Busque abaixo o que você precisa!

Seis estados do Nordeste são os que mais perdem com novo texto da cessão onerosa

Painel / FOLHA DE SP

Parte que falta Planilha que circulou entre governadores do Nordeste nesta quarta (9) aponta que seis estados da região (PE, CE, MA, BA, PI e AL) são os que mais perdem com a mudança nos critérios da divisão dos recursos do leilão da cessão onerosa.

Facada O novo texto, calculam, renderá R$ 1 bilhão a menos a esses estados, em relação à versão inicial da proposta.

Prioridades Líder informal do grupo, o governador Wellington Dias (PT-PI) diz que o Congresso resolveu “tirar dos mais pobres para pagar a conta da União aos mais ricos”. No novo formato, São Paulo ganha mais R$ 618 milhões. “Não é razoável”, queixa-se Dias.

Terceiro tempo Integrantes da equipe econômica avaliam que essas contas ainda poderão embolar a discussão do tema no Senado, onde os estados têm equilíbrio de força. Na Câmara, Sul e Sudeste têm mais representantes.

 

A grande ofensiva - William Waack, O Estado de S.Paulo

Pelo menos na economia o governo de Jair Bolsonaro parece ter achado um centro de gravidade, a julgar por parte do recente noticiário. Os generais que acompanham o capitão conhecem bem o conceito, que estudaram nas escolas de Estado-Maior: é a escolha de um eixo central de ação (vem do alemão “Schwerpunkt”). Trata-se da proposta, divulgada com bem menos alarde do que brigas sobre costumes, de uma ambiciosa reforma administrativa

Ela mira num dos mais poderosos aparatos burocráticos do mundo, o universo de servidores públicos do Brasil que, de acordo com o Ministério da Economia, saltou de cerca de 500 mil em 2003 para cerca de 712 mil em 2018. Na média, é uma força de trabalho que desfrutou de aumentos de salários (já bem melhores dos que são pagos para funções similares na iniciativa privada) muito superiores à inflação. Segundo o Banco Mundial, acionado pelo próprio Ministério da Economia, o número de funcionários públicos no Brasil não é extraordinariamente elevado na comparação internacional, mas o gasto do País com o funcionalismo como proporção do PIB é muito maior do que o registrado em países ricos. 

Esplanada
Amanhecer na Esplanada dos Ministérios, em Brasília Foto: Dida Sampaio/Estadão

Leia mais...

Concluir obras paradas

Notas & Informações, O Estado de S.Paulo

10 de outubro de 2019 | 03h00

Pouco, ou quase nada, se sabe dos planos do governo Bolsonaro para estimular o crescimento da economia e melhorar a qualidade de vida da população, sobretudo por meio da geração de empregos. Além da reforma da Previdência, já na etapa final de aprovação pelo Congresso, são muito poucas as iniciativas do Executivo que podem compor um projeto ou programa de governo destinados a enfrentar os graves problemas do País. Mas é reconfortante para o contribuinte, que paga muito imposto para pouco retorno em termos de serviços públicos, saber que o presidente Jair Bolsonaro não pretende realizar nenhuma grande obra que possa ser transformada em símbolo de seu governo.

“Se eu for me preocupar com isso daí, a gente não governa”, disse Bolsonaro em entrevista ao Estado. O presidente garantiu que “não vamos partir para ser igual ao que o PT fez com as refinarias” – como as de Abreu e Lima, em Pernambuco, e a Comperj, no Rio de Janeiro, cuja construção foi decidida com base em critérios meramente político-eleitorais, o que resultou em custos exorbitantes e paralisação do projeto. “O que tenho falado para os ministros é terminar as obras”, disse o presidente.

Leia mais...

Gramado além do Papai Noel: turismo rural apresenta um outro lado da cidade

GRAMADO - Subir os degraus de um ônibus com carroceria antiguinha, cantar "La bella polenta" acompanhado de um violeiro e admirar campos com pinheiros, araucárias e ovelhas conduzem o turista por um bucólico túnel do tempo em Gramado . Se a cidade já é conhecida por sua área urbana, de arquitetura colonial charmosa e pavimentações peculiares como a Rua Torta e a Rua Coberta, o turismo rural prova que há muito mais o que explorar. Gramado tem visto crescer também sua gastronomia voltada para a cozinha de natureza, com ênfase no uso de produtos típicos e locais. Também oferece opções de hospedagem com esta mesma pegada sustentável.

 

CARNEIROS DO RS

 

Passeios

Há diversos roteiros de agroturismo. São passeios que duram em média cinco horas, como os oferecidos pelas empresas Princesinha e Vento Sul, e passam por três ou quatro propriedades. Nelas, é possível ver o funcionamento de moinhos, percorrer parreirais, conhecer detalhes da agricultura orgânica e até alimentar animais do campo, com a devida supervisão dos responsáveis, claro. É o que conta Fátima Marcon, dona de uma propriedade que leva o nome de sua família, a cerca de 10km do centro de Gramado, e que, entre outras coisas, cultiva milho.

Leia mais...

O que é deflação e por que a queda de preços não é bom sinal

Ana Luiza de Carvalho, O Estado de S.Paulo

09 de outubro de 2019 | 17h12

 

O mês de setembro registrou deflação de 0,04%, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quarta-feira, 9, pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi o menor para o mês desde 1998, quando o IPCA registrado em setembro foi de -0,22%.

 

Embora represente uma queda momentânea nos preços, a deflação é sinal de alerta para problemas estruturais da economia e pode se tornar um fator para a desaceleração do consumo já existente.

Entenda o que é deflação e por que o fenômeno é perigoso a médio e longo prazo:

Leia mais...

Desenvolvimento do Estado: Cinturão das Águas do Ceará recebe mais de R$ 16 milhões para obras

O Ministério do Desenvolvimento Regional efetuou um novo repasse financeiro no valor de R$ 16,6 milhões para as obras do Cinturão das Águas do Ceará, executadas pelo Governo do Estado. O empreendimento será responsável por levar as águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco à região metropolitana de Fortaleza, beneficiando quase 4,5 milhões de habitantes.

O Cinturão das Águas do Ceará vai captar as águas do Rio São Francisco na Barragem de Jati, no Eixo Norte. A partir desse ponto, a água seguirá por gravidade passando também pelo Rio Salgado até o reservatório Castanhão – responsável pelo atendimento da capital cearense e região. Os 53 quilômetros do Cinturão das Águas levarão água para o estado já estão finalizados.

Ao todo, foram repassados mais de R$ 27 milhões para as obras do Cinturão das Águas em 2019. O Projeto de Integração do São Francisco e as obras estruturantes complementares, de responsabilidade das administrações estaduais, são prioritários para o Governo Federal. COM CEARÁ AGORA

Compartilhar Conteúdo

444