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Nota fora do tom

O Estado de S.Paulo

15 Setembro 2017 | 03h05

Em vez de esclarecer cabalmente o que ocorreu nas tratativas do acordo de delação premiada com integrantes da JBS, a Procuradoria-Geral da República (PGR) preferiu o caminho fácil de desmerecer os pertinentes questionamentos sobre possível atuação de procuradores da República fora dos trâmites legais. Depois que veio a público relatório da Polícia Federal sobre o caso, a PGR emitiu uma nota que, longe do natural tom de defensora da ordem jurídica, mais se assemelha às habituais respostas de pessoas investigadas em crime de corrupção, interessadas tão somente em não prestar contas à Justiça. O Ministério Público disse apenas que se tratava de “conversas de terceiros fazendo suposições”.

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Lula 'insulta a inteligência do povo', diz Ciro

Fábio Grellet, O Estado de S.Paulo

15 Setembro 2017 | 00h30

RIO - Ministro durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atual pré-candidato à Presidência da República em 2018 pelo PDT, Ciro Gomes fez duras críticas ao seu antigo aliado nesta quinta-feira, 14. “Não é possível insultar a inteligência do povo brasileiro e manter essa mesma narrativa (de perseguição política)”. Segundo ele, a narrativa de Lula fez com que a população perdesse a confiança nos partidos de esquerda. “Eu não falo isso sem dor no coração”, lamentou. 

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Lula, segundo Palocci

O Estado de S.Paulo

14 Setembro 2017 | 03h10

O depoimento do ex-ministro Antonio Palocci ao juiz Sérgio Moro é mais que um libelo acusatório. É uma peça histórica que corrobora que os escândalos de corrupção dos governos petistas não foram eventos isolados. O mensalão e o petrolão foram o resultado de uma operação criminosa instalada na mais alta cúpula do governo federal a partir do primeiro mandato de Lula da Silva e que se manteve após a eleição de Dilma Rousseff. Ao evidenciarem uma vez mais a continuidade no ilícito ao longo dos anos, imune às mais variadas trocas de cargos, as declarações de Palocci deixam também claro quem era o chefe desse sistema perverso que tantos males causou e causa ao País. Não era José Dirceu, nem Antonio Palocci, nem Dilma Rousseff. Quem detinha o comando e quem batia o martelo nas negociações era o sr. Lula da Silva.

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Marqueteiro de Temer acredita ter sido gravado por Joesley

O marqueteiro do presidente Michel Temer, Elsinho Mouco, acredita ter sido gravado por Joesley Batista durante um encontro que ocorreu uma semana antes da gravação feita pelo dono da JBS com o peemedebista no Palácio do Jaburu.

Elsinho confirmou ao Blog ter se encontrado com Joesley no fim de fevereiro, provavelmente no dia 28, porque Joesley queria uma conversa com o presidente da República. Temer foi gravado por Joesley no dia 7 de março.

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O crime e a política

O Estado de S.Paulo

13 Setembro 2017 | 03h11

Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal a terceira denúncia, por organização criminosa, contra lideranças de um partido político. Antes haviam sido acusados políticos do PP e do PT. Agora, foi a vez de integrantes do PMDB. Os três casos parecem confirmar que a Procuradoria-Geral da República (PGR) faz uso distorcido do material recolhido pela Operação Lava Jato, dando por certo que os partidos são organizações criminosas. Ou, pior ainda, que a atividade política pressupõe a prática criminosa.

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Refugiada ganha vida nova no Brasil, perde irmão e vira símbolo para a ONU

Em 19 de setembro de 2014, Maha Mamo e os dois irmãos desembarcaram no Brasil pela porta aberta aos refugiados do conflito na Síria. Não era o caso dos três jovens filhos de sírios, mas nascidos e criados no Líbano. Frutos de um casamento inter-religioso, considerado ilegal na Síria, os irmãos Mamo viviam em um limbo burocrático como parte da legião de 10 milhões de apátridas, segundo estimativas da ONU.

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