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PROGRAMA DESTAQUE POLITICO EDIÇÃO DO DIA 04 DE AGOSTO

PROGRAMA DESTAQUE  POLITICO EDIÇAÕ DO DIA 04 DE AGOSTO

AS MANCHETES

ELEITOR NÃO É BOIADA

DEPUTADOS CRITICAM CORTES ORÇAMENTÁRIOS NO PROGRAMA ÁGUA PARA TODOS

TCU APONTA FALTA DE INFRAESTRUTURA BÁSICA NO ENTORNO DO MINHA CASA MINHA VIDA

PREFEITA ROZÁRIO XIMENES ENTREGA PROJETO FESTA DE SÃO FRANCISCO

PRESIDENTE TEMER ACIONA ESTAÇÃO DO PROJETO DE TRANSPOSIÇÃO E DIZ QUE ATÉ SETEMBRO ÁGUA DEVE CHEGAR AO CEARÁ

ELEITOR NÃO DISTINGUE INFORMAÇÃO DE EMPULHAÇÃO

MAIORIA DO STF DECIDE QUE AGENTE PÚBLICO NÃO PODE RESPONDER POR IMPROBIDADE 5 ANOS APÓS DESCOBERTA DE IRREGULARIDADE

O COMENTÁRIO DO DIA

Frustração pós-eleitoral

A consolidação do quadro eleitoral demonstra como se dará o cenário de justificação da gestão atual. É claro que o programa a ser imposto é aquele que não foi realizado até agora, mas claramente esboçado. Prepara-se o país para submeter-se a reformas ainda mais draconianas, a começar pela reforma previdenciária, tirada da pauta devido à desagregação do governo Temer.

Por outro lado, a situação de brutalização das relações sociais será empurrada na base da crença de que as forças de defesa da classe trabalhadora estão rendidas e paralisadas. O que não é o caso. Na verdade, ocorreu um aumento exponencial da violência estatal, impondo uma situação de medo em relação aos processos de manifestação popular.

Nesse quadro, é claro que o jogo central encontra-se em tentar vender os mesmos gestores de sempre como o esteio da racionalidade contra a barbárie. O para Bolsonaro/Alckmin tenta reproduzir, em território nacional, o segundo turno francês entre Emmanuel Macron e a protofascista Marine Le Pen.

Essa era a única maneira de uma agenda liberal de desmonte e pauperização passar como tábua de salvação contra a pior das regressões sociais.

Por isso, é claro que Bolsonaro é apenas a melhor maneira de eleger aquele que passar com ele ao segundo turno. Mas o verdadeiro problema será o que poderíamos chamar de "frustração pós-eleitoral".

O que acontecerá ao Brasil quando ficar claro que as eleições não representarão novo acordo algum, conciliação alguma? Ele anda para se tornar um país ingovernável, já que nenhum vencedor contará com base popular real.

Não há ninguém capaz de assegurar alguma forma de pacto social. No máximo, vencedores assarão no interior de uma lógica do mal menor.

Um situação na qual o caráter ingovernável da nação ficar mais uma vez explícita será um convite a setores da sociedade civil radicalizarem ainda mais seu clamor pela volta do poder militar. É certo que veremos a recrudescência desta tendência mais uma vez.

No entanto, há de se insistir que o Brasil caminha também para uma outra alternativa, a saber, uma nova explosão de descontentamento popular. O problema é que nenhum setor progressista do campo política está preparado para isso —sequer está contando efetivamente com isso.

Previsões históricas têm valor nulo, ainda mais quando são feitas por representantes da classe intelectual. Mas é inegável a equação entre frustração, desidentificação e revolta.

Essa equação está presente de forma explícita na realidade nacional. Não se trata apenas de uma frustração com os descaminhos da economia e com o retorno da pobreza. Trata-se de algo mais profundo, a saber, uma desidentificação da população com seus representantes e atores políticos. Neste contexto, as explosões de revolta social são tão certas quanto o movimento dos astros.

O corpo social é sustentado por processos variados de identificação. Eles se dão por meio das figuras de líderes, mas também podem se dar através de instituições, ideias diretivas, partidos, entre outros. Nada disto está presente atualmente no Brasil.

Ao contrário, se alguém como Bolsonaro cresce é, entre outras razões, porque sua campanha permite uma integração sem necessidade de obedecer a estruturas que acabam por parecer atrativas a parcelas da juventude e dos estratos médios.

Assim, um corpo social em desidentificação generalizada, como o caso brasileiro, entra regularmente em convulsão, até que se constituam novas formas de incorporação. É com cenários dessa natureza que deveríamos estar lidando agora, pois eles devem nos ocupar nos próximos anos, para além da pantomima eleitoral que estamos a assistir.

Vladimir Safatle

Professor de filosofia da USP, autor de “O Circuito dos Afetos: Corpos Políticos, Desamparo e o Fim do Indivíduo”.

PODER LEGISLATIVO CEARENSE

PODER LEGISLATIVO SESSÃO DO DIA 01 DE AGOSTO

Fernando Hugo destaca necessidade de reforma previdenciária

O deputado Fernando Hugo (PP) defendeu, quarta-feira (01/08), a inclusão da reforma da Previdência no Brasil nos debates dos candidatos ao Executivo. Segundo ele, o assunto deve ser prioridade, sob pena de “uma insolvência no tesouro nacional”.

