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Jogo perigoso

João Domingos, O Estado de S.Paulo

07 Abril 2018 | 03h00

A posição de enfrentamento que o PT adotou em relação ao Ministério Público, à Justiça e aos meios de comunicação desde o escândalo do mensalão, com maior radicalização a partir do início do processo de impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff, tem sido danosa para tudo e para todos. Por um lado, prejudica o próprio PT, haja vista a surra que o partido levou na eleição municipal de 2016. Por outro, faz surgir, como reação a esse clima de beligerância, algo impensado até pouco tempo, como o apoio à volta dos militares ao poder ou o crescimento de uma candidatura que se propõe a ser a antítese de Lula, esta representada pelo deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ).

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Lula, ‘El Cid de São Bernardo’

O Estado de S.Paulo

06 Abril 2018 | 03h00

Como era previsível, os petistas trataram a decisão do Supremo Tribunal Federal de rejeitar o habeas corpus para o ex-presidente Lula da Silva como um atentado “contra o País e sua soberania, contra o processo democrático, contra o povo brasileiro”. Assim, o PT e seu chefão outra vez reafirmam sua natureza autoritária – para o partido, só são democráticas as instituições que se ajoelham perante o demiurgo de Garanhuns, pois este, segundo a mitologia lulopetista, é “o maior líder popular do País” e o “candidato da esperança” do “povo brasileiro”, conforme se lê na nota oficial do PT a respeito da nova derrota judicial, que o partido classificou como “um dia trágico para a democracia”.

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A manobra fracassada

O Estado de S.Paulo

06 Abril 2018 | 03h00

Se o julgamento do habeas corpus do sr. Lula da Silva mostrou que é possível o bom senso prevalecer no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), a sessão de quarta-feira passada também revelou até onde pode ir a ousadia de alguns ministros na tentativa de livrar o ex-presidente petista das consequências da lei. É normal haver num tribunal divergência de opiniões, mas o que os ministros Marco Aurélio e Ricardo Lewandowski fizeram ao longo do julgamento do mérito do habeas corpus foi muito mais do que expor suas posições jurídicas. Tentaram ganhar no grito o que não puderam ganhar por meio da argumentação e da estratégia.

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Mais que uma quarta-feira / FERNANDO GABEIRA

FERNANDO GABEIRA*, O Estado de S.Paulo

06 Abril 2018 | 03h00

O que estava em jogo na quarta-feira era uma questão central para o País: romper ou não com um sistema de corrupção que se alimenta da lentidão da Justiça. O Brasil estava se tornando um país bizarro, com um vaivém de cadeiras de rodas nas cadeias. Era tão difícil prender alguém, no labirinto de agravos e recursos, que já chegava bem velho.

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Prisão de Lula reforça o estado de direito

Rejeitado o pedido de habeas corpus em favor de Lula no início da madrugada de ontem, pelo Supremo, o juiz Sergio Moro, responsável pela condenação do ex-presidente em primeira instância, determinou, no fim da tarde, que ele se entregue à Polícia Federal, em Curitiba, até as 17h de hoje, para começar a cumprir a pena de 12 anos e um mês de prisão, em regime fechado, por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. Fecha-se um ciclo na política brasileira, no momento em que um líder populista esbarra na Constituição.

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Mais que uma quarta-feira

FERNANDO GABEIRA*, O Estado de S.Paulo

06 Abril 2018 | 03h00

O que estava em jogo na quarta-feira era uma questão central para o País: romper ou não com um sistema de corrupção que se alimenta da lentidão da Justiça. O Brasil estava se tornando um país bizarro, com um vaivém de cadeiras de rodas nas cadeias. Era tão difícil prender alguém, no labirinto de agravos e recursos, que já chegava bem velho.

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