Dr. Santana comenta fechamento de agências do Banco do Brasil
Dep. Dr Santana (PT)Foto: Máximo Moura
O parlamentar leu nota à imprensa divulgada pelo Sindicato dos Bancários de Brasília, na qual o órgão manifesta descontentamento com as ações propostas de reestruturação do Banco do Brasil e externa preocupação com a redução no número de agências bancárias.
“De acordo com o sindicato, e eu compactuo com este entendimento, a população vai ser a principal prejudicada com essa reestruturação em curso, porque é ela quem vai sofrer os impactos diretos da diminuição dos postos de trabalho e da extinção de agências”, salientou Dr. Santana.
Para o petista, os profissionais de bancos públicos estão sendo perseguidos pelo governo Temer, que tentaria reduzir o papel dessas entidades para aumentar o protagonismo dos bancos privados.
“O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal são bancos lucrativos e desempenham um papel fundamental no fomento e no desenvolvimento social do País. Mas o novo governo, na lógica do estado mínimo, quer fazer exatamente o contrário e reduzir a força destes bancos”, criticou o deputado.
Em aparte, o deputado Fernando Hugo (PP) também questionou a proposta de redução de agências do Banco do Brasil, mas fez críticas à antiga administração petista. “Não há como ‘descasar’ a situação caótica que o Brasil passa no momento dos governos anteriores, principalmente a conjunção desastrosa dos governos Lula e Dilma. Então as ações econômicas questionáveis de hoje estão sendo criadas por conta do desleixo administrativo de antes”, justificou.
Já o deputado Elmano Freitas (PT) avalia que a proposta de redução de agências do Banco do Brasil não tem relação com um possível prejuízo que o banco venha registrando. “Como já foi dito, tanto a Caixa Econômica quanto o Banco do Brasil são bancos lucrativos”, lembrou. E complementou: “(estas ações) se explicam por um entendimento de que o enxugamento da máquina passa por reduzir a força dos bancos públicos para que outros ganhem mercado, aqueles que financiaram o impeachment da presidente Dilma”, disse.
RG/GS / AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO DA AL - ADRIANO MUNIZ

