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Sindicalismo como profissão

O Estado de S.Paulo

28 Novembro 2017 | 03h04

A anunciada greve dos funcionários da Central Única dos Trabalhadores (CUT) diz muito sobre a entidade e os seus reais propósitos. Na terça-feira da semana passada, a direção da central sindical iniciou um Plano de Demissão Incentivada (PDI) que visa à redução de 60% de sua folha de pagamento, hoje composta por quase 180 funcionários.

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Obrigada e tchau, caros leitores - RUTH DE AQUINO

Se alguém disser a você que a primeira coluna é a mais difícil de escrever, não acredite. É fake news. A mais difícil é a última. A primeira é um ensaio, uma ousadia, uma garrafa que o colunista joga ao mar, um aviãozinho de papel inocente e desafiador. A última, depois de dez anos e 520 colunas sem faltar uma semana, é uma despedida. E você sabe o que é uma despedida, mesmo voluntária. Outras ousadias me aguardam na próxima esquina.

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Após reforma trabalhista, sindicatos demitem para sobreviver

Douglas Gavras , O Estado de S. Paulo

25 Novembro 2017 | 16h00

O fim da contribuição sindical obrigatória, extinta com a reforma trabalhista, forçou centrais e sindicatos a se adaptarem aos novos tempos de vacas mais magras. Eles têm demitido, vendido ativos e organizado planos de demissão voluntária (PDV) para se adequar a uma perda estimada em um terço da receita. Até 2018, 100 mil trabalhadores diretos e indiretos devem ser afetados, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

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Energia eólica transforma a paisagem da Chapada do Araripe

O Nordeste é cheio de contrastes. A seca rigorosa castiga sem piedade a Caatinga. A vastidão árida revela um horizonte sem esperança. A enxada remexe a terra seca. Uma realidade que o sertanejo conhece bem. Mas os bons ventos sopraram, mudaram a paisagem da Chapada do Araripe. E trouxeram um futuro cheio de novas perspectivas. Abençoados são os ventos que produzem energia eólica nos sertões. As rajadas de ventos movem os aerogeradores e mudam a vida dos sertanejos, que enfrentam o 6º ano seguido de seca.

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O pior de todos os medos

Guerra, terrorismo, fome, pobreza. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sabe que questões como essas afligem as crianças e adolescentes do mundo todo. Para identificar quais são os assuntos mais atemorizantes — e desenvolver programas que possam amenizar seu impacto nos jovens — uma agência de pesquisas foi encarregada de entrevistar 11 mil meninos e meninas, de 9 a 18 anos, em 14 países. Os escolhidos foram África do Sul, Brasil, Egito, Estados Unidos, Holanda, Índia, Japão, Malásia, México, Nigéria, Nova Zelândia, Quênia, Reino Unido e Turquia. Na soma de todos os itens avaliados, a violência desponta na primeira posição. Ela é considerada a maior preocupação para 67% dos entrevistados, chegando a 82% no Brasil — um lamentável recorde.

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