Maioria aprova Lula condenado, diz pesquisa
Coluna do Estadão
16 Julho 2017 | 05h30
Levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que 65,5% dos entrevistados consideram justa a sentença de nove anos e meio de prisão dada pelo juiz Sérgio Moro para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Outros 32,4% não concordaram com a decisão, e 2,1% não souberam dizer ou preferiram não opinar. A pesquisa ouviu 2.330 pessoas, de forma online, entre os dias 12 e 13 de julho. A maior concordância foi na faixa de 16 a 24 anos (74,7%). A região que menos apoiou a sentença aplicada por Moro foi o Nordeste, com 44,6%.
Questão do lixo não mobiliza usuários de redes sociais no Brasil
Alagamento após chuvas em comunidade no Sul de Pernambuco: tema só chama a atenção quando atrapalha a vida - Parceiro / Diego Nigro/JC Imagem/30-05-2017
RIO — O Brasil produz lixo como país rico, mas trata ele como uma nação pobre. São 387 quilos por ano por pessoa, num total de mais de 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos descartados anualmente. Apenas 58% do que é coletado, no entanto, têm o destino certo, e só 3,1% são alvo de coleta seletiva para reciclagem. E uma vez longe da vista, a maioria das pessoas pouco se importa onde seu lixo vai parar. A não ser, claro, quando a destinação inadequada provoca problemas que afetam diretamente sua vida, promovendo alagamentos ou poluindo a praia que frequentam. É o que mostra o recém-lançado “Dossiê lixo”, um estudo feito pelo projeto Comunica Que Muda, da agência de comunicação nova/sb, sobre a relação dos brasileiros com o lixo nas redes sociais.
Quem foi pior para o país, Dilma ou Temer?

Quem foi pior para o Brasil, Dilma Rousseff ou Michel Temer? O Instituto Paraná Pesquisas fez essa pergunta para 2.804 pessoas de todos os estados entre segunda-feira e quinta-feira da semana passada. Considerada a margem de erro, de dois pontos percentuais, deu empate: 43% apontaram Dilma e 42,7% cravaram Temer. Para 12,6%, a melhor resposta foi "ambos" (1,7% não responderam). O GLOBO
As metáforas de Bobbio
*Luiz Sérgio Henriques, O Estado de S.Paulo
16 Julho 2017 | 05h00
Não são poucas as fantasias desfeitas e as ilusões perdidas que temos visto desfilar nos últimos tempos. Elas parecem passar mais depressa em períodos de crise vertiginosa e não poupam ninguém, mostrando os farrapos de bem e mal-intencionados, de “tribunos do povo” e adeptos de um liberalismo restrito. Difícil decifrar uma cena tomada pela centralidade dos órgãos de controle e pelos destroços de um sistema partidário que deveria vertebrar a institucionalidade democrática estabelecida há quase 30 anos.
Quem financia a política
O Estado de S.Paulo
16 Julho 2017 | 05h00
Além das reformas trabalhista e previdenciária, o País precisa urgentemente de uma reforma política. Além de caro e disfuncional, o sistema vigente promove justamente o oposto do que seria de esperar. Ele aumenta a distância entre a população e os partidos políticos e continuamente é causa de desequilíbrios na representação política. Mais do que ajustes pontuais, o Congresso tem de enfrentar temas estruturantes, como o pacto federativo, o sistema partidário e o financiamento das campanhas políticas.
Em igualdade de condições
O Estado de S.Paulo
16 Julho 2017 | 05h00
O serviço de transporte individual por aplicativo – no qual se destaca a empresa Uber a ponto de com ele quase se identificar – foi autorizado a operar na cidade por decreto do então prefeito Fernando Haddad em maio de 2016, mas sua regulamentação, principalmente no que se refere à fiscalização e à segurança da atividade, deixava muito a desejar. É essa questão fundamental que acaba de ser resolvida pelo governo de João Doria, por meio da Resolução n.º 16 do Comitê Municipal de Uso do Viário.