“O próximo presidente da República terá sobre o seu lombo uma problemática inescapável, que expressa a real necessidade de debates e programação que é o tema da Previdência do Brasil”, disse. Para ele, não discutir o tema representa “um ato irresponsável e uma tentativa de enganar o povo”.

O assunto foi abordado pelo editorial “Mudanças Demográficas”, publicado pelo jornal Diário do Nordeste. Segundo o parlamentar, a matéria traz a necessidade de a classe política discutir o futuro do sistema previdenciário do País, com base nas novas projeções demográficas divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ely Aguiar critica postura 'omissa' de boa parte dos colegas ante a violência

O deputado Ely Aguiar (PSDC) classificou muitos de seus colegas na Assembleia Legislativa como “omissos” diante da violência presente no Estado.

O parlamentar se disse envergonhado com a postura de grande parte dos deputados que, para ele, vem se evitando entrar na discussão sobre a crise de violência instalada no Ceará. “Acabou a paz das nossas famílias, estamos praticamente em guerra e não se toca neste assunto aqui. É uma falta de respeito com a população”, apontou

Ely Aguiar recordou os episódios violentos acontecidos nos últimos cinco dias em Fortaleza, citando a fuga em massa de detentos, ataque a prédios públicos e o incêndio de 15 ônibus. “As pessoas estão apavoradas.

Roberto Mesquita lamenta crescimento da insegurança no Ceará

O deputado Roberto Mesquita (Pros) lamentou, a crescente insegurança no Ceará. Segundo o parlamentar, o Estado está vivendo uma onda de violência, com ônibus sendo queimados e pessoas com medo de sair de casa.

Roberto Mesquita disse que o Governo fracassou em todas as políticas públicas de segurança pública. “O Ceará só experimentou a diminuição dos crimes violentos letais, durante o governo de Camilo Santana, quando as facções criminosas se uniram”, apontou.

O deputado ressaltou que o Estado está emparedado e amedrontado. “As pessoas só saem de casa rezando. Ninguém está seguro. Vivemos em um local onde líderes do Governo dizem abertamente que têm medo de sair de casa”, pontuou.

Heitor Ferrer avalia situação do Ceará em período pré-eleitoral

O deputado Heitor Férrer (SD) comentou, a situação do Ceará durante o período pré-eleitoral. Ele afirmou que metade da população do Estado é pobre, e criticou as políticas governador Camilo Santana.

Heitor Férrer ironizou as declarações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará. “O PIB tão exaltado pelo governado, por crescer mais que o do Nordeste, não se converte em satisfação e qualidade de vida para a população", afirmou.

O parlamentar afirmou ainda que o Ceará possui 61% das crianças de zero a 14 anos em situação de pobreza, e 28% em condição de miséria. Informou também que cerca de 965 famílias cearenses dependem do Bolsa Família, "a esmola oficial", para sobreviver.

"Somando todos esses números, temos algo em trono de quatro milhões de cearenses em situação de pobreza ou miséria; quatro milhões de pessoas a quem o crescimento tão falado desse PIB não afeta", apontou.

SESSÃO DO DIA 02 DE AGOSTO

Carlos Felipe anuncia seminário sobre saúde dos servidores do Estado

O deputado Carlos Felipe (PCdoB) anunciou, a realização do no II Seminário sobre o Novo Plano de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado do Ceará.

Promovido pela Comissão de Seguridade e Saúde da Casa, presidida pelo deputado, o encontro vai debater o regulamento específico do sistema de saúde do servidor, reestruturado pela Lei 13.580/18.O seminário será no Auditório Murilo Aguiar e vai contar com apoio do Fórum Unificado das Associações e Sindicatos dos Servidores Públicos do Estado (Fuaspec).

O parlamentar também comentou sobre o pleito eleitoral de 2018. “Estamos nos aproximando de uma eleição a pouco mais de dois meses e logo a população do Ceará e do Brasil terá oportunidade de fazer escolhas. O eleitor deve se preparar para votar bem, para não criticar depois. É a oportunidade de um novo governo, que saiba colocar para o Brasil uma proposta de esperança”, acrescentou.

Capitão Wagner pede que políticos mantenham foco no bem da população

O deputado Capitão Wagner (Pros) pediu, que as pessoas que ocupam cargos público tenham uma preocupação mais urgente com o povo.

O deputado pediu mais coerência aos políticos no momento em que buscam estabelecer suas alianças, de olho no pleito de outubro. “Um monte de político que se agredia, agora está se abraçando para fazer campanha. Deveriam se preocupar em governar e com o bem do povo”, apontou.

Seguindo a mesma linha de raciocínio, o deputado voltou a criticar a gestão estadual. “O governador Camilo Santana ofereceu folga para o policial que fosse assistir ao discurso dele e aplaudi-lo, enquanto o Estado está pegando fogo e as facções dominando o povo”, disse ele.

