O fim da era do petróleo?
O presidente da França, François Hollande, no seu discurso de encerramento da conferência de Paris sobre o clima, declarou que “o mundo mudou, entramos na era do baixo carbono, um movimento poderoso e irreversível”. Em outros pronunciamentos foi ainda mais enfático ao afirmar que os resultados positivos da conferência marcavam o início do fim da “era do petróleo”. O presidente Hollande, na realidade, não estava dizendo nada de novo ou que não fosse de conhecimento dos analistas da área de energia ou das empresas produtoras de petróleo: o consumo nos países industrializados está caindo e desde 2005 já caiu cerca de 10%. O consumo mundial só continuou a crescer nos países em desenvolvimento, principalmente na China, mas em proporção menor do que no passado.
Nem mesmo a violenta queda do preço do petróleo estimulou o seu consumo. A expectativa da Arábia Saudita de “quebrar” os produtores de petróleo nos Estados Unidos com base na exploração do xisto não se materializou e o país árabe está enfrentando um déficit de quase US$ 100 bilhões anuais no seu orçamento, o que representa mais de 10% do seu produto nacional bruto.
A verdade do impeachment
A estratégia governista para enfrentar o pedido de impeachment é fugir dos fatos. Difundido nas redes sociais, sob as bênçãos do Palácio do Planalto, um documento preparado para munir a militância petista de argumentos em defesa do mandato da presidente Dilma nada mais faz do que desviar a atenção do que realmente importa – a responsabilidade da presidente Dilma Rousseff por atos ilícitos. “Construído em consenso por diversos atores políticos” – assim diz o texto –, o documento “demonstra porque o impeachment de Dilma é frágil.” Não é essa, no entanto, a conclusão a que se chega após sua leitura.
Como primeiro ponto a ser difundido pela militância, o governo federal tenta vincular o pedido de impeachment ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados. Trata-se da primeira falácia. O impeachment não nasceu da vontade de Cunha, como se fosse um ato de vingança pessoal do presidente da Câmara contra a presidente da República.
Em seu trabalho, Ferrari obteve resultados semelhantes da Venezuela ao Japão, passando por Itália e EUA. A procrastinação, então, seria um “problema universal”, e não vinculado a uma cultura.
Ex-senadora Marina Silva disse neste domingo que a presidente Dilma Rousseff levou o presidencialismo de coalizão "ao fundo do poço"; "O presidencialismo de coalizão está no fundo do poço. Começou com duas figuras fortes, que conseguiram implementar suas agendas, os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula, principalmente em seus primeiros mandatos. Mas com uma pessoa que não tem liderança própria no processo político, esse presidencialismo não consegue bases para se recompor. É um presidencialismo de confusão e desmoralização", disse Marina. PORTAL BRASIL 247
Procrastinação pode causar estresse e depressão, dizem especialistas

RIO — “Fica pra depois”, “amanhã eu consigo”, “faço mais tarde”. Na era das novas tecnologias, com suas tantas distrações, a frequência com que usamos estas expressões cresce em velocidade sem precedentes. Mas as pessoas que param seus afazeres para navegar na web, bater papo no WhatsApp ou jogar videogame provavelmente não sabem que a tal da procrastinação pode fazer muito mal à saúde, levando uma parte de seus adeptos a desenvolver desde problemas como insônia e estresse até mesmo depressão e dependência química.
Segundo especialistas ouvidos pelo GLOBO, o “deixar para amanhã” pode afetar a vida acadêmica, o rendimento no trabalho e até as finanças. Por tudo isso, tornou-se um traço da sociedade intensamente estudado. Uma pesquisa recente da Universidade de Bielefeld, na Alemanha, por exemplo, com 2 mil estudantes, verificou que alunos procrastinadores têm mais chance de adotar “conduta inapropriada”, como colar, mentir ou até falsificar dados para compensar o tempo perdido.
Petrobras decide fechar refinaria no Japão, cuja compra se assemelha à de Pasadena

No apagar das luzes de 2015, o conselho de administração da Petrobras deu o atestado de óbito para (mais) um dos péssimos negócios feitos na era lulista da estatal: decidiu fechar de vez no dia 31 de março a refinaria de Nansei, erguida na ilha de Okinawa, no Japão. A compra foi aprovada em 2007 e tem a mancha do dedo podre de Nestor Cerveró, então diretor internacional da gestão José Sérgio Gabrielli. O negócio guarda alguma semelhança com o escândalo de Pasadena. Como em Pasadena, o conselho de administração, presidido à época por Dilma Rousseff, recebeu um resumo com informações marotas sobre o negócio. O texto, assinado pelo notório Cerveró, omitia vários alertas feitos por técnicos da Petrobras.
Tudo vai dar certo...
Esta mensagem é para alegrar você e lhe dar forças para enfrentar esta fase que está sendo tão difícil de encarar. Faça de seus pensamentos a força de que está precisando. Esqueça as coisas ruins e limpe a mente cultivando somente bons pensamentos. Acredite no sucesso total, não imagine obstáculos na sua mente.
Tudo que uma pessoa é capaz de planejar, ela é capaz de realizar. Tenha fé, otimismo e ação. Sua vida só você a vive, portanto goste mais, acredite mais, e seja mais feliz. Procure plantar sementes de amor e otimismo na sua vida, e você colherá sempre maravilhosos frutos.
Eu acredito em você!


