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Novo bafômetro começa a ser usado em rodovias federais do RJ

bafometro rio

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) começou nesta quarta-feira (24) a usar um novo tipo de bafômetro nas rodovias federais do Rio, que promete agilizar as abordagens.

A tecnologia funciona apenas com a aproximação da ferramenta ao condutor do veículo: caso o motorista tenha bebido, o aparelho detecta a presença de álcool no ar.

Em casos positivos, o abordado terá de soprar no bafômetro convencional, para que o índice exato de álcool no sangue seja apurado.

Mais rapidez

A inovação promete uma maior rapidez na fiscalização, pois não é preciso trocar o bocal do equipamento, como é feito nos bafômetros convencionais.

Por enquanto, serão 18 equipamentos com esta nova tecnologia sendo usados no estado a partir desta quarta-feira (24). O início da operação foi na Ponte Rio-Niterói.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) inicia utilização de bafômetros passivos na praça do pedágio, na Ponte Rio-Niterói (BR-101), no Rio de Janeiro — Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) inicia utilização de bafômetros passivos na praça do pedágio, na Ponte Rio-Niterói (BR-101), no Rio de Janeiro — Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil / PORTAL G1

PF investiga ‘patrocinadores’ de hackers de Moro

Breno Pires e Patrick Camporez/BRASÍLIA e Julia Affonso e Pepita Ortega/SÃO PAULO

24 de julho de 2019 | 13h24

 

Polícia Federal investiga supostos patrocinadores do grupo preso sob suspeita de hackear os celulares do ministro da Justiça Sérgio Moro, de delegados da PF e de juízes. Ao decretar a prisão temporária de quatro investigados, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10.º Vara Federal de Brasília, apontou para a incompatibilidade entre as movimentações financeiras e a renda mensal de casal Gustavo Henrique Elias Santos e Suellen Priscila de Oliveira, que em dois períodos de dois meses – abril a junho de 2018 e março a maio de 2019 – movimentou R$ 627 mil com renda mensal de R$ 5.058.

“Diante da incompatibilidade entre as movimentações financeiras e a renda mensal de Gustavo e Suelen, faz-se necessário realizar o rastreamento dos recursos recebidos ou movimentados pelos investigados e de averiguar eventuais patrocinadores das invasões ilegais dos dispositivos informáticos (smartphones)”, registrou.

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‘Vermelho’ confessa ter hackeado Moro, Deltan, delegados da PF e juízes

Fausto Macedo, Luiz Vassallo e Julia Affonso / O ESTADO DE SP

24 de julho de 2019 | 16h55

Preso em Araraquara, interior de São Paulo na Operação Spoofing, deflagrada nesta terça-feira, 23, Walter Delgatti Neto, o ‘Vermelho’, confessou à Polícia Federal que hackeou o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública)o procurador Deltan Dallagnol (coordenador da Operação Lava Jato no Paraná) e de centenas de procuradores, juízes e delegados federais, além de jornalistas. ‘Vermelho’ acumula processos por estelionato, falsificação de documentos e furto.

Em seu Twitter, Sérgio Moro postou nesta quarta, 24, que ‘pessoas com antecedentes criminais’ são a ‘fonte de confiança daqueles que divulgaram as supostas mensagens obtidas por crime’.

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A face oculta de Bolsonaro

José Nêumanne*, O Estado de S.Paulo

24 de julho de 2019 | 03h00

Nos 200 dias de governo do capitão reformado e deputado federal aposentado, além do Bolsonaro óbvio das declarações sobre o Nordeste reduzido a “paraíba” e da insistência descabida em fazer o filho caçula embaixador em Washington, há outro, cuidadosamente escondido para evitar perdas. Por falta de espaço nesta página e excesso de exposição de seu acervo de frases infelizes, convém tentar lançar uma luz sobre o que ele, subordinados, prosélitos e fanáticos não conseguem mais esconder de sua face oculta.

Aos 23 dias iniciais do mandato, Bolsonaro disse a um repórter da agência Bloomberg em Davos, na Suíça: “Se, por acaso, ele (o filho Flávio) errou e isso ficar provado, eu lamento como pai, mas ele vai ter que pagar o preço por essas ações que não podemos aceitar”. De volta ao Brasil, contudo, tirou a máscara de “isentão” (definição preferida de outro filho, Carlos, para desqualificar quem ouse discordar após concordar com algo) para fazer exatamente o contrário. Após decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, proibindo o compartilhamento de dados da Receita Federal, do Banco Central e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), com Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF), ele até tentou escapulir de comentar, argumentando: “Somos Poderes harmônicos independentes. Te respondi? Ele é presidente do STF. Somos independentes, você acha justo o Dias Toffoli criticar um decreto meu? Ou um projeto aprovado e sancionado? Se eu não quisesse combater a corrupção, não teria aceitado o Moro como ministro”. Mas terminou deslizando em truísmos e platitudes, ao afirmar: “Pelo que eu sei, pelo o (sic) que está na lei, dados repassados, dependendo para quê, devem ter decisão judicial. E o que é mais grave na legislação. Os dados, uma vez publicizados (sic), contaminam o processo”. O quê?

O feroz cobrador das falhas do PT não explicou por que o caçula interrompeu o inquérito, em vez de provar inocência.

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O INSS e as Justiças estaduais

Notas & Informações, O Estado de S.Paulo

24 de julho de 2019 | 03h00

Apesar dos esforços do relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), para retirar medidas que nada tinham a ver com o tema da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma previdenciária aprovada em primeiro turno pela Câmara dos Deputados, alguns dispositivos acabaram sendo aprovados e estão despertando polêmicas que podem tumultuar a votação em segundo turno.

Um desses dispositivos extingue a competência delegada das Justiças estaduais para julgar ações contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) - que é uma autarquia da União - nas comarcas onde não há varas da Justiça Federal. Essa competência foi instituída na década de 1960 com o objetivo de não prejudicar os cidadãos, já que a Justiça Federal era, na época, praticamente restrita às capitais. A questão é de caráter processual e foi amplamente discutida há três anos, com a entrada em vigor do novo Código de Processo Civil. Além disso, ela envolve o direito de acesso aos tribunais, que é cláusula pétrea da Constituição.

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A vitória de Tabata Amaral

Luis Macedo

Tabata Amaral vem recebendo críticas e perdendo seguidores nas redes sociais, mas fora da internet sua avaliação melhorou entre os brasileiros, segundo pesquisa inédita da Ideia Big Data.

Em junho, 30% dos entrevistados que já tinham ouvido falar da parlamentar fizeram uma avaliação favorável da sua atuação. Em julho, depois da votação da reforma, 61% dos participantes da pesquisa a avaliaram positivamente.

A deputada também ficou mais conhecida pela população. Em junho, 97% dos entrevistados sequer tinham ouvido falar de Tabata, número que diminuiu para 81% no mês seguinte.

A pesquisa foi feita entre os dias 5 e 8 de junho e 14 a 17 de julho, através de entrevistas pessoais com 2.010 pessoas de todos os estados brasileiros.

POR MARTA SZPACENKOPF

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