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Carlos Felipe cobra normalização do repasse de medicamentos para glaucoma

Deputado Carlos FelipeDeputado Carlos FelipeFoto: Máximo Moura

 
O deputado Carlos Felipe (PCdoB) chamou a atenção, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (01/03), para a suspensão do repasse de medicamento para pacientes com glaucoma pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Segundo o parlamentar, a SMS suspendeu o repasse de verba por conta de uma nova chamada pública. “O repasse do medicamento é feito pela clinica conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS), que depois emite a cobrança à SMS. Porém, houve suspensão do pagamento a partir deste mês, em virtude de um novo processo de contratualização. Esse problema precisa ser resolvido sem castigar os pacientes”, explicou.

Carlos Felipe enfatizou que cerca de 7 mil pessoas cadastradas no Programa de Assistência aos Portadores de Glaucoma devem ficar sem medicamento. “Um paciente com glaucoma que fica sem medicamento pode chegar a ficar cego. Essa medicação custa em torno de R$300, e muitas pessoas não podem arcar com esse custo. Peço a sensibilidade da Prefeitura de Fortaleza”, assinalou.

O deputado salientou ainda que as taxas de desemprego continuam subindo e criticou medidas do Governo Federal que favorecem a concentração de renda. “Muitos diziam que quando a ex-presidente Dilma saísse do poder, o desemprego ia sumir. Pois ela saiu, e o Governo Temer aumentou o desemprego, alimentando um sistema perverso e desumano que favorece os mais abastados”, apontou.

Para o parlamentar, é necessário descongelar os investimentos na saúde, fortalecer as empresas brasileiras, investir em ciência e tecnologia, além de outras medidas que assegurariam o crescimento do País. “É lamentável ver o desemprego crescendo e as pessoas reféns de um sistema perverso”, afirmou.

Em aparte, o deputado Dr. Santana (PT) também lamentou medidas do Governo de Temer que visam fortalecer a concentração de renda. “São mais de 23 milhões de brasileiros que vivem entre o desemprego e o subemprego. É uma falência do País a serviço de uma elite”, criticou.

GM/PN

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