Renato Roseno repudia agressão contra trabalhadores da construção civil

O deputado Renato Roseno (Psol) manifestou, quinta-feira (02/08), apoio aos trabalhadores da construção civil do Estado, que, na última quarta-feira (01/08), teriam sido alvejados em um canteiro de obra. Segundo ele, o fato aconteceu em razão de uma animosidade por parte do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon), em razão da campanha salarial dos trabalhadores, que não aceitaram a proposta patronal. 

Sérgio Aguiar destaca apoio do Governo do Estado aos municípios do Interior

O deputado Sérgio Aguiar (PDT) informou, que uma comitiva com representantes de diversos municípios cearenses se reuniu na quarta-feira (01/08) com o governador Camilo Santana para apresentar demandas.

De acordo com o parlamentar, foram debatidos temas de grande importância para o fortalecimento do interior do Estado. “Foi um importante encontro, que permitirá levar adiante a implementação de ações nos respectivos municípios, seja em termos de infraestrutura, geração de emprego e renda ou segurança pública”, explicou.

Sérgio Aguiar destacou, entre essas demandas, a implementação da Ronda de Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), dessa vez, em municípios com 30 mil habitantes. De acordo com ele, a presença do Raio nos municípios com 50 mil habitantes provocou uma sensível redução da violência e um aumento da sensação de segurança na população.

DIRETO DO SENADO FEDERAL

DIRETO DA CAMARA FEDERAL

Deputados criticam cortes orçamentários no Programa Água para Todos

Secretário de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração, Marlon Carvalho Cambraia, reconheceu corte de verbas e pediu ajuda dos parlamentares / Reportagem - Newton Araújo / 3,40

TCU aponta falta de infraestrutura básica no entorno do Minha Casa Minha Vida

Segundo Tribunal de Contas da União, imóveis são entregues à população em regiões sem abastecimento de água, energia elétrica e transporte público, entre outros serviços

Reportagem - Giovanna Maria / 3,21

Comandante de embarcações que lançam lixo em rios e mares pode ter habilitação suspensa

Projeto de lei só depende da aprovação final da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara para ser enviado à análise do Senado/ Reportagem - José Carlos Oliveira / 3,26

JORNAL PRIMEIRA HORA

por Assessoria de Comunicação Social | EDIÇÃO 143 - 02/08/2018

PREFEITA ROZÁRIO XIMENES ENTREGA PROJETO FESTA DE SÃO FRANCISCO

FREI JONALDO E FREI MARCONE DIZEM QUE É A PRIMEIRA VEZ QUE UMA ADMINISTRAÇÃO TEM ESSE GESTO COM FRANCISCANOS.

A reunião entre Santuário, Paróquia, Prefeitura, PRF, PM, BOMBEIROS, foi a última de preparação para os Festejos do Padroeiro da cidade, e aconteceu no Centro de Treinamento, ontem a tarde.

O encontro teve a participação de Secretários Municipais que desenvolvem ações nas festividades.

Diana Célia, Chefe de Gabinete, fez a apresentação do Projeto.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA

PREFEITA ROZÁRIO XIMENES E VICE REITOR DA UECE, HIDELBRANDO SOARES, INAUGURAM POLO UAB – CANINDÉ

Solenidade aconteceu ontem a noite no prédio do antigo CVT, local onde funcionará o Polo da Universidade Aberta do Brasil.

De início, seis cursos já foram anunciados, através da UECE, UNILAB E UVA (todos gratuitos).

A cerimônia foi muito prestigiada e organizada.
A senhora Juliana Campos representou o Diretor Presidente do CENTEC – Ceará, Vilas Barros.

Vereadores, Secretários Municipais, autoridades e convidados compareceram na Programação que faz parte das comemorações dos 172 Anos de Aniversário de Canindé.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA

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Fachin manobrou ao enviar o pedido de habeas corpus de Lula para o pleno e continua a fazê-lo agora

Fachin manobrou ao enviar o pedido de habeas corpus de Lula para o pleno e continua a fazê-lo agora, quando aciona a 2ª Turma. Veja por quê

CANINDÉ NOTICIAS – JORNAL PRIMEIRA HORAJORNAL PRIMEIRA HORA

por Assessoria de Comunicação Social | EDIÇÃO 137 - 19/07/2018

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AS ÚLTIMAS DE HOJE

Presidente Temer aciona estação do Projeto de Transposição e diz que até setembro água deve chegar ao Ceará

O presidente Michel Temer esteve na manhã DE ONTEM, sexta-feira (3) em Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, onde entregou a terceira e última estação de bombeamento do Eixo Norte (EBI-3) do Projeto de Integração do Rio São Francisco. O acionamento da bomba foi feito pelo presidente e pelo ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua.

"Até o final do ano, Fortaleza, Campina Grande e outras cidades não terão mais falta de água. Nós teremos completado o nosso governo com uma obra que começou há 20 anos atrás (...). Nós precisamos encerrar esse capítulo da transposição, e o que nós estamos fazendo aqui com o Eixo Norte", disse Temer durante discurso.

