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Não somos bobos, senhor ex-presidente

Em artigo no O POVO deste sábado (9), a jornalista Nathália Bernardo critica a vinda de Lula a Fortaleza, ocorrida no último sábado (2), em apoio à presidente Dilma Rousseff. Confira:

Caro senhor ex-presidente e ex-brevíssimo-ministro Lula, é um insulto o senhor vir a Fortaleza, subir num palanque e voltar a falar numa refinaria para o Ceará como fez no último sábado. Foram 60 anos de espera até que a Petrobras enterrou a Premium II no início do ano passado.

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Nova maioria para uma nova agenda - MURILO ARAGÃO

Provavelmente em 90 dias, no máximo, saberemos se o processo de impeachment resultará no afastamento ou não de Dilma Rousseff da Presidência da República. Independentemente de quem seja o presidente após o processo, o Brasil precisa de uma nova agenda e de uma nova maioria. Afinal, estamos na pior situação econômica possível em décadas: déficit fiscal, inflação, recessão e instabilidade política. Claramente, a atual configuração política do governo não tem a menor condição de enfrentar nossos desafios. É um governo tomado por um discurso bolivariano, que mais fragiliza do que o fortalece na luta contra o impeachment.

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'Damos valor exagerado ao dinheiro', diz autor de livro sobre finanças

O passado de hiperinflação deixou como herança para boa parte da população brasileira a sensação de que as coisas sempre podem piorar. Como resultado, virou imperativo começar a guardar o máximo de dinheiro possível desde a juventude. Além disso, os traumas criados nas décadas de 1980 e 1990 levaram à preferência pelos investimentos imobiliários e pela poupança, que, no imaginário nacional, são os mais seguros.

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Empresa japonesa pede desculpas por elevar preço de picolé após 25 anos

Imagine que, a cada aumento de preços, os executivos de empresas viessem a público pedir desculpas. Irreal demais? Não para os japoneses. Uma tradicional empresa de picolés no Japão, chamada Akagi Nyugyo, publicou um vídeo com funcionários e executivos pedindo desculpas pelo aumento no preço do produto.

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São Gonçalo registra 5ª maior chuva da história do Ceará

 
EVILÁZIO BEZERRA
Ruas do distrito de Cágado ficaram inundadas com a chuva

A chuva de ontem no distrito de Cágado, em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Fortaleza, é a quinta maior já registrada no Ceará e a maior do Estado em 2016. A precipitação de 252 mm é também o maior registro do município nos últimos dez anos, conforme levantamento da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

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COLUNA DO VIANA 07

07 de abril de 2016 às hm
Projeto de Naumi Amorim para incentivar energia renovável

Aprovado pela Assembleia Legislativa do Ceará, projeto de autoria do deputado Naumi Amorim (PMB), tem como objetivo fortalecer a política de incentivo do Estado quanto ao uso de energias renováveis por parte das empresas instaladas no âmbito do estado. “Estamos vivenciando uma crise energética sem precedentes e se faz necessário que o Estado do Ceará tenha políticas públicas voltadas e incentivadoras ao uso de fontes renováveis, uma vez que nós aqui no nordeste e, especialmente no Ceará, temos energias solar e eólica como molas propulsoras. O nosso projeto, além de preservar o meio ambiente, visa reduzir o consumo de energia elétrica e baixar os custos operacionais das empresas”, enfatizou Naumi Amorim (foto). O Brasil tem grande potencial para o desenvolvimento de energias alternativas, admite o parlamentar, ressaltando que é exatamente em razão das condições climáticas favoráveis para sua produção. Considerando este potencial, especialmente do Ceará “apresentamos este projeto que tem como finalidade maior contribuir com as empresas instaladas em solo cearense com a concessão de incentivos fiscais por optarem pelo uso desse tipo de energia e, também com a preservação do meio ambiente”.

Saiba mais – Na justificativa do seu projeto o deputado Naumi Amorim destaca que acredita fielmente que a energia renovável deverá constituir, no futuro, a principal fonte energética para a humanidade por sua forma sustentável de explorar a natureza, em face da necessidade de se combater o aquecimento global e as limitações do uso de recursos naturais, principalmente, a água. A utilização de energias renováveis pelas empresas representa alto custo no que se refere à aquisição de equipamentos e tecnologia. Outro fator importante que desacelera seu crescimento é a inviabilidade econômica de sua autogeração em função do investimento inicial que é um obstáculo para sua utilização tanto na indústria como nas residências.

Noutros países – Argumenta o deputado Naumi Amorim que “Muitos países têm estabelecido mecanismos de incentivo à produção e à aquisição de equipamentos que utilizem a energia solar, o que tem produzido a queda gradual nos custos dessas máquinas e incremento à economia. Sabemos que o Brasil tem implementado importantes políticas públicas de incentivos para o desenvolvimento dessas fontes de energia. Contudo, ainda tem muito a ser feito para torna-la viável”.

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