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SPC adota reconhecimento facial para dar crédito

Filipe Oliveira / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

O SPC Brasil lançou serviço para que lojas possam confirmar a identidade de consumidores a partir de imagens na hora de dar crédito. Isso é feito comparando fotos tiradas na hora com imagens de um banco de dados.

O serviço começa já com uma base de 30 milhões de rostos associados a suas respectivas identidades, diz Noilton Pimentel, gerente de bureau de crédito do SPC Brasil.

A base tem dados coletados por terceiros (principalmente varejistas) ou por instituições ligadas ao SPC Brasil, que podem pedir ao consumidor que seja fotografado quando ele checa se está com o nome sujo.

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Propostas para melhorar o transporte urbano no país

Leão Serva / FOLHA DE SP
 

1 - PRIORIDADE PARA O TRANSPORTE PÚBLICO EM VEZ DO CARRO

Impacto Alto

Prazo Curto a longo

O quê? Incentivos fiscais e subsídios federais, estaduais e municipais devem ser focados em indústrias de veículos pesados de transportes e construção e manutenção de serviços de transportes públicos. A indústria automobilística tem sido a espinha dorsal da lógica oficial de indução do desenvolvimento brasileiro

Como? Ações conjuntas das três esferas de poder para mudar a cultura da mobilidade, como cobrança de pedágios urbanos e restrição progressiva à circulação em áreas densas

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É preciso conter a primazia dos carros para país ter transporte eficiente

Fabrício Lobel / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

Uma corrida de carros. Foi assim que o então presidente Juscelino Kubitschek encerrou os festejos pela inauguração da capital federal do país, em 1960. Na nova cidade de Brasília, automóveis em alta velocidade trafegando pelas longas pistas asfaltadas eram a metáfora de um Brasil que precisava crescer e acelerar para o futuro.

Décadas depois daquela competição, Brasília convive, a exemplo de quase todas as grandes cidades brasileiras, com congestionamentos diários que parecem sem solução e com uma frota de veículos que não para de aumentar.

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Após crescerem dez vezes em 70 anos, cidades têm de melhorar mobilidade

Leão Serva/ folha de SP
SÃO PAULO

Quando a seleção brasileira entrou em campo na Copa do México, em 1970, a torcida cantava um hino que dizia: "90 milhões em ação". Ao começar a Copa da Rússia, neste ano, a população brasileira era estimada em 213 milhões. Foi um aumento de quase 2,5 vezes em meio século.

O Brasil experimentou crescimento populacional explosivo nas últimas décadas. Mas essas proporções parecem pequenas quando comparadas à migração das áreas rurais para centros urbanos. Segundo o IBGE, em 1950, um terço dos brasileiros morava em cidades. De 1950 até 2018, a população urbana decuplicou, partindo de 18 milhões para atingir 180 milhões.

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Admirável mundo novo Somos pequenos e diminuímos nas últimas décadas por falta de li

William Waack, O Estado de S.Paulo

19 Julho 2018 | 03h00

É uma pena, e ao mesmo tempo um péssimo sinal, o fato de temas de política externa terem tão pouca importância no debate político eleitoral no Brasil, país ao mesmo tempo abençoado e amaldiçoado pela enorme distância que mantém de qualquer conflito internacional relevante. Abençoado, pois ninguém aqui vai dormir hoje preocupado em saber se um ente querido vai matar ou morrer num conflito armado (não estou considerando a guerra interna brasileira como conflito armado clássico). Amaldiçoado, pois a imensa maioria da população – e os políticos em geral – não tem a menor percepção da natureza, abrangência e alcance de grandes contenciosos lá fora.

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Nada mais espanta

Não só não espanta como sequer surpreende. Se o Brasil é a terra dos contrastes e contradições, como já foi classificado, o Rio de Janeiro é a sua capital, onde o absurdo e o paradoxo são lugares-comuns. Aqui, o desvio é norma, o crime, uma rotina e o caos urbano, o pão nosso de cada dia. Em cinco meses, a intervenção federal, que veio para resolver a questão da segurança, não só não conseguiu, como permitiu que casos graves tenham aumentado. Também no Rio, um assassinato que chocou a população e mobilizou até a ONU, exigindo sua elucidação, torna-se, 120 dias depois, apenas um refrão inútil e sem resposta das autoridades: “Quem matou Marielle?”

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