A EBI-3 vai bombear o Rio São Francisco a 90 metros de altura, o equivalente a um edifício de 30 andares. A previsão é que a água chegue, em setembro deste ano, ao túnel Milagres, em Penaforte, no Ceará. E depois siga para atender a população dos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

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Eleitor não distingue informação de empulhação

Cruzando dados de uma pesquisa feita pelo Ibope, a Confederação Nacional da Indústria produziu um levantamento sobre os anseios do eleitor. Revelaram-se, por exemplo, as características que o brasileiro considera relevantes num candidato: ser honesto e não mentir em campanha (87%); nunca ter se envolvido em casos de corrupção (84%); e transmitir confiança (82%). Se o eleitor realmente seguisse os critérios que diz valorizar, haveria um massacre nas urnas de 2018.

Às vésperas do fim do prazo das convenções partidárias, no domingo, o quadro de candidatos está definido. Há nele uma particularidade: Bolsonaro, Marina e Ciro, mais bem postos nas pesquisas que excluem Lula, dispõem de um tempo miúdo de propaganda. Alckmin, a bordo de um conglomerado partidário estrelado pelo centrão, tentará superar seu nanismo de votos ocupando 40% do horário eleitoral.

Vai começar a guerra da propaganda. Quem tem estrutura vai ao ar na TV. Quem não tem, tentará guerrear com o arsenal da internet. O estudo Ibope-CNI ajuda a entender porque mais de um terço dos brasileiros ainda não tem candidato. Mas também expõe um paradoxo: embora a eleitor valorize honestidade e verdade, estão no topo das pesquisas um corrupto preso e um populista que vende a ilusão de que a distribuição de armas produzirá segurança pública. Em plena Idade Mídia, parte do eleitorado ainda não distingue informação de empulhação. JOSIAS DE SOUZA

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Maioria do STF decide que agente público não pode responder por improbidade 5 anos após descoberta de irregularidade

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quinta-feira (2) pela prescrição, em cinco anos, de ações de ressarcimento aos cofres públicos contra agentes que cometam ato de improbidade administrativa. Se o entendimento for mantido, um processo só poderá ser iniciado até cinco anos a partir da data em que foi descoberto o fato apontado como irregular.

Os ministros que votaram nesse sentido consideraram que deve ser seguido o prazo de cinco anos previsto na lei de improbidade e que só há imprescritibilidade na área penal e em situações específicas previstas na Constituição, como casos de racismo e terrorismo.

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O ralo do dinheiro públicoO Estado de S.Paulo

O buraco da Previdência continua engolindo facilmente o dinheiro juntado pelo governo em seu esforço de economizar e arrecadar. Esse empenho garantiu ao Tesouroum superávit de R$ 98,70 bilhões nos 12 meses terminados em junho. Não sobrou um centavo para uma celebração. Muito maior, o sumidouro do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), um déficit de R$ 190,40 bilhões, condenou o governo central, nesse período, a um saldo negativo de R$ 92,40 bilhões nas contas primárias. O cálculo inclui um pequeno déficit (R$ 715 milhões) do Banco Central (BC). Juros e custos de amortização ficam fora do balanço primário. Como os governos de Estados e municípios e as estatais conseguiram saldo positivo, o conjunto do setor público foi deficitário em R$ 89,82 bilhões.

Não se paga um tostão de juros ou de amortização sem superávit primário. Este superávit corresponderia, na economia familiar, àquele dinheiro posto de lado, mensalmente, para liquidar as prestações e seu custo financeiro. Quando é preciso rolar essa dívida, juros se acumulam e cresce o rombo nas finanças domésticas. Algo parecido, mas com mecanismo e proporções diferentes, ocorre nas contas públicas. Somados os juros, obtém-se o chamado resultado nominal do setor público.

No conjunto, o déficit alcançou em 12 meses R$ 487,04 bilhões, soma equivalente a 7,28% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o relatório mensal divulgado pelo BC.

Um padrão de referência pode dar uma ideia mais clara do desastre embutido nesses números. Na zona do euro, o déficit nominal equivaleu em média a 0,1% do PIB no primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados do Eurostat. Na União Europeia, um conjunto mais amplo, o buraco chegou a 0,5% do PIB. Os números são ajustados sazonalmente e a comparação é imperfeita, mas a diferença entre as ordens de grandeza é inequívoca.

Na Romênia, um país com desempenho bem longe da média, o déficit ficou em 4,2%. Vários países, como Alemanha, Bulgária, Holanda, República Checa, Lituânia e Eslovênia, fecharam as contas com superávit.

Muitos países emergentes, na Europa, na América Latina e em outras áreas, têm exibido contas públicas mais saudáveis que as brasileiras, mesmo necessitando, ainda, de reformas para tornar suas economias mais eficientes e suas finanças públicas mais sustentáveis. Chile, Colômbia, México e Peru têm mantido seus déficits fiscais abaixo de 3,5% do PIB – e todos têm conseguido, nos últimos dez anos, taxas de crescimento econômico mais altas que as do Brasil.

Déficit primário persistente resulta em expansão da dívida pública. Sem dinheiro posto de lado sequer para cobrir os juros vencidos, o governo é forçado a rolar seus compromissos e, portanto, a endividar-se cada vez mais. No Brasil, com a inflação contida o BC teve espaço, a partir de outubro de 2016, para cortar os juros básicos. Desde o início da redução, a taxa básica diminuiu de 14,25% para 6,50% ao ano.

