A mulher que faz Trump tremer. De raiva
Não, não foi por causa dela que Donald Trump brilhou pela ausência no último debate no canal Fox News entre os aspirantes à candidatura presidencial pelo Partido Republicano. Mas Megyn Kelly, a apresentadora de traços petrificantemente perfeitos, teve muito a ver com a decisão dele de não dar as caras. Os dois estão jogando uma espécie de pôquer à distância que ajuda a tornar a atual campanha eleitoral uma das mais imprevisíveis e arrebatadoras de todos os tempos. Um resumo dos antecedentes: no primeiro debate na Fox, Megyn fez uma pergunta agressiva a Trump, mencionando todas as desabonadoras referências dele a desafetos do sexo feminino (porca gorda, cachorra e outros bichos, atiçados em especial na direção da comediante Rosie O’Donnell, que costuma usar termos do mesmo nível) e como isso influenciaria uma eventual disputa com uma mulher, Hillary Clinton.
Chuvas de janeiro foram acima da média histórica

Choveu forte em janeiro no Brasil Central e região Sudeste do país, além de algumas áreas na Bahia, Piauí, sul do Pará e norte do Paraná. Os volumes ficaram entre 400 e 500 milímetros nas regiões em verde escuro na figura 1. No sul do Brasil, as chuvas diminuíram em relação ao final do ano passado, mas ainda assim os volumes são razoáveis, variando de 25 até 100 milímetros. As precipitações ficaram acima da média histórica em boa parte do país (áreas em azul na figura 2), sendo que em alguns casos as chuvas em janeiro foram equivalentes ao esperado para o primeiro bimestre inteiro.
Racha tucano aproxima Marta do PSDB
Pré-candidata do PMDB à Prefeitura de São Paulo, a ex-petista Marta Suplicy mantém proximidade com o senador José Serra (PSDB-SP) e tenta buscar o apoio do grupo político do tucano já no primeiro turno caso seu pré-candidato, vereador Andrea Matarazzo, perca a prévia do PSDB na capital; Serra é aliado do vice Michel Temer e aposta no PMDB para uma eventual candidatura em 2018. brasil 247
O patético fim de Lula - REINALDO AZEVEDO
Onde quer que eu esteja, na rua ou à porta de um bar ou restaurante, quando saio pra fumar, as pessoas se aproximam e quase sempre fazem a mesma observação, em tom de desalento: “Esse negócio do Lula não vai dar em nada outra vez, né?”. Os mais otimistas arriscam: “Acho que desta vez ele não escapa, né?”. Nesse caso, não é necessário dizer o nome. Todo mundo sabe quem é “ele”. Pois é… Ainda que Lula e seus advogados consigam encontrar uma explicação que possa ser abrigada pela lei para o imbróglio do tríplex no Guarujá, sobrou como a hipótese mais benigna para o “homem mais honesto do mundo” a versão de um político no qual ninguém mais confia.
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E não deixa de ser irônico, já observei aqui, que o Lula que transitou e transita ainda em tão altas esferas tenha encontrado sua Waterloo num apartamento relativamente modesto, dada a fortuna que ele já amealhou. Só em palestras, como se sabe, faturou R$ 27 milhões.
Uma visita ao sítio - JANIO DE FREITAS
A renovada notícia sobre obras em um sítio que a família de Lula frequentaria, na paulista Atibaia, dá oportunidade à recuperação de dois casos reais da afinidade rural comum a presidentes e empreiteiros. Embora um caso se passasse na ditadura e outro na democracia, a discrição que os protegeu teve a mesma espessura.
A ótima localização de um sítio em Nogueira, seguimento de Petrópolis, não chegava a compensar o aspecto simplório dada à área, nem a precariedade da casa. Em poucos meses, porém, acabou o desagrado do general-presidente com as condições locais. O terreno foi reurbanizado, a casa passou a ser um moderno bangalô de lazer. Surgiram piscina, uma pista de hipismo, estrebaria, estacionamento e um jardim como as flores gostam. Uma doação da empreiteira Andrade Gutierrez ao general Figueiredo, então na Presidência.


