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Aposentado do Estado custa dez vezes mais

Por ano, União e Estados gastam algo como R$ 315 bilhões para cobrir os déficits do INSS e das previdências públicas. Pouco mais de R$ 150 bilhões ajudam a pagar 30 milhões de benefícios do INSS, no sistema privado. No entanto, um valor maior – R$ 164 bilhões – é drenado para tapar o buraco nas previdências públicas, criado por apenas 3 milhões de servidores civis e militares da União e Estados.

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O arejamento da política

A falta de lideranças no cenário político é resultado de um processo que, em grande medida, foi provocado. Mais do que isso, foi criteriosamente concebido no passado e segue sendo retroalimentado para tolher o aparecimento de qualquer novidade que represente uma ameaça a interesses estabelecidos.

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Duque põe Lula na pauta da delação de Palocci

Antonio Palocci mantém o propósito de celebrar com a Lava Jato um acordo de colaboração judicial. Em privado, afirma que o pedido de liberdade que sua defesa protocolou no Supremo Tribunal Federal não alterou o plano de se tornar delator. Nesse cenário, o depoimento de Renato Duque ao juiz Sergio Moro introduziu na pauta da delação de Palocci um tema incontornável: Lula.

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Seca verde

 

 

Há seis anos a história se repete. Desde 2012, o período chuvoso no Estado do Ceará tem ficado aquém da necessidade dos seus 8.963.663 habitantes, população estimada em 2016 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A reserva atual dos 153 açudes gerenciados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), 12,7%, se assemelha à do fim da quadra chuvosa de 2016 (11,9%). Por outro lado, os três maiores açudes, Castanhão, Orós e Arrojado Lisboa (Banabuiú), acumulam hoje, respectivamente, 6,05%; 10,69%; e 0,75% em relação às suas capacidades.

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As provas contra Lula: 3 mil evidências, 13 casos e R$ 80 milhões em propina

>> Trecho de reportagem de capa de ÉPOCA desta semana:

No fim da tarde de uma segunda-feira recente, o ex-­presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu ao palco de um evento organizado pelo PT em Brasília. Empunhou sua melhor arma: o microfone. Aos profissionais da imprensa que cobriam o evento, um seminário para discutir os rumos da economia brasileira, o ex-presidente dispensou uma ironia: “Essa imprensa tão democrática, que me trata maravilhosamente bem e, por isso, eu os amo, de coração”. Lula estava a fim de debochar. Não demorou para começar a troça sobre os cinco processos criminais a que responde na Justiça. Disse que há três anos ouve acusações sem o direito de se defender, como se não tivesse advogados. “Eu acho que está chegando a hora de parar com o falatório e mostrar prova. Eu acho que está chegando a hora em que a prova tem de aparecer em cima do papel”, disse, alterado. Lula repetia, mais uma vez, sua tática diante dos casos em que é réu: sempre negar e nunca se explicar. E prosseguiu: “Eu quero que eles mostrem R$ 1 numa conta minha fora desse país ou indevida. Não precisa falar que me deu 100 milhão, 500 milhão, 800 milhão... Prove um. Não estou pedindo dois. Um desvio de conduta quando eu era presidente ou depois da Presidência”. Encerrou o discurso aplaudido, aos gritos de “Brasil urgente, Lula presidente!”.

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"Não fossem as eólicas, o Nordeste estaria enfrentando racionamento de energia"

Usina eólica no Nordeste (Foto: Divulgação  - Abeeólica)

A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) publicou nesta quinta-feira (4) seu boletim anual sobre a atual situaçao das energias dos ventos no Brasil. Os números são animadores. A eólica, uma fonte renovável e não poluente, cresce consistentemente nos últimos anos e hoje representa 7% da energia instalada no Brasil. O país já colhe os frutos desse investimento. Segundo Elbia Gannoum, presidente executiva da ABEEólica, foi graças à energia gerada pelos ventos que a Região Nordeste do país, que sofre com forte seca, não precisou decretar racionamento de energia. ÉPOCA conversou com Elbia, que apresentou um balanço sobre o números divulgados.

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