A arte da negociação
Um guerreiro da luz não fica repetindo sempre a mesma luta - principalmente quando nota que não há avanços ou recuos.
Se o combate, depois de algum tempo, não tem avanços nem recuos, ele entende que é preciso sentar-se com o inimigo e discutir uma trégua.
Ambos já praticaram a arte da espada, e agora precisam se entender. É um gesto de dignidade e não de covardia. É um equilíbrio de forças, e uma mudança de estratégia.
Traçados os planos de paz, os guerreiros voltam para suas casas. Não precisam provar nada a ninguém; combateram o bom Combate, e mantiveram a fé. Cada um cedeu um pouco, aprendendo com isto a arte da negociação. (RIVALCI LIBERATO) BOA NOITE
Não conseguem me derrotar e querem ganhar na Justiça, diz Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quinta feira de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, contra a sua condenação na Operação Lava Jato. Sentenciado pelo juiz federal Sergio Moro a nove anos e meio de prisãopelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Lula reafirmou o discurso de que a condenação se deu sem provas e é parte de uma perseguição política para evitar sua candidatura à Presidência em 2018.
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TCE aponta irregularidades em pagamentos de R$ 800 mil da SRH ao Instituto Agropolos

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) reverteu para Tomadas de Contas Especial uma auditoria de rotina que a instituição fazia nos contratos entre a Secretaria dos Recursos Hídricos (SRH) e o Instituto Agropolos. A decisão unânime dos conselheiros foi motivada após identificadas uma série de irregularidades com a existência de dano ao erário, no valor de R$ 800.176,87.
Pela ‘adesão premiada’ à democracia
*Fernão Lara Mesquita, O Estado de S.Paulo
19 Julho 2017 | 03h03
Os objetivos e os métodos, o alcance e a extensão dos “malfeitos” de Lula e de Temer nunca foram iguais, mas é impossível reduzir essas diferenças a tipificações jurídicas. E como com a “privilegiatura” vigente é preciso forçar ou até violar a lei para colocá-la a serviço do fim da impunidade, fica fácil para os interessados em confundir tornar “idênticos” os personagens e pleitear o desmonte dos processos de que são réus. Mas o que, na verdade, inspira todo o debate que se trava em torno deles não é o que ficou no passado, mas o que cada um propõe para o futuro. Aí, sim, as diferenças são claríssimas.
Uma voz a ser ouvida
O Estado de S.Paulo
19 Julho 2017 | 03h14
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, tem se notabilizado nestes tempos espinhosos como uma corajosa voz a favor da moderação e do respeito às instituições. Sempre que se pronuncia a propósito da grave crise que o País atravessa, o general Villas Bôas acentua sua preocupação com a manutenção da estabilidade institucional – preocupação esta que se justifica plenamente diante da irresponsabilidade que algumas lideranças políticas e parte do aparelho de Justiça têm demonstrado ao longo desse penoso processo.

