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Um ano de tragédias - Eliane Cantanhêde

Se 2016 foi o ano do impeachment da primeira presidente mulher no Brasil e da maior crise econômica da história brasileira, este 2017 está sendo o ano das tragédias. Começou com os assassinatos bárbaros em presídios do Norte e Nordeste e chega agora à morte do ministro Teori Zavascki, que não era apenas um a mais no Supremo Tribunal Federal, mas justamente o relator da Lava Jato, a mais explosiva investigação sobre corrupção no País. O clima em Brasília é de absoluta perplexidade.

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Família viaja e ao retornar encontra a casa ocupada

RIBEIRÃO PRETO - Uma viagem de três meses a São Paulo, por problemas de saúde, vem dando muita dor de cabeça a uma família de Ribeirão Preto, no interior do Estado. O problema é que, ao retornar à residência, nesta semana, os moradores se depararam com outra pessoa habitando o imóvel.

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Camilo Santana – Um semipetista pragmático

Quando, na semana passada, o senador Tasso Jereissati (PSDB) afirmou que o governador Camilo Santana (PT) tinha um “jeitão de tucano”, ele podia mesmo até estar brincando. Mas, como diz o ditado, “toda brincadeira tem sempre um fundo de verdade”. Camilo nunca foi, de fato, um “petista puro sangue”. Basta resgatar alguns episódios da sua trajetória política para perceber quão frágil é o vínculo com a sigla.

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Por que os planos nacionais de segurança dão errado?

Junho de 2000. Um crime expôs a calamidade da segurança pública brasileira. No sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro, uma refém, grávida, foi morta pela polícia. O sequestrador foi morto, no camburão, por policiais. Na semana seguinte, o ministro da Justiça, José Gregori, anunciou o primeiro Plano Nacional de Segurança Pública. “Não há nada mais importante para fazer agora do que combater a violência”, afirmou.

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Banco do Brasil afasta gerentes executivos da área de micro e pequenas empresas

Fachada de agência do Banco do Brasil (Foto:   Bruno Santos/Folhapress)

A administração do Banco do Brasil afastou, na terça-feira (17), quatro gerentes executivos da Diretoria de Micro e Pequenas Empresas. A justificativa é que a produtividade deles, cujos salários giram em torno de R$ 35 mil, estava “baixa”. O diretor da área, Edmar Casalatina, no entanto, foi mantido no cargo. É que ele está há pouco tempo na função.
Enquanto não forem recolocados, esses gerentes executivos continuarão com os mesmos vencimentos. Os funcionários da instituição financeira dão o apelido de “esmolão” a essa prática de manter, por um determinado período de tempo, os salários de quem é sacado de cargos em comissão. 
Os afastamentos em gerências executivas não deverão parar por aí. ÉPOCA

O poder paralelo venceu - Eugênio Bucci

Na noite de 25 de maio de 1992, uma segunda-feira, o então prefeito do Rio de Janeiro, Marcello Alencar, foi entrevistado no Roda Viva, da TV Cultura. Lembro-me bem, fui um dos entrevistadores. Já naquele tempo o crime organizado mandava nos morros cariocas. As autoridades desconversavam, minimizando a existência de um Estado paralelo que só iria crescer. O prefeito do Rio não fugia à regra.

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