão nos cofres do Banco do Nordeste, em Fortaleza, nos últimos três anos.  Apesar de investigações que são realizadas conjuntamente pelos Ministérios Públicos Estadual (MPE) e Federal (MPF), além da Polícia Federa (PF), os acusados de integrar a quadrilha permanecem impunes e com toda a dinheirama.

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Delator diz que entregou ao menos R$ 70 milhões a Renan, Sarney e Jucá

OPERAÇÃO LAVA JATO
PF investiga esquema de corrupção

 

 

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que assinou acordo de delação premiada na Operação Lava Jato, contou aos investigadores que arrecadou e pagou pelo menos R$ 70 milhões a integrantes da cúpula do PMDB.  Sérgio Machado afirmou que pagou ao presidente do Senado, Renan Calheiros, cerca de R$ 30 milhões. Para o ex-presidente da República e senador José sarney, Machado relatou a entrega de cerca de R$ 20 milhões. Machado citou ainda que entregou outros R$ 20 milhões ao senador e ex-ministro Romero Jucá (PMDB-RR).

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Delator revela desvio de dinheiro em contrato da Presidência para pagar dívida da campanha de Dilma

Giles Azevedo, num escritório do PT em Brasília, durante a campanha de Dilma à Presidência, em 2010. Os dois são amigos há duas décadas, desde os tempos em que militavam no PDT (Foto: Alan Marques/Folhapress)

O empresário Benedito Oliveira Neto, o Bené, investigado naoperação Acrônimo da Polícia Federal, disse em sua delação premiada que o ex-chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseffusou um contrato do Palácio do Planalto em 2015 para quitar dívidas da campanha presidencial de 2010.

Essa é a primeira vez que a Polícia Federal obtém evidências de que o Planalto comandado por Dilma desviou dinheiro público da Presidência da República para quitar caixa dois de campanha. Segundo Bené, a operação,  coordenada no gabinete presidencial, transcorreu entre 2014 e 2015, em meio às investigações da Lava Jato e da própria Acrônimo. ÉPOCA teve acesso a parte dos depoimentos de Bené prestados à Polícia Federal em sua delação, que serão usados para a abertura de novos inquéritos.  Bené está preso pela PF e é acusado de ser o principal operador de Fernando Pimentel, ex-ministro de Dilma e atual governador de Minas.

>>Pimentel é chefe de quadrilha e recebeu R$ 1 mi em propina, diz PF

Segundo o empresário, Gilles de Azevedo, assessor mais próximo de Dilma, atuou para que o Planalto pagasse dívidas da campanha com a agência de comunicação Pepper, responsável pelo pleito de Dilma em 2010. 

Bené contou aos investigadores que o governador de Minas confidenciou a ele que a Pepper vinha pressionando, desde 2014, para que fossem saldadas dívidas de campanha. Foi então que Gilles de Azevedo trouxe uma solução, segundo Bené _ e a solução foi pagar com dinheiro do Planalto.

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Contador que abria offshores para CAOA aponta pagamento de R$ 300 mil para Gamecorp

Em delação premiada na Lava Jato, Roberto Trombeta confessou ter emitido em 2012 notas da montadora para empresa do filho mais velho de Lula, Fábio Luis, sem comprovação de prestação de serviços ou contrato

Fábio Luis Lula da Silva, filho mais velho do ex-presidente, dono da Gamecorp. Foto: Estadão

Fábio Luis Lula da Silva, filho mais velho do ex-presidente, dono da Gamecorp. Foto: Estadão

Responsáveis pela abertura de offshores do Grupo CAOA, os delatores da Operação Lava Jato Roberto Trombeta e Rodrigo Morales confessaram aos procuradores da República que, em 2012, a montadora pagou R$ 300 mil para a Gamecorp, empresa do filho mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luiz, o Lulinha, sem comprovação de “execução de serviços, contratos e/ou relatórios que acompanhassem tais pagamentos”.

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Um ano depois, a abertura da caixa-preta da Odebrecht

“Deve vir à tona nos próximos dias, finalmente, a mais aguardada e a mais negociada delação premiada da Lava-Jato. Depois de um jogo duro por parte da defesa e do Ministério Público,Marcelo Odebrecht fechou o roteiro do que pretende revelar. Como esticou a corda demais, o herdeiro da maior empreiteira do país está tendo de entregar os anéis e os dedos.

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Banqueiro indiciado é vestígio de um novo país

Até bem pouco, nenhuma revelação abalava o prestígio de uma eminência empresarial no Brasil. Mesmo quando apanhados de mau jeito, os empresários continuavam fornecendo matéria-prima às colunas sociais, publicando artigos nos cadernos de economia e distribuindo conselhos a presidentes da República e ministros. Ao indiciar na Operação Zelotes o presidente do Bradesco, Luiz Trabuco, a Polícia Federal oferece mais um vestígio de que algo de muito novo sucede no país: o braço punitivo do Estado tornou-se mais longo e menos seletivo.

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A outra queda de Dilma

O PT realista sabe que essa conversa de volta de Dilma é pura lorota. Mas sempre há alguns tolos entusiasmados. O ânimo do QG da Restauração esfriou bastante com a confirmação da notícia de que Marcelo Odebrecht assinou o acordo de delação premiada. Ninguém sabe exatamente quantos tombarão com Dilma, mas se dá como certo de que será a sua segunda queda. Para começo de conversa, o que não vai resistir às revelações será o financiamento de sua campanha. Mas isso não atinge também Michel Temer, já que ambos compunham a chapa? Será uma tarefa para o TSE. Os comitês financeiros eram distintos, e Temer não tinha como saber como operava, por exemplo, Edinho Silva. REINALDO AZEVEDO

Petrobras vai ter que pagar ao MA compensação ambiental de refinaria

 A Justiça determinou nestasegunda-feira (30) que a Petrobras pague, em um prazo de 15 dias, ao Maranhão as parcelas restantes referentes à compensação ambiental da construção da Refinaria Premium 1, em Bacabeira (MA). A condenação da Petrobras totaliza R$ 53,7 milhões. A decisão visa reverter impactos ambientais já produzidos pela instalação interrompida da refinaria no Maranhão

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