Esse corte proporcionou ao Tesouro algum alívio financeiro. Apesar dos juros mais baixos, foi impossível, no entanto, evitar a acumulação dos compromissos, uma consequência da rolagem dos débitos vencidos. Com isso, a dívida bruta do governo geral (União, Estados e municípios) atingiu em junho R$ 5,16 trilhões, equivalentes a 77,2% do PIB estimado pelo BC.

No fim do ano passado a proporção estava em 74%. Em dezembro de 2016, em 70%. Não haverá como deter a escalada, nos próximos meses e anos, enquanto o setor público for incapaz de gerar superávit primário suficiente para cobrir o serviço da dívida. Mas as contas primárias, segundo projeções de economistas de respeito, dificilmente sairão do vermelho antes de 2023.

Na melhor hipótese, a volta a um resultado positivo nessa contabilidade poderá ocorrer em prazo pouco menor, mas, de toda forma, o próximo governo terá de se empenhar durante quatro anos para arrumar as finanças oficiais. Se o futuro presidente acreditar em mágicas, jogará o País numa crise bem maior que a dos últimos anos. Se tiver juízo, dará prioridade a reformas, começando pela da Previdência.

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A dura realidade da saúde

Finalmente, começa-se a avançar na solução do problema da judicialização da saúde, que se agravou muito nos últimos anos e acarreta distorções no atendimento à população e sérios prejuízos aos cofres públicos.

Embora ainda falte um bom caminho a percorrer nesse sentido, vem crescendo o número de magistrados que recorrem ao sistema de informação técnica, criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para orientar suas decisões sobre medicamentos e tratamentos – que não constam da lista do Sistema Único de Saúde (SUS) ou então são mais caros do que os oferecidos por ele –, cujo fornecimento gratuito é solicitado à Justiça.

E toca depois no ponto central do problema da judicialização da saúde: “Ao fazer justiça no caso concreto, acaba-se fazendo uma injustiça global, porque vai faltar dinheiro em outra ponta. O juiz precisa se dar conta dessa carência de recursos”.

Em outras palavras: ao atender ao pedido, por mais justo que seja, de um medicamento ou tratamento – em geral caríssimo e em muitos casos inexistente no País –, pode-se ao mesmo tempo salvar um paciente e condenar muitos outros, porque o cobertor da saúde é curto, não dá para todos. A dura, mas inescapável realidade é que os R$ 7 bilhões gastos anualmente com a judicialização da saúde podem causar mais mal do que bem.

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As transformações no campo

Aumento do número de tratores, maior emprego de defensivos e insumos, crescimento de mais de 50% no número de estabelecimentos que utilizam irrigação e notável busca de acesso à internet (aumento de 1.790% no total de produtores que utilizam a rede mundial de computadores) estão entre as mudanças no campo que explicam o espetacular crescimento da produção agropecuária nos últimos anos mesmo com um aumento muito mais modesto da área cultivada e a redução da mão de obra empregada.

Dados preliminares do Censo Agropecuário 2017 que acabam de ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam que se produz proporcionalmente muito mais por área plantada e por trabalhador empregado. São esses avanços que asseguram posições cada vez mais destacadas do Brasil na produção e no comércio mundial de produtos agropecuários e saldos comerciais expressivos para o País.

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Só quando a corda estourar 

Alvo de divergência dentro do próprio Tribunal Superior Eleitoral, o entendimento de que os candidatos precisam apresentar seus vices até segunda (6) revoltou Lula. O ex-presidente travou as conversas sobre a composição de sua chapadizendo-se indignado com o que considera um cerco para antecipar sua saída da cena eleitoral. A cúpula do PT diz que uma pessoa guarda a opção do petista para “a emergência” de ter que definir o nome que será registrado ao lado dele até domingo (5).

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Por entender que um advogado ofendeu a honra de um candidato, sem apresentar qualquer prova de que este praticou condutas reprováveis, a 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou o réu a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais ao político.

O caso ocorreu durante as eleições de 2014. Em uma publicação no Facebook, o advogado chamou o então candidato a prefeito de Ituiutaba (MG) de "verme" e afirmou que este só elogiava o prefeito na época porque recebia R$ 700 dele e de um deputado.

Na ação, o político afirmou ter se tornado motivo de chacota depois que o texto, segundo ele de conteúdo altamente difamatório e injurioso, foi publicado por divergência política.

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O economista e cientista político Marcos Troyjo, professor da Universidade Columbia, em Nova York, avalia que o Brasil já teve inúmeras oportunidades para desenvolver sua economia e obter papel de destaque no comércio internacional, mas desperdiçou a maioria delas, sobretudo por não realizar reformas estruturais que tornassem o País mais atraente aos investidores estrangeiros, que hoje dispõem de enormes recursos para aplicar em países emergentes.

