Dissidentes analisam hipótese de sair do PSDB
Um pedaço do tucanato voltou a analisar a hipótese de acordar em outra legenda até o mês de março. A revoada já tem até um destino provável: o Livres, partido que virá à luz por meio de um rebatismo do nanico PSL. Dois fatores estimulam a banda insatisfeira do PSDB a olhar para a porta de saída:
Crescimento da miséria é obra do PT, não de quem o sucedeu no poder
Por: Reinaldo Azevedo
Publicada: 16/12/2017 - 8:12
Vejam os dados do IBGE, que estão em toda parte, sobre a pobreza e a miséria extrema no Brasil. Cresceram de 2014 para 2016. Algo de surpreendente nisso? Resposta: “não!” Crescimento econômico ainda é a melhor notícia que podem ter os pobres, e recessão, a pior.
As páginas de esquerda já estão vomitando indecências. Tentam atribuir ao governo Temer a piora dos índices. Errado! A economia brasileira encolheu 3,8% em 2015 e 3,6% em 2016, vindo já de uma trajetória de baixíssimo crescimento. Quem devolveu alguns milhões para a miséria foi o regime lulo-petista. Temer não tem nada a ver com isso. Ou tem: seu governo está tomando medidas que contribuíram para repor o país no caminho do crescimento. Crescimento que pode ser abortado caso, como quer o PT, não se faça a reforma da Previdência
No submarino estamos todos
*Flávio Tavares, O Estado de S.Paulo
16 Dezembro 2017 | 03h02
A tragédia do submarino argentino vai muito além do horror da morte coletiva por sufocação. O que me atordoa não é só aquele lento despedir-se da vida por faltar o ar, literalmente, na brutalidade perversa de um sarcófago de aço no fundo do mar. Cada um dos 44 tripulantes deve ter aguardado o instante final na angústia de ver morrer o saudável companheiro ao lado sem poder socorrê-lo, consciente de que a próxima vítima seria ele, em segundos ou minutos.
Relatório do Inpe prevê chuvas abaixo da média


Precipitações abaixo da média em todo o Ceará. Essa foi a tendência apontada para os próximos meses pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), órgão vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em seu mais recente relatório trimestral, divulgado nesta semana.
Restos a pagar
Fernando Gabeira, O Estado de S.Paulo
15 Dezembro 2017 | 03h05
O fim de ano coincide com a divulgação do número de assassinatos no Brasil, nos primeiros 15 anos do século 21: 278.839. Mais do que a Síria, que vive uma longa guerra. Anualmente são assassinadas 60 mil pessoas. A cada dez minutos alguém perde a vida pelas mãos de outro.
Principais partidos são presididos por investigados, denunciados e um preso
É como se no sétimo dia, quando Deus descansou, tivessem surgido sobre a terra os partidos políticos brasileiros. Em consequência, uma característica fundamental da dificuldade do eleitor é ter que ouvir os presidentes dos partidos durante vários anos para chegar à conclusão de que eles não têm nada a ensinar sobre ética, exceto que se trata de uma virtude facilmente contornável.



