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Cláudio Pinho ressalta necessidade de fortalecer o combate ao crime organizado no Brasil

Por Gleydson Silva / ALECE

 

Deputado Cláudio Pinho (PDT) - Foto: Paulo Rocha

 

O deputado Cláudio Pinho (PDT) ressaltou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), nesta quarta-feira (29/10), a necessidade de Estado e União fortalecerem o combate ao crime organizado no Brasil. Para ele, a violência que assola o Rio de Janeiro é a realidade do Brasil, não muito diferente da insegurança no Ceará. 

O parlamentar comentou a operação da Polícia do Rio de Janeiro, que deixou mais de 60 mortos, até ontem, oficialmente. Na avaliação do deputado, “não teremos paz sem esse confronto”, afinal, os policiais foram atacados, até com bombas lançadas de drones. “Será que isso já não é terrorismo, uma guerra?”, questionou. 

De acordo com Cláudio Pinho, o Ceará não vive uma realidade muito diferente, quando o assunto é segurança pública. “O Ceará teve o maior número de assassinatos e suicídios dos profissionais de segurança pública do Nordeste; mais de 3,1 mil homicídios em 2024. Agora querem colocar a culpa dessa violência no Rio de Janeiro no governador de lá, mas aqui no Ceará está igual ou pior. O Ceará ‘três vezes mais forte’ foi a maior mentira que venderam para os cearenses”, pontuou. 

O deputado ressaltou ainda que a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, com envolvimentos de diversos órgãos e instituições. “Apesar disso, a sensação de insegurança no nosso país está no limite e ninguém aguenta mais”, disse. 

O deputado Sargento Reginauro (União), em aparte, rebateu críticas da esquerda à operação no Rio de Janeiro, querendo classificá-la como “sem planejamento e equivocada”. Segundo ele, o cenário é de guerra e, infelizmente, pode haver pessoas inocentes mortas. “Mas só um dos criminosos abatidos ontem responde por cem homicídios. Alguém vai fazer discurso contra os crimes nas comunidades? Não faz. Todos os dias morrem inocentes nas mãos dos criminosos, mas se morrer bandido, logo os defensores dos direitos humanos se apressam em sair na defesa e tentar condenar a polícia”, observou.  

Edição: Lusiana Freire

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