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Tudo começa por acabar com a mentira

FERNÃO LARA MESQUITA*, O Estado de S.Paulo

15 Agosto 2017 | 03h00

“Eleitor”, ao lado de “Brasil”, é a palavra que menos se ouve no reality show teratológico de Brasília, com suas câmeras abertas e seus gravadores ocultos porque o eleitorado brasileiro está preso num cercadinho. Não precisa ser capturado.

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Que Bolsonaro e Gleisi olhem Charlottesville: o ódio não precisa ser majoritário para matar

Querem saber? É grande a possibilidade de Donald Trump ter ficado sabendo agora que existiu um tal general Robert Lee. E creio mesmo estar fora do seu registro a determinação de alguém de matar ou morrer por alguma causa. Talvez seja sua única qualidade intelectual… Lembram-se de Gary Johnson, o candidato dito libertário, quando lhe fizeram uma pergunta sobre o massacre da população civil de Aleppo, na Síria? Indagou: “Mas o que é Aleppo?”. Trump já perguntou “o que é Aleppo?” algumas dezenas de vezes desde que é presidente: e o fez na economia, na política interna, na política externa, no comércio internacional…

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Em 2018, limite de despesa para cada presidenciável será de R$ 150 milhões

O Congresso votará limites de gastos para os candidatos às eleições de 2018, a serem financiadas com verbas públicas. Projeto de lei que complementa a reforma política prevê que cada candidato à Presidência da República poderá gastar no máximo R$ 150 milhões em sua campanha. Se houver segundo turno, os contendores terão direito a despender um valor adicional de até R$ 75 milhões, elevando o teto de cada campanha finalista para R$ 225 milhões.

A cifra é inferior aos valores declarados ao Tribunal Superior Eleitoral por Dilma Rousseff na sucessão de 2014. Mas é praticamente igual ao montante formalmente declarado por Aécio Neves, o tucano que perdeu a disputa no segundo turno para a ex-presidente petista. Noves fora o caixa dois, o comitê de campanha de Dilma contabilizou gastos de R$ 350,5 milhões. O de Aécio Neves, R$ 223,4 milhões. Os gastos foram bancados por empresas privadas.

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Transferência de açudes é ilegal, alerta Dnocs

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O Castanhão está entre os sete reservatórios cearenses que deverão ser administrados pelo Estado se a mudança se confirmar ( FOTO: ELLEN FREITAS )

Iguatu. Os açudes federais que irão receber águas da Transposição do Rio São Francisco deverão ser administrados pelos Estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Pelo menos é o que prevê termo de compromisso firmado pelo Ministério da Integração Nacional com os respectivos governos estaduais. São 18 reservatórios que deixarão de ser administrados pelo Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), que contesta a decisão.

De acordo com o termo de compromisso firmado pelo Ministério da Integração Nacional, a operação e manutenção integral dos reservatórios seria delegada aos quatro estados nordestinos. O Dnocs alega ilegalidade no ato de cessão administrativa dos reservatórios e contesta a decisão da pasta.

Somente no Ceará, sete açudes sairiam da gestão do Dnocs: Orós, Castanhão, Banabuiú, Atalho, Lima Campos, Quixabinha e Prazeres. A decisão ministerial foi tema de reunião promovida pelo Ministério Público Federal no Ceará (MPF/CE), na última semana, com o diretor geral do Dnocs, Ângelo Guerra, e o procurador, Francisco Arlem de Queiroz Souza.

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Barragem Germinal continua sangrando e Castanhão atinge nível histórico crítico

Conforme Cogerh, a Barragem Germinal, no Maciço de Baturité, continua sangrando após três meses.

A Barragem Germinal sangrou, atingiu o seu aporte hídrico máximo, há três meses, represando as águas do rio Pacoti. Hoje, o reservatório continua com 100% do seu volume, segundo o monitoramento da Cogerh, entretanto, os dados da capacidade do Germinal foram corrigidos para 2,1 milhões de m³, um milhão a menos em relação ao volume divulgado quando sangrou pela primeira vez, no dia 8 de maio passado.

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Uma revolução

Aproveitou-se o espaço político aberto pela mais grave crise econômica de que se tem registro, para se tentar algumas reformas estratégicas. A mais importante delas a fim de se alcançar algum equilíbrio fiscal, imprescindível para a economia voltar a crescer em bases saudáveis, a da Previdência, encalhou na crise política. Mas foi possível modernizar-se, enfim, em boa medida, a arcaica legislação trabalhista. Sob protestos de grupos que sempre se beneficiaram da tutela que o Estado passou a exercer sobre os trabalhadores, a partir da era Getulio Vargas, responsável pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), feita em 1943, sob inspiração da Carta del Lavoro, do fascismo de Mussolini.

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