Galinha que acompanha pato morre afogada
O princípio de livre mercado é um dos mais sedutores da literatura econômica. Assegura que promove a eficiência, respeitando a liberdade, deixando que preços e quantidades de bens e serviços sejam determinados pela interação das ofertas e demandas de consumidores e produtores, sem a intervenção dos governos.
‘In pectore’ - Eliane Cantanhêde
O ministro Alexandre de Moraes foi desde o início o nome preferido do presidente Michel Temer para a vaga de Teori Zavascki no Supremo. Podia até não preencher os critérios da opinião pública, mas preenchia todos os critérios do próprio Temer: constitucionalista como ele, doutor pela USP, professor universitário, livros publicados, cioso do equilíbrio entre poderes e cuidadoso em matéria penal e em questões fiscais – algo fundamental em tempos de reformas.
Moraes defende prisão ‘por sentenças condenatórias sem trânsito em julgado’
A chegada de Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal não deve alterar a decisão que empurrou para dentro das cadeias os condenados em duas instâncias do Judiciário. O indicado de Michel Temer à poltrona de Teori Zavaschi escreveu sobre o tema num de seus livros. Chama-se Direitos Humanos Fudamentais. Suas posições coincidem com as do juiz Sergio Moro e dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato.
Breve história da corrupção no Brasil

Iniquidade - FOLHA DE SP
A recessão fez aumentar ainda mais a vantagem salarial dos trabalhadores do setor público em relação aos da iniciativa privada. Como os primeiros gozam de ampla proteção contra o desemprego, a iniquidade se agrava. De acordo com o IBGE, o salário médio do funcionalismo elevou-se em 1,5% acima da inflação em 2016, para R$ 3.199 mensais; no mesmo período, os trabalhadores celetistas amargaram queda de 1,3% em seus rendimentos, de R$ 1.952 em média.
De salvacionistas, esquerdistas e direitistas burros

Ah, sim! Há muita coisa sobre a qual falar, queridos. Uma delas é o texto de Deltan Dallagnol no Facebook. Sugiro que uma eventual nova indicação para o Supremo passe por ele, com poder de veto. Aliás, por que não a gestão do país? Sem eleição, é claro!, que isso é coisa de políticos, e as pessoas limpinhas têm de ter nojo de políticos, certo?

