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Com Dilma fora do Planalto, PT discute abreviar mandato de dirigentes para se renovar

Com que roupa? Acuado com sucessivas denúncias de corrupção e afastado do poder central depois de quase 14 anos, o PT discute abreviar o mandato da atual direção e antecipar as eleições internas para o início de 2017. As articulações devem ganhar corpo após as disputas municipais. Envolvem, inclusive, integrantes da CNB, maior corrente petista. A avaliação de quem defende a tese é que, com Dilma Rousseff fora do Planalto, o partido precisará se reinventar — o que exige um comando de cara nova. Me ajuda a te tirar Muitos afirmam, porém, que o partido não fará “um golpe dentro do golpe” para derrubar o atual comando. Dizem que uma nova eleição só ocorrerá com a anuência de Rui Falcão, presidente da sigla. FOLHA DE SP / PAINEL

Projeto brasileiro cria carro que roda mais de 300 km com 1 litro de etanol

Carro de pesquisadores brasileiro percorre 316 km com um litro de etanol (Foto: Equipe Pato a Jato/Divulgação )Carro de pesquisadores brasileiro percorre 316 km com um litro de etanol (Foto: Equipe Pato a Jato/Divulgação )

Um carro que pode percorrer a distância equivalente de Ribeirão Preto a São Paulo (316 km) com apenas um litro de etanol é uma façanha alcançada por pesquisadores brasileiros que pode auxiliar na produção de veículos com alta eficiência energética e menos poluentes.

O carro supereconômico e mais sustentável é uma das novidades da Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética (Fenasucro), que começa nesta terça-feira (23), em Sertãozinho(SP), e segue até o dia 26.

O protótipo, desenvolvido por estudantes paranaenses, foi testado nos Estados Unidos no ano passado e a meta é que neste ano o carro projetado pelos brasileiros chegue a uma autonomia de 400 quilômetros com um litro do combustível da cana-de-açúcar.

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Os problemas da Ficha Limpa - O ESTA DO DE SP

Foram infelizes os termos usados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes para qualificar a Lei da Ficha Limpa – ele disse que “parece que foi feita por bêbados”. No entanto, esse deplorável deslize não muda a realidade de que a redação dessa lei, feita para ajudar a moralizar a vida política nacional, é confusa e, em vários momentos, não possui o necessário rigor jurídico.

Em se tratando de uma lei de iniciativa popular, subscrita por 1,6 milhão de brasileiros, e que ademais se presta a alijar os corruptos das campanhas eleitorais, é evidente que qualquer crítica a ela pode ser vista como uma tentativa de sabotar esse nobre e necessário esforço. Mas uma recente decisão do Supremo permitindo a candidatura de prefeito que teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas, por mais lamentável que tenha sido, mostra que é necessário reconhecer e ressaltar a inconsistência de alguns dos termos da Lei da Ficha Limpa.

A Ficha Limpa é a Lei Complementar n.º 135, de 2010, que serviu para “incluir hipóteses de inelegibilidade que visam a proteger a probidade administrativa e a moralidade no exercício do mandato”. Entre essas hipóteses, estabeleceu-se que são inelegíveis “os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário, para as eleições que se realizarem nos oito anos seguintes, contados a partir da data da decisão, aplicando-se o disposto no inciso II do art. 71 da Constituição Federal, a todos os ordenadores de despesa, sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição”. O inciso ao qual o texto se refere é o que estabelece que o controle externo exercido pelo Congresso sobre a contabilidade da União será feito com o auxílio do Tribunal de Contas.

Na interpretação dos idealizadores da Ficha Limpa, a condenação de prefeitos e governadores pelos Tribunais de Contas em razão de irregularidades nas contas – sejam elas de gestão, relativas às despesas administrativas, sejam de governo, que dizem respeito ao cumprimento do disposto no Orçamento – é suficiente para impedir que esses políticos se candidatem. Mas, salvo na menção genérica a “todos os ordenadores de despesa”, isso não está escrito na lei, razão pela qual o Supremo foi chamado a se pronunciar.

O placar apertado, de 6 a 5, mostra que os ministros do Supremo tiveram muita dificuldade para interpretar o espírito da lei, tamanha a sua dubiedade. E a sentença do Supremo acabou por atribuir às Câmaras Municipais, e não aos Tribunais de Contas, a prerrogativa de condenar prefeitos por improbidade administrativa, decisão que enfraquece muito a possibilidade de punição, já que costumeiramente as Câmaras tendem a votar a favor de quem está no poder ou simplesmente nem sequer chegam a apreciar as contas do governo.

A Lei da Ficha Limpa tem ainda outros problemas importantes, não abordados nesse julgamento do Supremo. Um deles é a possibilidade de tornar inelegíveis aqueles “que forem excluídos do exercício da profissão, por decisão sancionatória do órgão profissional competente, em decorrência de infração ético-profissional”. Ou seja, a lei transforma entidades de classe em tribunais, com poder para impedir que cidadãos exerçam o democrático direito de se candidatar a um cargo eletivo. Não há cruzada pela moralização que justifique tamanha arbitrariedade.

Do mesmo modo, é controvertido o ponto da lei que cassa direitos políticos dos indivíduos condenados já em segunda instância por um colegiado de juízes. Se o indivíduo for considerado inocente quando o processo transitar em julgado, nos tribunais superiores, o estrago já estará feito com a aplicação antecipada da pena.

Diante de tudo isso, é preciso deixar de lado a indignação com as inadequadas palavras do ministro Gilmar Mendes e discutir o que realmente interessa: até que ponto se pode ir quando se pretende sanear a vida pública? A resposta é tão simples quanto desafiadora: o limite é a lei.

Por Lula, PT difama o Brasil - O ESTADO DE SP

A “mais violenta campanha de difamação contra um homem público em toda a história do País”, da qual Lula da Silva se diz vítima, é denunciada por uma “cartilha” impressa em quatro línguas – português, inglês, francês e espanhol – que o PT vai distribuir a personalidades e órgãos de comunicação no exterior.

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Brasil tem melhor desempenho da história das Olimpíadas

Esq: Min. do Esporte/Dir:Reuters-Marcos Brindicci:

Foram 19 pódios para o Brasil nos Jogos Olímpicos, mas o número de medalhas não foi o necessário para bater meta do governo e do Comitê Olímpico do Brasil, de ficar entre os 10 primeiros países no ranking de total de medalhas; o Brasil terminou os Jogos do Rio em 13º no ranking com total de medalhas; com sete ouros, o país bateu o recorde de Atenas 2004, quando foram conquistadas cinco medalhas; um dos destaque da Rio 2016 foi o futebol masculino, que conquistou o seu primeiro ouro olímpico ao vencer a Alemanha por 5x4 nos pênaltis; outra destaque foi o canoísta de velocidade Isaquias Queiroz, sendo o primeiro brasileiro a acumular três pódios em uma edição. PORTAL 24=7

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