Uma dessas oportunidades perdidas, segundo ele, aconteceu no governo Lula, período no qual as commodities agrícolas viveram um momento amplamente favorável, mas o petista preferiu adotar políticas populistas e protecionistas que afastaram grandes investimentos. Agora, contudo, de acordo com Troyjo, o mundo está dando “uma nova chance ao Brasil”, mas adverte:“o País não pode eleger um presidente que defenda o nacional-desenvolvimentismo como alternativa, como é o caso do PT, PCdoB, PSol e, às vezes, Ciro Gomes”. Especialista em política externa, Troyjo está finalizando o livro “Choque de Globalizações: o Brasil em Busca da Grande Estratégia”, que chega às livrarias em outubro. ISTOÉ

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Bilhões pelo ralo / ISTOÉ

O debate que será travado até as eleições de outubro se centrará em alguns problemas que, de fato, hoje entravam o País. Corrupção e alta carga tributária mal distribuída estão entre os pontos nevrálgicos. O dinheiro público desaparece desviado para o bolso dos políticos e o alto custo dos impostos não retorna aos contribuintes. Há, porém, outro dado que, quando revelado, demonstra-se assustador.

Além da corrupção, boa parte do dinheiro público não retorna em obras e benefício para o cidadão simplesmente por incompetência dos administradores. É o que revelam dados do Ministério do Planejamento aos quais ISTOÉ teve acesso. Os dados mostram que nada menos que R$ 2,1 bilhões de recursos federais distribuídos aos Estados e municípios em convênios para a construção de obras foram devolvidos aos cofres da União desde 2015.

Motivo: governadores e prefeitos não conseguiram dar continuidade aos contratos, deixando as obras inacabadas. São diversas ações que teriam se convertido em benefício para a sociedade, caso tivessem saído do papel.

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Lula fora do páreo/ISTOÉ

Nos últimos dias, a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral associaram-se numa estratégia para tentar evitar o que consideram um grande risco para o País: a desmoralização do processo democrático brasileiro, com a imposição de candidaturas que, por infringir frontalmente a lei, não poderão chegar às urnas em outubro.

O conceito se aplica a todos os candidatos, mas carrega em seu bojo um objetivo principal: evitar a candidatura ilegal do ex-presidente Lula, preso na sede da Polícia Federal em Curitiba. O potencial de estrago de Lula é considerado maior por suas características bem peculiares.

Mesmo preso, inapelavelmente condenado em duas instâncias por crime de corrupção, o petista aspira à Presidência da República. Convencido de sua influência sobre o PT, da sala-cela de 15 metros quadrados, Lula segue como uma espécie de morubixaba da legenda, a orientar advogados e militantes a promover, sem qualquer pudor, chicanas das mais variadas a fim de prolongar ao máximo a aura de candidato que orbita em torno dele.

A narrativa de vítima interessa politicamente a Lula e ao candidato a ser escolhido por ele. O ungido é quem irá personificá-la nas urnas. É esse jogo tão óbvio quanto indecente, por flagrantemente ilegal, que o TSE quer barrar no nascedouro. Conforme apurou ISTOÉ com ao menos três integrantes da corte eleitoral, o Tribunal, com o apoio do Ministério Público Eleitoral, está convencido de que Lula não pode ser candidato. E julgará nessa direção, impugnando a candidatura, sem dar margem para contorcionismos na lei. O que tanto o TSE como o MP Eleitoral estão determinados a fazer, agora, é antecipar ao máximo essa decisão.

A ideia de membros do Tribunal Eleitoral é que, até o fim de agosto, Lula esteja oficialmente impedido de concorrer ao Planalto, de modo que ele não chegue sequer a aparecer na tela da propaganda eleitoral, marcada para começar no dia 31. “Um candidato que não pode ser eleito não pode concorrer”, afirmou o presidente do TSE, ministro Luiz Fux. “A inelegibilidade de Lula é chapada”, acrescentou na quarta-feira 1. A expressão “chapada” é usada no meio jurídico para definir “sem reversão”, “consolidada”.

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Ibope: Lula tem 23% das intenções de voto em SP e Bolsonaro, 18%

Caso tenha o registro de candidatura deferido e concorra à Presidência da República, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 23% das intenções de voto e aparece numericamente à frente no Estado de São Paulo, de acordo com pesquisa Ibope divulgada na noite desta sexta-feira, 3. Considerando-se a margem de erro, de três pontos porcentuais, o petista está tecnicamente empatado com o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que tem 18%.

Lula, que está preso em Curitiba desde 7 de abril, mantém o mesmo índice de pesquisa divulgada em 29 de junho. No levantamento de maio, o ex-presidente tinha 24%. Bolsonaro pontuava, respectivamente, 19% e 17%. O estudo foi feito entre 29 de julho e 1º de agosto.

Neste cenário da pesquisa divulgada nesta noite, Bolsonaro aparece numericamente empatado na segunda colocação com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 15%. Nos levantamentos anteriores, o tucano somava 13%.

Marina Silva (Rede) aparece em quarto lugar no Estado de São Paulo, com 8% das intenções de voto. Ciro Gomes (PDT) tem 4% e Alvaro Dias (Podemos), 3%. Somaram 1% Henrique Meirelles (MDB), João Amoêdo (Novo), Levy Fidelix (PRTB), Manuela D’Ávila (PCdoB) e Vera Lúcia (PSTU). José Maria Eymael, Guilherme Boulos, João Goulart Filho e Paulo Rabello de Castro não pontuaram.

Brancos e nulos são 18% das intenções de voto e 6% dos eleitores ouvidos não souberam ou não responderam.

