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Aves ameaçadas de Baturité

Pesquisa fotográfica lança luz sobre a necessidade de preservação das aves da serra de Baturité, no Ceará. Em especial 12 espécies que estão ameaçadas de extinção / opovo

Uru (Odontophoruscapueiraplumbeicollis)
Segundo a Aqausis, no Ceará, a espécie só ocorre na serra de Baturité. Tem o canto forte e vocaliza “urú-urú”. Vive em florestas preservadas . Uma das espécies mais raras e ameaçadas da região. 

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De olho nas aves de Baturité

Por Demitri Túlio

Uru, arapaçu-de-garganta-amarela, periquito-cara-suja, pintassilgo-do-nordeste, jacucaca, chupa-dente, choca-da-mata, saíra-militar, maria-do-nordeste, tucaninho-da-serra, arapaçu-rajado-do-nordeste e vira-folha-cearense… 

Os nomes (populares) são de pássaros que, se não cuidarmos, virarão memória nos olhos de quem teve a sorte de encontrá-los na floresta. As doze raridades estão marcadas com um selo de “ameaçadas” de extinção no Guia Fotográfico: Aves da Serra de Baturité. Uma publicação de campo, lançada recentemente pela ONG Aquasis e assinada pelo biólogo Fábio de Paiva Nunes e pela ecóloga Ileyne Tenório Lopes. O livro é também um convite para discutir a preservação da biodiversidade no Maciço de Baturité e o que a avifauna dali tem a ver com a vida da gente.

Além das doze aves que estão por um triz, mais 139 pássaros diferentes são retratados no guia de bolso. Imagens e verbetes que revelam a multiplicidade de animais, seus hábitos e o que alguns enfrentam para continuar a existindo.

A floresta preservada ficou menos, por exemplo, para o uru (Odontophorus capueira plumbeicollis). Um galináceo pequeno e topetudo que, com a urbanização das serras, passou a ser presa do gato doméstico e das armadilhas de caçadores. No Ceará, conta Fábio Nunes, o uru só ocorre na Serra de Baturité. 

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Falta de rumo da oposição é ainda mais surpreendente que a ruína do governo

O governo e seus símbolos estão submetidos a uma atmosfera apocalíptica. Além de reprovar Dilma (69%), a maioria dos brasileiros deseja o seu impeachment (68%) ou a sua renúncia (65%). Para piorar, mais da metade do eleitorado (57%) afirma que jamais votaria em Lula. Diante de um quadro assim, seria razoável que a oposição vivesse um momento áureo. Mas sucede o oposto. O Datafolha informa que Aécio Neves encolhe e Marina Silva não consegue crescer.

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Cálculo de multidões: ciência contra o “chutômetro”

Milhares de pessoas participam da manifestação realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, contra o Governo Dilma Rousseff, neste domingo (13), pedindo o impeachment da presidente petista e o fim da corrupção
Milhares de pessoas participam da manifestação realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, contra o Governo Dilma Rousseff, neste domingo (13), pedindo o impeachment da presidente petista e o fim da corrupção(Bruno Santos/VEJA.com)

Talvez esteja no Evangelho de Mateus, capítulo 14, versículo 21, a mãe de todas as imprecisões na contagem de pessoas em eventos públicos. A passagem trata do milagre da multiplicação de pães e peixes por Jesus, e diz: "Os que comeram foram cerca de cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças". Pobre Mateus se tentasse se safar com esses números nos dias de hoje. Provavelmente seria linchado pelos "romanos" das redes sociais. Como visto nas recentes manifestações contra o governo federal e o PT, é comum haver uma grande discrepância nas estimativas sobre participação de público divulgadas por autoridades, imprensa e organizadores dos eventos. Isso ocorre basicamente por dois motivos: é muito difícil fazer a contagem precisa de uma grande aglomeração de pessoas em uma área aberta; e sempre fortes interesses envolvidos nas estimativas, o que faz com que sejam infladas ou subestimadas.

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Mais VEJA nas bancas, VEJA digital gratuita: os brasileiros precisam saber o que está acontecendo

Capa de VEJA com Lula
(VEJA.com/VEJA)

Operação Lava Jato acaba de completar dois anos. Nesse período, revelou o maior escândalo de corrupção do país. VEJA vem acompanhando todos os passos da investigação e também seus desdobramentos, oferecendo notícias exclusivas e em primeira mão para que o leitor possa compreender os fatos e sua amplitude. Com o mesmo objetivo, VEJA ampliou a tiragem da edição impressa desta semana e agora torna gratuito o acesso a sua versão digital. Os brasileiros precisam saber o que está acontecendo. Ampliando o acesso à informação em todas as suas plataformas, VEJA mais uma vez reforça sua missão de ser "os olhos do Brasil" e de levar aos leitores os fatos com isenção e credibilidade. Para acessar e baixar gratuitamente a edição digital de VEJA desta semana, acesse: . na App Store . no Google Play

No lugar da esperança, a desconfiança e a descrença Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/no-lugar-da-esperanca-desconfianca-a-descrenca-

SÃO PAULO — Os botões altos da camisa estariam invariavelmente abertos e Lula teria em sua mão um cigarro, em 1980, quando discursasse aos metalúrgicos em greve, com olhar severo dirigido à multidão. Ao lado dele no palco, abaixo, na segurança do ato, no piquete em porta de fábrica, distribuindo o jornal operário ou preparando o café que alimentaria o vigor do líder, estariam os peões, gente cuja origem era a mesma do ex-presidente, mas cujo futuro seria bem diferente.

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