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Açudes cearenses apresentam crescimento no armazenamento de água

A bacia do Litoral, onde ficam localizados os açudes Gameleira (foto) e Quandu, ambos sangraram, representa a melhor situação com 43,02% do volume
Açude Castanhão, o maior reservatório do Estado ( Foto: Dnocs/Divulgação )

As chuvas registradas desde os primeiros dias de abril são responsáveis pelo aumento estimado em cerca de 13,3%  na capacidade total de armazenamento de água no Ceará  (18.677 bilhões de m³),  nos 153 açudesmonitorados pela Companhia de Gestão de recursos hídricos (Cogerh). O acréscimo foi de 607,42 milhões de m³, totalizando 2,47 bilhões de m³, conforme dados do Portal Hidrológico da Cogerh, até ontem (9). Nas últimas 24 horas, foram notificados aportes em 31 reservatórios,  bem como 28 postos pluviométricos monitorados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) detectaram chuvas, como variação de intensidade entre 55 mm, em Guaraciaba do Norte, e 41mm (Itapipoca).   

Os açudes Gameleira, localizado no município de Itapipoca, litoral Oeste, e Tijuquiha, fica em Baturité, região serrana do Estado, contribuíram significativamente para o aumento no aporte. Enquanto isso, o açude Vieirão, em Boa Viagem,  “passou a ser considerado seco”, segundo informações do Portal Hidrológico da companhia. 

As chuvas, que começaram a ficar escassas na última semana, são responsáveis pelo acúmulo de água em 31 açudes, entre outros, Acarape do Meio, Angicos, Araras, Banabuiú, Castanhão, Cedro, Edson Queiroz, Orós e Taquara. Apesar de  pequenas, as recargas trouxeram alento aos cearenses, em especial, os agricultores, fazendo com que alguns reservatórios deixassem o volume morto, como aconteceu com os açudes Catucinzenta, Martinópole, Poço do Barro e Riacho da Serra. Já os  açudes Quincoé e Salão saíram da condição de secos. 

Bacias

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Capital já tem 86% da média histórica

Fortaleza foi castigada com uma chuva de 132 milímetros entre os dois primeiros meses deste mês, a maior em dois anos ( FOTO: NAH JEREISSATI )

Fortaleza teve relevante acúmulo de chuvas em abril. Apenas nos primeiros dez dias do mês, choveu 302.4 milímetros na Capital cearense, o equivalente a 86,5% da média histórica para o período, que é de 349.2 milímetros, conforme a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

O total é superior ao registrado nos anos de 2012, 2013 e 2014, quando o acumulado no mês de abril ficou abaixo da média histórica em 51,4%, 33% e 22,2%, respectivamente. Em 2015, no entanto, as chuvas durante todo o mês ficaram em 27,6% acima da média histórica, com o total de 445,4 milímetros.

De acordo com o meteorologista da Funceme Raul Fritz, chover muito durante um período concentrado é característica própria dos anos de estiagem, como o de 2016. "O fato de ter chovido uma boa parte da média não significa que isso terá continuidade e que a média histórica será atingida. Esse ano, com estiagem, as chuvas são mal distribuídas no tempo. Há uma grande variação dentro do mês".

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Não somos bobos, senhor ex-presidente

Em artigo no O POVO deste sábado (9), a jornalista Nathália Bernardo critica a vinda de Lula a Fortaleza, ocorrida no último sábado (2), em apoio à presidente Dilma Rousseff. Confira:

Caro senhor ex-presidente e ex-brevíssimo-ministro Lula, é um insulto o senhor vir a Fortaleza, subir num palanque e voltar a falar numa refinaria para o Ceará como fez no último sábado. Foram 60 anos de espera até que a Petrobras enterrou a Premium II no início do ano passado.

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Nova maioria para uma nova agenda - MURILO ARAGÃO

Provavelmente em 90 dias, no máximo, saberemos se o processo de impeachment resultará no afastamento ou não de Dilma Rousseff da Presidência da República. Independentemente de quem seja o presidente após o processo, o Brasil precisa de uma nova agenda e de uma nova maioria. Afinal, estamos na pior situação econômica possível em décadas: déficit fiscal, inflação, recessão e instabilidade política. Claramente, a atual configuração política do governo não tem a menor condição de enfrentar nossos desafios. É um governo tomado por um discurso bolivariano, que mais fragiliza do que o fortalece na luta contra o impeachment.

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'Damos valor exagerado ao dinheiro', diz autor de livro sobre finanças

O passado de hiperinflação deixou como herança para boa parte da população brasileira a sensação de que as coisas sempre podem piorar. Como resultado, virou imperativo começar a guardar o máximo de dinheiro possível desde a juventude. Além disso, os traumas criados nas décadas de 1980 e 1990 levaram à preferência pelos investimentos imobiliários e pela poupança, que, no imaginário nacional, são os mais seguros.

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Empresa japonesa pede desculpas por elevar preço de picolé após 25 anos

Imagine que, a cada aumento de preços, os executivos de empresas viessem a público pedir desculpas. Irreal demais? Não para os japoneses. Uma tradicional empresa de picolés no Japão, chamada Akagi Nyugyo, publicou um vídeo com funcionários e executivos pedindo desculpas pelo aumento no preço do produto.

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