O ex-presidente Lula também lidera a rejeição entre os eleitores paulistas. O petista é rejeitado por 44% dos entrevistados. Em seguida, aparece Bolsonaro (30%), Alckmin (27%), Ciro (24%), Haddad (20%), Marina (19%), Fidelix (16%), Meirelles (12%), Eymael (11%), Boulos (10%), Dias (9%), Manuela (9%), Vera (9%), Goulart (8%), Rabello (8%) e Amoêdo (7%). Não souberam ou não responderam somaram 10% e 2% dos eleitores ouvidos poderiam votar em todos os candidatos. Nesta pergunta, mais de uma resposta foi admitida.

Foram ouvidos 1.008 eleitores. O nível de confiança utilizado é de 95%. A pesquisa foi contratada por Companhia Rio Bonito Comunicações e divulgada pela Band. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo Nº SP-02337/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo Nº BR-09683/2018.

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Sem Lula, Alckmin aparece pela 1ª vez à frente em SP, mostra Ibope

Em um cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida ao Planalto, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) aparece com 19% das intenções de voto no Estado, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira, 3.

Esta é a primeira vez que ele está numericamente à frente no Estado. Considerando a margem de erro, de três pontos porcentuais, o tucano se mantém tecnicamente empatado com o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), que conta com 16%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 29 de julho e 1º de agosto e é a primeira do instituto após o acerto do Centrão com Alckmin. Em maio, Bolsonaro tinha entre 19% e 20% e o tucano, 15%. Em junho, o deputado pontuava entre 17% e 19% e o ex-governador, 15%.

Na pesquisa divulgada nesta noite de sexta-feira, na segunda colocação, Bolsonaro aparece tecnicamente empatado com Marina Silva (Rede), que tem 11%. Por sua vez, na terceira colocação, ex-ministra do Meio Ambiente empata com Ciro Gomes (PDT), cuja intenção de voto soma 8%.

Este cenário projetado pelo Ibope considera Fernando Haddad como o substituto de Lula. Diferentemente das pesquisas de maio e junho, não foi testado cenário com o ex-governador Jaques Wagner. Assim, o ex-prefeito de São Paulo tem 4% das intenções de voto, mesmo índice do senador Alvaro Dias (Podemos).

Aparecem com 1% das intenções de voto José Maria Eymael (DC), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB), João Amoedo (Novo), Levy Fidélix (PRTB), João Goulart Filho (PPL), Manuela D’Ávila (PCdoB) e Vera Lúcia (PSTU).

Paulo Rabelo de Castro (PSC), que anunciou na quarta-feira que vai ser vice de Alvaro Dias, não pontuou. Votos brancos e nulos somam 23% e 7% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Foram ouvidos 1.008 eleitores. O nível de confiança utilizado é de 95%. A pesquisa foi contratada por Companhia Rio Bonito Comunicações e divulgada pela Band. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo Nº SP-02337/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo Nº BR-09683/2018.

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Skaf ultrapassa Doria na disputa ao governo de SP, em pesquisa do Ibope

O candidato do MDB, Paulo Skaf, aparece pela primeira vez à frente do ex-prefeito da capital, João Doria (PSDB), na disputa pelo governo do Estado, segundo uma nova pesquisa do Ibope divulgada nesta sexta-feira, 3.

De acordo com o levantamento, feito a pedido da TV Bandeirantes, Skaf saiu de 17% das preferências no final de junho para 22% em agosto, enquanto Doria passou de 19% para 21%. Como a margem de erro é de 3 pontos porcentuais para mais e para menos, ambos estão em situação de empate técnico.

Atrás dos candidatos do MDB e PSDB, Luiz Marinho (PT) e Marcio França (PSB) chegam a 3%. Brancos e nulos somaram 32%, contra 11% de eleitores que não souberam responder.

No segundo turno, Skaf também ultrapassou Doria por 36% a 32%. Brancos e nulos somaram 25%, enquanto não sabem/não responderam atingiram 8%.

O Ibope mostrou também que a rejeição de Doria chegou a 33% no Estado de São Paulo, contra 24% de Skaf. Na capital, o ex-prefeito chegou a 52% de rejeição, contra 25% do emedebista.

A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-09683/2018. Foram entrevistados 1.008 eleitores, entre os dias 28 de julho e 3 de agosto.

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Ciro Gomes diz que PT engana população para apresentar ‘poste’ à Presidência

O candidato do PDT, Ciro Gomes, atacou o PT, em agenda no Rio, nesta sexta-feira, 3. Após a convenção que lançou o deputado estadual Pedro Fernandes para disputar o governo estadual, o ex-ministro disse que o PT se aproveita do carinho e da gratidão do povo em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para “enganar a população” na apresentação de um candidato.

“O que está em jogo, na burocracia do PT, é uma grande enganação, aproveitando o carinho e a gratidão justas que o povo tem com o Lula. Eles querem criar uma comoção no País para que, no dia que o Lula for tornado inelegível, eles apontem outro poste. A grande questão é se o Brasil aguenta outro poste, ou parte grande da situação que vivemos hoje devemos a escolha de um poste pelo Lula”, afirmou.

Ciro disse que “está sendo eleito pelo PT” e que o partido avalia que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) vai rivalizar com Geraldo Alckmin (PSDB) no campo da direita.

