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Prefeitura de Juazeiro do Norte quer construir teleférico no horto do “Padim Ciço”

Respaldado pelo fato de que Juazeiro do Norte (Região do Cariri) tem o turismo religioso como uma das alavancas de sua economia, o prefeito José Arnon (PTB) avisa: vai implantar um teleférico no horto do Padre Cícero. O projeto foi entregue ao governo estadual e também ao Ministério do Turismo e está orçado em R$ 30 milhões. Vai operar numa distância de 1.900 metros, segundo o prefeito, pois ligará a estátua a um futuro polo comercial que ficará no sopé da colina.

Arnon quer começar o empreendimento ainda neste semestre. Ele lembra ainda que o aeroporto regional passará por reformas, no que atrairá mais operações de voos, reforçando a vocação de Juazeiro do Norte, hoje um dos principais centros de romeiros do País. Paralelo a isso, que também invista no saneamento básico da cidade.

(Foto – Divulgação)

Erro grosseiro da oposição ajudou governo no Senado

João Domingos*, O Estado de S.Paulo

11 Julho 2017 | 22h26

A aprovação da reforma trabalhista pelo plenário do Senado, por 50 votos a favor, 26 contrários e uma abstenção, foi uma vitória do governo, porque o autor da proposta, afinal, é o governo. Mas foi, sobretudo, uma derrota da oposição e de sua estratégia tonta, antidemocrática, oportunista e machista. Machista porque se escondeu atrás do corpo da mulher no momento em que cinco senadoras, comandadas pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), ocuparam as cadeiras da Mesa Diretora da Casa e impediram que a sessão prosseguisse.

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Irmãs Cajazeiras tomam Senado de Sucupira.

Luz do celulares provocavam sombras que tornavam as invasores seres fantasmagóricos

Lula, o Odorico Paraguaçu, de “O Bem Amado”, estava presente em espírito ao menos. Já as Irmãs Cajazeiras, aquelas que faziam qualquer coisa para ganhar um olhar do demiurgo, partiram para o ataque. E resolveram sequestrar o Senado para impedir a votação da reforma trabalhista ou impor aos colegas a sua pauta. Há punição para isso, e a Mesa da Casa vai dizer se resta por aquelas paragens o mínimo necessário de honra que justifique existir no país um Poder Legislativo.

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O exercício da omissão - O ESTADO DE SP

Cumprindo as expectativas, o deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) apresentou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara um parecer eminentemente político sobre a denúncia feita contra o presidente Michel Temer pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Sem corresponder às suas responsabilidades constitucionais, que lhe impunham a tarefa de analisar com seriedade o conteúdo da acusação feita pelo procurador-geral, o relator utilizou as 31 páginas de seu parecer para afirmar a indigente tese de que, se há uma denúncia, os deputados devem aceitá-la. Segundo Zveiter, o papel da Câmara é justamente não cumprir o papel que a Constituição lhe dá, portando-se tão somente como despachante da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Instituições insultadas -José Nêumanne

*José Nêumanne, O Estado de S.Paulo

12 Julho 2017 | 03h03

A série de insultos às instituições republicanas culminou ontem com o sequestro da Mesa do Senado por uma horda de bandalheiras – as senadoras Fátima Bezerra (PT-RN) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM,) à frente – para impedir a votação da reforma trabalhista. Ao mandar apagar as luzes do plenário, o presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), fez a metáfora típica de membro do baixo clero num cargo do qual não está à altura.

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Fechado para a verdade - Paulo Delgado

*Paulo Delgado, O Estado de S.Paulo

12 Julho 2017 | 03h07

Grupo contrarreformista atacou o presidente de nação do subcontinente e o mantém sob ameaça. Alto funcionário, que operou na chancelaria, ligado ao Ministério Público, que lidera a operação, desertou. Abrigou-se num aparelho advocatício para receber algo como um resgate pago a sequestrador. Mensagem de gravador descreve o método maldoso. Divulgada de forma reiterada, anestesia o país, como se alguém estivesse com uma arma na cabeça, obrigado a oferecer exigências ao malfeitor, não cumpridas integralmente pelo tribunal receptor da ação. A autoridade judicial que dá seriedade à trama não informou que o sogro da sua filha é chefe na organização acusada do mataboi, nome da operação de extermínio. A malta foi beneficiada por dois ex-presidentes com a desnacionalização do banco de fomento, através de empréstimos a compadre. Mesmo assim enviou a extravagante denúncia para servir ao esquartejamento do presidente no plenário da bacia maior. Com avidez de servir, fugindo de flechas de bambu, o relator parlamentar largou sua tribo e se entregou à do procurador (Rádio Mariel, Baía dos Porcos).

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