Outono começa neste domingo (20) sob influência do El Niño
O outono começa à 1h30 deste domingo (20), de acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe. Segundo a meteorologista Fabiene Casamento, da Somar Meteorologia, a estação ainda terá influência do fenômeno El Niño, o superaquecimento das águas do Pacífico.
Segundo Fabiene, a incidência do El Niño será menor, com chuvas menos volumosas e concentradas na Argentina, no Uruguai e no sul do Rio Grande do Sul. As temperaturas também devem cair.
Por outro lado, deve voltar a chover no Norte e Nordeste do país, porém. O volume das chuvas não devem atingir a média histórica para o período na região.
De acordo com a Somar, frentes frias conseguirão avançar pelo Brasil em maio, atingindo partes da região Centro-Oeste, além do Sul e Sudeste do país. A instabilidade, entretanto, será menor do que no verão.
Mesmo com as frentes frias, as temperaturas ainda devem ficar mais elevadas do que o normal para esta estação, também em decorrência do El Niño. PORTAL G1
Até 2030, mundo deve chegar a 41 megacidades
Aglomerações com mais de 10 milhões de pessoas demandarão gestão aperfeiçoada
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A proporção de pessoas que vivem em ambiente urbano deve saltar de 50% do total da população mundial para dois terços dos habitantes do planeta nos próximos 14 anos. A mesma projeção também indica que a quantidade de megacidades vai aumentar: em 2030, serão 41 aglomerações com mais de 10 milhões de habitantes, ante as atuais 29.
EXPORTAÇÃO PELO NORTE CRESCE 62%
A grande aposta dos empresários do agronegócio para reduzir os custos logísticos é o desenvolvimento do Arco Norte, corredor de exportação que inclui os portos de Rondônia, Amazônia, Pará e Maranhão. Nos últimos anos, investimentos bilionários têm sido aplicados em projetos para ampliar a capacidade de escoamento da nova rota. E os primeiros resultados já são positivos.
UMA MINICIDADE ENCRAVADA NO CAMPO

O operador de máquina Carlos Vieira, de 33 anos, está em um mundo à parte dos índices de desemprego, que não param de crescer na indústria e no comércio, e, em Estados como São Paulo, já passam dos dois dígitos. Contratado há 12 anos da fazenda Itamarati Norte, Vieira está, neste momento, concentrado em planejar as próximas férias. Assim que terminar a colheita da soja, ele vai visitar a família em Cáceres (MT). No ano que vem, em maio, vai viajar para Recife, com um pacote que inclui passagem e hotel e já está sendo pago. “Vou de turista, com meu filho e minha irmã”, conta. Será sua primeira viagem de avião.
AMAGGI ALCANÇA SUA MAIOR PRODUTIVIDADE

Na semana passada, quando o Brasil parou para acompanhar os desdobramentos da crise política, as colheitadeiras da fazenda Itamarati Norte, em Campo Novo do Parecis (MT), trabalhavam a todo vapor. A quase 400 km de Cuiabá, a fazenda do “rei da soja” Olacyr de Moraes, falecido em meados de 2015, foi arrendada em 2002 pelo grupo Amaggi, o terceiro maior produtor de soja do País.
AGRONEGÓCIO IGNORA CRISE E BATE RECORDES

Em meio à retração generalizada da economia, o campo é o único que se salva. Com injeção pesada de tecnologia em todas as etapas do processo produtivo e câmbio favorável, o agronegócio, único setor que cresceu no País em 2015, vem conseguindo driblar os gargalos de infraestrutura e cravar sua competitividade no cenário internacional. Neste ano, a produção de soja, carro-chefe do agricultura brasileira, deve ultrapassar a barreira das 100 milhões de toneladas.
A nova safra recorde vem apesar de irregularidades climáticas que assolaram seis Estados, incluindo os principais produtores – Mato Grosso e Paraná. Mesmo assim, o País deve produzir 101,2 milhões de toneladas de soja, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Com esse resultado e o crescente ganho de produtividade, o Brasil, que já é o maior exportador do grão, caminha para ultrapassar a produção dos EUA nas próximas safras.