“Eles (PT), convencionais que viraram como todos os tradicionais e grandes partidos brasileiros, acham que Marina, por não ter estrutura ou dinheiro, está fora de combate. Eu não penso assim, e acham que eu sou a grande ameaça. A única coisa que explica esse gesto é eles acharem que eu sou a grande alternativa de renovação do campo progressista brasileiro, depois que o Lula claramente não vai ser candidato, ou não vão deixar ele ser”, disse.

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ELEITOR NÃO É BOIADA

"A direção nacional do Partido dos Trabalhadores pode ter cometido, na última semana, um dos maiores erros de sua história, ao tentar derrubar a candidatura da vereadora Marília Arraes, do Recife, ao governo de Pernambuco", avalia o jornalista Leonardo Attuch, editor do 247; para ele, a única forma de retirar o ex-presidente Lula da condição de preso político "não é retomar a política de alianças, que é a raiz da crise atual, mas sim apostar na mobilização popular e no aumento da pressão internacional" 

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CIRO: ATÉ AS PEDRAS SABEM QUE LULA NÃO É CANDIDATO

Em carta publicada no Facebook, Ciro Gomes diz que se Lula fosse candidato, "muito provavelmente estaríamos juntos", mas ressalta que "até as pedras do caminho sabem" que isso não acontecerá; pedetista prometeu revogar o teto de gastos, a entrega do pré-sal, suspender venda da Embraer e a privatização da Eletrobras e acabar com cartel dos bancos; "Então fiquemos assim. Se for verdade que Lula será candidato, conversemos; se não for, por favor, Brasil: muita calma nessa hora! Nosso país não aguentará outra aposta no escuro", diz ele; leia a íntegra

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CURITIBA

O senador Alvaro Dias oficializa sua candidatura à Presidência pelo Podemos em convenção neste sábado (4), em Curitiba, com o apoio do PSC e PRP.

Na quarta (1º), o PSC desistiu da candidatura própria e decidiu que o ex-presidente do BNDES Paulo Rabello de Castro (PSC) ocupará a vice de Dias. No mesmo dia, o PRP também fechou aliança com o Podemos. O general reformado Augusto Heleno Pereira (PRP) foi cotado para vice de Jair Bolsonaro (PSL), no entanto as siglas não chegaram a um acordo.

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Recurso que pede candidatura própria do PT Ceará ao Senado foi negado. A decisão do Diretório Nacional "ratificou" a decisão local da sigla, informou o deputado federal José Guimarães. A petição de Luizianne Lins recebeu 48 votos contra e 35 a favor, nesta sexta-feira, 3.

A decisão final deve se dar neste sábado, 4, na Convenção Nacional do partido, a qual vai oficializar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Planalto.

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Governador: Camilo Santana (PT)
Vice-governadora: Izolda Cela (PDT)
Senador: Cid Gomes (PDT)

*Senador: Eunício Oliveira (MDB)

* Aliança informal

Governador: Guilherme Theophilo (PSDB)
Vice-governadora: Emília Pessoa (PSDB)
Senador: Eduardo Girão (Pros)
Senador: Mayra Pinheiro (PSDB)

Governador: Ailton Lopes (Psol)
Vice-governadora: Raquel Lima (PCB)
Senador: Jamieson Simões (Psol)
Senador: Anna Karina (Psol)

Governador: Hélio Góis (PSL)
Vice-governadora: Ninon Tauchmann (PSL)
Senador: Pedro Ribeiro (PSL)
Senador: Márcio Pinheiro (PSL)

Governador: Francisco Gonzaga (PSTU)
Vice-governadora: Reginaldo Araújo (PSTU)
Senador: Geraldo Magela (PSTU)

Rede

O partido realizou convenção na noite dequinta-feira, 2. A sigla não apresentou candidato ao Governo do Estado. Já para o Senado, o ambientalista João Saraiva (Rede) FOI homologado no evento.

Senador: João Saraiva (Rede)

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As horas vão passar lentamente para os torcedores do Ferroviário hoje. A ansiedade vai consumir os corais um a um até 18h30min, quando lá em Campina Grande, no estádio Amigão, o árbitro Leandro Pedro Vuaden autorizar o início dos 90 minutos finais da Série D do Campeonato Brasileiro 2018.

Entre Treze-PB e Ferroviário, que disputam o título da competição, a pressão está toda sobre o time paraibano, que precisa construir um placar com pelo menos três gols a mais que o Tubarão da Barra para prolongar a partida até as penalidades.

Como na partida de ida o time coral venceu por 3 a 0 no Castelão, o Galo da Borborema só dá uma virada na situação e fica com o troféu de forma direta no Amigão se ganhar com goleadas por quatro ou mais gols de diferença.

Diante de uma vantagem deste tamanho, entrar em campo com o regulamento embaixo do braço é convidativo ao Ferroviário, principalmente com o retorno da defesa titular - ao menos em teoria. 

Após cumprirem suspensão na partida passada, André Lima e Luís Fernando estão à disposição, mas o segundo é dúvida devido ao desgaste físico.

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MENSAGEM DE OTIMISMO

SHOW MUSICAL

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