Irresponsáveis por natureza - O ESTADO DE SP
O pedido de impeachment protocolado pelo PSOL contra o presidente Michel Temer tem peso equivalente ao da representatividade daquele partido – isto é, zero. No entanto, a atitude serve para reafirmar o quão irresponsáveis são os que, mesmo desprovidos de votos, se julgam os verdadeiros intérpretes da vontade popular e guardiães da democracia. O autoritarismo desses movimentos os impede de ver que o momento do País é crítico e demanda, mais do que nunca, disposição para a negociação política. Para PSOL, PT et caterva, jamais interessou dialogar, pois a única linguagem que conhecem é a do confronto – no qual o adversário é um inimigo que deve ser aniquilado e não apenas derrotado.
Barroso comanda patuscada abortista no STF; seus argumentos ofendem a Constituição e o Código Penal e agridem o Congresso
Roberto Barroso é o mais esquerdista e legislador dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Não por acaso, é um dos queridinhos da imprensa. Incomodam-me nele menos as suas ideias — no mais das vezes, detestáveis — do que as táticas a que recorre para, a meu juízo, burlar os limites constitucionais e, ora vejam, se comportar como legislador. Aliás, daqui a pouco, o Poder Legislativo será extinto no Brasil. No Supremo, tomam o seu lugar e legislam. Nas ruas, o Ministério Público Federal comanda o linchamento da Câmara e do Senado. Vamos lá.
A equação da odisseia brasileira - O ESTADO DE SP
A natureza sugere otimismo: extensão geográfica bem dotada de recursos, terra fértil, clima variado e sem catástrofes naturais. Mas o capital humano não corrobora a paisagem: nossas atribulações se devem principalmente à condução do País, à (des)organização e ao funcionamento tumultuado de nosso modelo híbrido, presidencial-parlamentarista de coalizões conjunturais envolvendo dezenas de partidos, a maioria deles inexpressivos (mas clientes do Fundo Partidário...) e de pouca (se tanto) consistência doutrinária e programática, salvo um ou outro em assunto singular – meio ambiente, por exemplo.
Respeito ao Congresso - O ESTADO DE SP
Os autores das “Dez Medidas Anticorrupção” parecem decepcionados com o andamento do Projeto de Lei (PL) 4.850/2016 no Congresso. Recentemente, o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato e um dos autores do pacote de medidas, demonstrou preocupação com o fato de a proposta ter sofrido alterações na Câmara dos Deputados, como, por exemplo, a exclusão de pontos relativos ao aumento dos prazos de prescrição dos crimes de corrupção.
O veto à anistia - O ESTADO DE SP
“Queremos fazer uma comunicação, por termos feito, o Executivo e o Legislativo, um ajustamento institucional com vistas a, se for possível, impedir a tramitação de proposta que vise a chamada anistia.” Ladeado pelos presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o presidente da República, Michel Temer, anunciou à nação que, atento à “voz das ruas”, o governo está disposto a impedir que se concretize no Congresso Nacional a manobra que objetiva, no momento em que se anuncia iminente a divulgação da delação premiada da Odebrecht, blindar os políticos contra a punição da prática do caixa 2.
Campanha mundial pede o fim da violência contra as mulheres
A luta pelo fim da violência contra as mulheres deve ser diária e abordada em todos os setores da sociedade. Desde 2003, o Brasil participa da campanha mundial “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher”. Neste ano, o tema da campanha “Machismo. Já passou da hora” faz um alerta sobre pequenas atitudes do cotidiano que levam ao desrespeito à mulher. O governo federal pretende levantar o debate e a reflexão para diferentes formas de agressões e contextos que podem desencadear violências mais graves contra as mulheres.
No Brasil, a Campanha dos 16 Dias se inicia em 25 de novembro e termina em 10 de Dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos.

