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Chuvas deste ano no Ceará ficaram em torno da média, diz Funceme

A avaliação das precipitações da quadra chuvosa – fevereiro a maio – do Ceará em 2018 aponta que as chuvas no Estado ficaram na categoria em torno da média para o período, a qual corresponde ao intervalo 505,6 a 695,8 milímetros. Com uma média para este quadrimestre de 2018 ficando 581,4 mm (-3,2%), o mês mais chuvoso foi abril, com 211,1 milímetros (+12,3%), seguido de fevereiro com 187,9 mm (+58,4%) e março, 120,8 mm (-40,6%). Maio, que tem a menor normal climatológica mensal da quadra chuvosa, registrou 61,5 milímetros (-32,1%). As informações foram divulgadas nesta segunda-feira, em coletiva, pela Funceme.

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Os caminhoneiros e a dependência em rede

FERNÃO LARA MESQUITA*, O Estado de S.Paulo

01 Junho 2018 | 03h00

Para quem lê este país pela imprensa e pela televisão - e é assim, ainda, que todo país vê sua “persona” institucional porque não há outra maneira de fazê-lo - nada parece fazer sentido. Essa perplexidade é que explica a balbúrdia das redes. Mas quando se põe o pano de fundo real em tela tudo se torna crua e perfeitamente lógico.

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O problema não é o posto. É o imposto

Kleber Cabral, O Estado de S.Paulo

01 Junho 2018 | 05h00

A greve dos caminhoneiros foi disparada no contexto de uma campanha das grandes distribuidoras de combustível que denuncia a alta carga tributária incidente sobre os combustíveis no Brasil: “O problema não é o posto. É o imposto.”

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O bloqueio das ideias

FERNANDO GABEIRA*, O Estado de S.Paulo

01 Junho 2018 | 03h00

Aos poucos volta a gasolina aos postos e os alimentos às prateleiras. É tempo também de reorganizar a cabeça, depois desse movimento dos caminhoneiros que parou o País.Sim, é preciso reorganizar a cabeça. Não vai nisso nenhuma subestimação da inteligência. É que os fatos nos obrigam a uma constante revisão.

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Ceará: o Sertão transformado depois da estação de chuva

Oficialmente, nossa quadra chuvosa termina hoje e entrega um novo sertão. É o mais reluzente de seis “invernos” para trás (o linguajar sertanejo não deixa de chamar de “inverno” o seu tempo de chover). Ainda há senões a serem desfeitos. Haverá pontos de estiagem emendando-se pelo sétimo ano seguido. Mesmo assim, o sertão cearense já é outro.

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O verdadeiro rosto do MTST

O Estado de S.Paulo

31 Maio 2018 | 03h00

A invasão de um terreno de 1 milhão de metros quadrados, em Sumaré, no interior do Estado, além de impressionar pelo tamanho da área ocupada, resume bem o modo de agir e pensar do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST): total e arrogante desprezo pela lei; indiferença pelos direitos de trabalhadores que têm indenizações a receber e dependem para isso da regularização da situação legal do terreno; manipulação sem escrúpulo dos milhares de invasores iludidos por promessas, vivendo em condições precárias e usados como massa de manobra para atingir fins políticos. A “Vila Soma”, resultante da invasão, é a verdadeira cara do MTST.

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