13º de vereadores é constitucional, mas deve seguir legalidade estrita
Nos últimos dois anos não foram poucas as manifestações espalhadas em municípios, capitaneadas por setores ou grupos que, socializando-se, passaram a se apresentar como porta vozes da “vontade da sociedade”, que com vestes pretas e palavras de ordem (‘o poder emana do povo’), ocuparam Câmaras Municipais requerendo o fim do pagamento de “salário” a agentes políticos eleitos, notadamente vereadores[i].
CSP tem presença de mulheres acima da média nacional no setor siderúrgico

Marília Oliveira Silva, 30 anos, tem muito do que se orgulhar neste Dia Internacional da Mulher, 8 de março. Bacharel em Química, com habilitação em Química Industrial, ela trabalhava na indústria farmacêutica e, após dois meses desempregada, concorreu a uma vaga na Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP).
Plataforma médica facilitará atendimento a idosos na rede privada

O compartilhamento de dados de pacientes idosos entre médicos e demais profissionais de saúde poderá ser de forma integral e totalmente digital. Resultado da parceria entre a Associação Paulista de Medicina (APM) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a nova plataforma permitirá reduzir os custos de Saúde – uma vez que não será mais necessário impressão de exames antigos para serem levados a uma nova consulta – e racionalizar o fluxo de atendimento. Trata-se do projeto Idoso Bem Cuidado.
Juiz decreta falência e prisão de dono do Parque Recreio
A Justiça decretou, ontem prisão preventiva de Genil Araújo Camelo, proprietário do Parque Recreio, e falência do Grupo. O empresário é acusado de movimentar o patrimônio da L.D Comércio, pertencente ao Grupo, cujos bens estão bloqueados judicialmente para pagar funcionários e credores da empresa falida. A decisão foi proferida pelo juiz Cláudio de Paula Pessoa da 2ª Vara de Recuperação e Falências do Poder Judiciário do Estado do Ceará, localizada na Comarca de Fortaleza, no Fórum Clóvis Beviláqua.
Invulnerável, Temer exagera na falta de recato
O governo de Michel Temer tornou-se o túmulo do recato. O pudor perdeu o sentido. Num instante em que o Tribunal Superior Eleitoral levanta os podres da campanha de 2014 e a Procuradoria-Geral da República se prepara para formalizar uma avalanche de inquéritos decorrentes das delações da Odebrecht, o presidente promove no Congresso uma despudorada dança de cadeiras.
Temer substituiu o ‘não sabia’ pelo ‘nada a ver’
Michel Temer não tem nada a ver com os R$ 10 milhões que a Odebrecht deu ao PMDB por baixo da mesa em 2014, como não teve nada a ver com o rateio do dinheiro. Marcelo Odebrecht, o provedor dos recursos, foi recebido em jantar no Jaburu. Seu funcionário Cláudio Melo Filho acertou a distribuição do dinheiro com o atual chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, amigo do presidente há três décadas. Mas Michel Temer não tem nada a ver com isso.


