O TSE diante da História - O GLOBO
O Tribunal Superior Eleitoral viverá na próxima terça-feira o que realmente se pode chamar de dia histórico: julgará quatro ações que pedem a cassação da chapa Dilma-Temer por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2014. Depois de todos os fatos ilícitos que vieram a público, alguns nos últimos meses, depois de todas as provas, depois de todos os depoimentos, não resta dúvida de que a nossa democracia foi lesada, que a chapa, agora em julgamento, foi eleita graças a um esquema bilionário de financiamento oriundo de propina.
Sem Temer - FOLHA DE SP
Deve começar na terça-feira (6) o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral, da chapa que uniu Dilma Rousseff (PT) a Michel Temer (PMDB), acusada de delitos no financiamento da campanha na qual se reelegeu, em 2014. A decisão é crucial, pois poderá implicar o afastamento do presidente Temer do cargo que exerce desde maio de 2016. Sendo provável que ao menos um dos sete integrantes da corte peça vista do processo, o julgamento talvez se estenda pelas próximas semanas.
Palocci prepara bomba contra o PT - ISTOÉ
Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda de Lula e da Casa Civil de Dilma, está preparando o roteiro da colaboração premiada que vai fazer nos próximos dias. Ele quer deixar a prisão em Curitiba, onde está desde setembro do ano passado e para isso compromete-se a delatar o ex-presidente Lula, que até recentemente era um dos seus maiores amigos.
A falta de consenso fortalece Temer na Presidência
Aos 82 anos, o jurista Ives Gandra Martins é um dos mais experientes e premiados especialistas em Direito no Brasil. Professor honorário de diversas universidades nacionais e internacionais, ele foi autor do primeiro parecer jurídico favorável ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. No caso de Michel Temer, ele acredita que, por enquanto, não há razão para a saída.
A jabuticaba das diretas - Carlos José Marques
O Brasil não é mesmo para principiantes. O que alguns caciques oposicionistas, liderados naturalmente pelos oportunistas do PT, tentam passar agora, a qualquer custo, com ares pretensamente democráticos, é a ideia de uma eleição direta antecipada e solitária – para aboletar alguém “novo” na cadeira presidencial no interregno até o pleito de 2018.
Para coautor de impeachment de Collor, diretas é “surrealismo político”

Criminalista que assinou pedido de impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, René Ariel Dotti critica "juízes midiáticos" e diz que descrença na política pode levar à ascensão de radicais como Jair Bolsonaro; segundo Dotti, as delações constituem "vantagens para delinquentes" e que Fachin e Janot atropelaram o processo penal. O advogado também criticou a divulgação de conversas privadas entre o jornalista Reinaldo Azevedo e Andrea Neves, irmã do senador tucano Aécio Neves: "É um abuso material e moral". 24-7

