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CONFIANÇA NA PRESIDÊNCIA É DE 30 PONTOS, A MENOR DESDE 2012

247 - A confiança da população nas instituições brasileiras está no seu menor patamar desde 2009, segundo pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência. Segundo o estudo, a confiança alcança 54 de um total de 100 pontos. As diferenças mais significativas foram na redução na confiança na Igreja (de 71 pontos em 2015 para 67 neste ano) e o aumento nos índices do Presidente da República (de 22 para 30 pontos) e do Governo Federal (de 30 para 36). Segundo o estudo, as três instituições com menor índice de confiança são Presidente da República, Congresso Nacional e Partidos Políticos.

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Os benefícios das bandagens coloridas usadas pelos atletas

É difícil não notar durante as competições dos Jogos Olímpicos do Rio as fitas coloridas usadas pelos atletas nas mais diferentes partes do corpo. Ao contrário do que muitos pensam, o acessório não é um emplastro como aqueles comprados em farmácias. As fitas são bandagens elásticas usadas para tonificar ou relaxar músculos e estabilizar regiões lesionadas.

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Data venia, ministra Cármen Lúcia

Na sessão de 10.ago, o atual presidente do STF disse o seguinte : "Então eu concedo a palavra à eminente ministra Cármen Lúcia, nossa presidenta eleita... Ou presidente?". A resposta da ministra foi esta: "Eu fui estudante e eu sou amante da língua portuguesa, eu acho que o cargo é de presidente, não é não?". 'Data venia', Excelência, o cargo é de presidente ou presidenta.

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Pescadores fundam cooperativa no Rio Paraná

abre-parana-piscicultura-edicao-370-agosto-2016 (Foto: Marcos Camargo)

Em um braço do Rio Paraná, no fim de uma via de terra cercada por mato fechado, 24 tanques têm mais de 30 mil alevinos de tilápias, que estão em processo de crescimento. O criatório pertence a pescadores da região do Jupiá, em Três Lagoas (MS).

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Brasil deve colher quase 685 mi de toneladas de cana na safra 2016/2017

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
cana-canavial (Foto: Thinkstock)

 

O Brasil deve produzir 684,77 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2016/2017, em fase de colheita, o que corresponde a um aumento de 2,9% em comparação com a safra anterior 2015/2016 (665,59 milhões de t). Os números são do segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados nesta quarta-feira (17/8).

Em relação à estimativa anterior de 691 milhões de toneladas, apresentada em abril, o resultado é 0,9% menor (ou menos 6,23 milhões de t). As usinas deverão produzir 39,96 milhões de toneladas de açúcar, 19,3% superior à safra 2015/2016, em virtude "de preços mais rentáveis", informam os técnicos da Conab, em nota. Em relação à previsão de abril, o resultado é 6,6% (2,46 milhões de t) maior (37,5 milhões de t na estimativa anterior).

Já a produção de etanol deve se manter em cerca de 27,8 bilhões de litros, com redução de 8,5%, por causa da preferência pela produção de açúcar. Conforme o levantamento da Conab, a produção de etanol anidro, utilizada na mistura com a gasolina, deverá ter aumento de 1,3%, alcançando 11,49 bilhões de litros. Para a produção de etanol hidratado, o total poderá atingir 16,38 bilhões de litros, redução de 14,9% ou 2,87 bilhões de litros, resultado do menor consumo deste combustível.

A estimativa de área a ser colhida é de 8,97 milhões de hectares, que representa um aumento de 3,7% comparada à safra anterior (8,65 milhões de hectares). O incremento de cerca de 318,4 mil hectares "é resultado da cana bisada da safra 2015/2016, do aumento de área própria de algumas unidades de produção e da reativação de uma unidade em São Paulo", diz a Conab. Se confirmada, será a segunda maior área colhida no Brasil.

No Sudeste, principal região produtora, a área colhida deverá aumentar, uma vez que as chuvas atrasaram a colheita da safra anterior e aumentou a quantidade de cana colhida na safra atual, refletindo em um aumento de 3,4% na produção total. "As produtividades também foram excelentes na safra anterior e as expectativas são boas para esta safra", informa a Conab.

Já a região Nordeste deve aumentar a área colhida nesta safra, mas é a segunda menor área da série histórica. As unidades de produção têm concentrado a colheita nas lavouras próprias, em detrimento aos dos fornecedores. O aumento de produtividade nesta safra é uma recuperação em relação às secas ocorridas na safra passada. GLOBO RURAL

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