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André Singer: “Os pobres puniram o lulismo pela crise econômica”

Cientista político e professor da Universidade de São Paulo (USP), André Singer foi porta-voz do primeiro governo Lula. De volta à universidade, caracterizou o “lulismo” como um movimento de reformas lentas que ganhou a adesão dos eleitores mais pobres – tradicionalmente conservadores. Para Singer, tal associação poderia provocar um alinhamento político parecido com o que ocorreu nos Estados Unidos entre o Partido Democrata e setores populares a partir do New Deal, de Frankin Roosevelt. Com o impeachment de Dilma Rousseff e a derrota do PT nas últimas eleições municipais, essa ideia sofreu um abalo. Singer, que acaba de organizar o livro As contradições do lulismo (Boitempo, 288 páginas, R$ 52), diz, no entanto, que não se pode ainda decretar o seu fim.

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Armas sem lei - FOLHA DE SP

Por tradição histórica, por razões de autoimagem e também, sem dúvida, por sua relativa equidistância geopolítica, o Brasil desfruta da invejável condição diplomática de ser um "país sem inimigos" —esta a frase de que se valem, com tanto orgulho quanto alívio, os profissionais da área.

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Aposentadoria ameaçada - O ESTADO DE SP

A “verdadeira bomba-relógio financeira” que a auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou nos regimes de previdência de dezenas de Estados e municípios, como a descreveu o ministro do TCU Vital do Rego, tem alcance muito amplo. Situação análoga à desses regimes foi detectada por auditoria anterior do próprio TCU nas demonstrações financeiras e atuariais de 2.089 fundos de previdência mantidos por governos estaduais e prefeituras, cobrindo 7,6 milhões de segurados (sendo 5,1 milhões de servidores ativos, 1,9 milhão de aposentados e 623 mil pensionistas).

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A barreira necessária - O ESTADO DE SP

A tão necessária diminuição do número de partidos políticos está mais próxima de se tornar realidade. O Senado aprovou, em segundo turno, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 36/2016, que, entre outras medidas, introduz a chamada cláusula de barreira para os partidos políticos. A proposta, que agora será encaminhada à Câmara dos Deputados, é uma importante medida moralizadora, que pode contribuir para uma efetiva melhora da qualidade da representação política.

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É necessária a saída de Geddel - O GLOBO

Michel Temer dá seguidas demonstrações de fidelidade a amigos do seu grupo político. Na condição de presidente da República, assume, assim, riscos. E não apenas devido ao salutar processo de combate à corrupção, iniciado de forma mais visível no escândalo do mensalão, em 2005, e acelerado no petrolão, desvendado pela Lava-Jato a partir de 2014.

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