INSS devolverá R$ 57 milhões em descontos não autorizados
O INSS encerrou nesta quinta-feira (1º) os convênios com quatro associações de aposentados pelo desconto irregular de contribuição em benefícios previdenciários.
Em junho, o órgão iniciou investigação e bloqueou os descontos em 800 mil aposentadorias e pensões. A grana retida no período, R$ 57 milhões, será devolvida ao longo da próxima semana, com crédito em conta, segundo o órgão.
A Abamsp (Associação Beneficente de Auxílio Mútuo ao Servidor Público), a Centrape (Central Nacional dos Aposentados e Pensionistas), a Asbapi (Associação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos) e Anpps (Associação Nacional de Aposentados e Pensionistas da Previdência) respondiam, segundo o INSS, a 90% das reclamações por descontos não autorizados.
O instituto afirma que, além das irregularidades constatadas nos descontos, a decisão de rescindir os convênios ocorreu pelo aumento, em 2018 e 2019, na quantidade de reclamações apresentadas por segurados ao INSS.
Foram 27.422 queixas na Ouvidoria do órgão, 10.452 processos judiciais por práticas abusivas e descontos indevidos, 5.137 reclamações no site Reclame Aqui e 61 procedimentos instaurados pelo MPF (Ministério Público Federal), a Defensoria Pública, os Procons e a Polícia Civil.
Mensalmente, diz o INSS, as APSs (Agências da Previdência Social) recebem cerca de 3.000 pedidos de exclusão de desconto indevido.
Essas cobranças eram feitas porque as associações passavam ao instituto uma listagem com os beneficiários que teriam autorizado a contribuição direto do benefício.
Quando o segurado não reconhece a cobrança, o instituto bloqueia o pagamento e devolve a grana.
Quando a investigação teve início, o Agora procurou todas as instituições, que negaram irregularidades nos descontos.
Renata Vasconcellos e Rodrigo Bocardi também fizeram “extras” para banco
O apresentador do 'Bom Dia São Paulo', Rodrigo Bocardi: empresa sediada em imóvel residencial, no Morumbi (Divulgação/VEJA)
O pedido de demissão do âncora Dony de Nuccio, que dividia a bancada do Jornal Hoje com Sandra Annenberg, deixou seus colegas em estado de alerta. O agora ex-apresentador, que era o nome mais cotado como substituto de William Bonner no Jornal Nacional, foi chamado pela direção da emissora ao ser revelado que tinha uma atividade profissional paralela: Nuccio fazia vídeos de conteúdo interno para o Bradesco, em que falava frases como “nossos clientes”. Esse trabalho extra não havia sido informado e fere as normas internas do canal. Segundo o portal UOL, Nuccio recebeu mais de 7,2 milhões de reais em serviços realizados ao banco entre 2017 e 2019. A situação do jornalista ficou insustentável e, antes de ser “saído”, ele pediu demissão.
Dony de Nuccio, no entanto, não é o único apresentador da casa a estabelecer parceria comercial com o Bradesco. VEJA descobriu que Renata Vasconcellos, apresentadora do Jornal Nacional, e Rodrigo Bocardi, do Bom Dia São Paulo,também emprestaram seus rostos e credibilidades. Em um vídeo de divulgação interna do Bradesco, Renata aparece ao lado de um totem com a marca da instituição financeira e a seguinte frase: “120 razões para ser cliente”.
https://abrilveja.files.wordpress.com/2019/08/renata-vasconcellos-bradesco-2.jpg?quality=70&strip=info&w=600&h=400 600w, https://abrilveja.files.wordpress.com/2019/08/renata-vasconcellos-bradesco-2.jpg?quality=70&strip=info&w=150&h=100 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" style="margin: 0px; padding: 0px; box-sizing: border-box; list-style: none; outline: 0px; max-width: 100%; height: auto; width: 680px;">
Renata Vasconcellos em vídeo para o Bradesco: emissora vai mudar regras sobre trabalhos extras de elenco jornalístico (Reprodução/VEJA)
Governo Bolsonaro tem aprovação de 61% de brasileiros, segundo pesquisa
De acordo com uma pesquisa divulgada na quarta-feira (01), 61,9 % dos brasileiros aprovavam a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL). A Paraná Pesquisas apontou também que 46,8% dos entrevistados consideram a administração federal como “Ótima” ou “Boa”.
O números levaram em consideração as respostas de 2.114 brasileiro, maiores de 16 anos e residentes em 74 municípios do Paraná. A pesquisa aconteceu durante os dias 16 a 20 de julho de 2019.
Governo do Paraná
O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), apresentou na mesma pesquisa o percentual de 70,4% de aprovação da sua gestão. Além disso, 51,7% consideram a administração do governador como “Ótima” ou “Boa”. CN7
Presidente da Fiec conclama o empresariado a reflexão e a apostar no Brasil
Em suas redes sociais nesta quinta-feira, o presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Beto Studart, conclamou o empresariado a se voltar à realização de seus projetos de negócios em prol do Brasil.
Segundo Beto, nestes primeiros meses de Governo Bolsonaro já é possível vislumbrar um novo momento vivenciado, após o que definiu como o grande caos dos últimos anos. COM BLOG DO ELIOMAR
Cid Gomes e Witzel foram alvo de hackers
Patrik Camporez e Breno Pires / BRASÍLIA / O ESTADO DE SP
01 de agosto de 2019 | 05h05
Cid Gomes e Wilson Witzel. FOTOS: TIAGO QUEIROZ E DIDA SAMPAIO/ESTADÃO
O senador Cid Gomes (PDT-CE) também foi alvo de Walter Delgatti Neto, apontado pela Polícia Federal como chefe do esquema dos hackers que tentou ou acessou centenas de mensagens trocadas pelo Telegram por autoridades, entre elas o presidente Jair Bolsonaro.
Informado pelo Estado, Cid disse que isso reforça sua posição de que é preciso investigação ampla em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). “Ao que parece, são quatro pessoas que estão muito longe de serem especialistas. Se estão fazendo isso, pessoas com maior conhecimento podem fazer muito mais”, afirmou.
A área de trabalho de um laptop atribuído a Delgatti em poder da Polícia Federal expõe dezenas de atalhos com os nomes de autoridades. Lá aparecem “Witzel”, possivelmente o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), e o ex-governador do Rio Luiz Fernando Pezão (MDB), preso pela Lava Jato. A PF apura quem teve mensagens capturadas, de fato, ou se houve apenas uma tentativa.
Novos indícios de retomada da construção
01 de agosto de 2019 | 04h00
A melhora do mercado residencial de imóveis constatada em levantamentos do sindicato da habitação (SecoviSP) parece se confirmar nas pesquisas Sondagem da Indústria da Construção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Sondagem da Construção da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Depois de um longo período de agruras, que deixou grande parte das empresas em situação difícil, está em curso uma recuperação do setor, mas a maioria dos índices ainda está no campo negativo.
Segundo a CNI, cresceram entre fevereiro e junho os índices de evolução do nível de atividade e do emprego, mas os indicadores ainda são inferiores à marca de 50 pontos que separam os campos positivo e negativo. O nível de atividade em relação ao usual ainda é baixo e a demanda é fraca.
Nas pesquisas da FGV os indicadores também estão no campo negativo, mas a coordenadora de Projetos da Construção da FGV Ibre, Ana Maria Castelo, é otimista: “O segundo semestre começa com alta da confiança, a segunda consecutiva, refletindo uma melhora no ambiente de negócios corrente e expectativas de curto prazo mais favoráveis”.
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