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Travessura do destino - DORA KRAMER

O destino não tem comando e, por isso, faz das suas. No tocante ao nosso pedaço, a mais recente é a coincidência entre o julgamento de dois processos no Congresso: o do impeachment de Dilma Rousseff, no Senado, e o da cassação do mandato de Eduardo Cunha, na Câmara. Ambos ocorrerão nesse mês que se avizinha, dando margem ao livre curso das crendices. 

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O ocaso de Lula: desprestígio, abandono e suspeitas

Às 7h50 da última quarta-feira, um segurança do ex-presidente Lula chegou ao Aeroporto Oscar Laranjeira, em Caruaru, no agreste de Pernambuco. Diligente, comunicou que um Gulfstream G200, avião executivo de luxo e alta performance, estava a caminho da cidade. Minutos depois, dois representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o vice-prefeito Jorge Gomes (PSB) estacionaram seus carros no local. Estavam apreensivos, porque não havia militantes para oferecer uma recepção calorosa a Lula. “Eles vão chegar. Pode ficar tranquilo”, disse um dos líderes do MST ao segurança, tentando amenizar a tensão. Uma hora mais tarde, só oito pessoas aguardavam o ex-presidente. “Vamos partir para o plano B. Acho melhor receber o Lula no hotel. Manda o pessoal para lá”, ordenou o guarda-costas.

 

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A caravana da mentira - ISTOÉ

Antes de se eleger presidente pela primeira vez, em 2002, Luiz Inácio Lula da Silva percorreu o País nas chamadas Caravanas da Cidadania. Na semana passada, Lula novamente colocou os pés na estrada. Bem no estilo populista, vestiu um chapéu de couro e percorreu cinco cidades da Bahia e de Pernambuco. O problema é que depois de 13 anos no poder e de protagonizar ao lado do PT o maior escândalo de corrupção já registrado em nossa história, a versão moderna das romarias de Lula nada mais é do que uma caravana de mentiras.

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Mordomia: carros oficiais a serviço da família de Dilma - iISTOÉ

Como tantas outras Paulas filhas deste País, Paula levanta cedo da cama com o tilintar do despertador. Não raro, o marido, Rafael, já está de olhos abertos. Pela manhã, ela mantém uma rotina nada estranha à maioria das pessoas de classe média. Vai ao cabelereiro, faz compras para abastecer a despensa de casa, reserva uns minutos para o pilates e uma ida rápida à clínica de estética, e, eventualmente, dá uma passadinha no pet shop. Depois de almoçar, leva o filho à escola. À tarde, dirige-se ao trabalho, obrigação já cumprida pelo marido de manhã. Como tantas outras Paulas filhas deste País, Paula seria apenas mais uma brasileira se não carregasse em sua assinatura o sobrenome Rousseff.

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Cunha escalará o cadafalso juntinho com Dilma

Durante nove meses, Eduardo Cunha reivindicou dos seus pares a imunidade que a política concedia no passado aos que roubavam mas faziam. Para Cunha, seu protagonismo no processo de impeachment de Dilma Rousseff justificava seus pecados. O fato de ter atuado para livrar o Planalto de um desastre ético-gerencial o credenciava como herói da sua própria ficção.

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