PCC e CV já atuam de usinas a bets: repórter revela o que mais a surpreendeu em investigação
A estruturação e a extensão dos negócios, que se espalham desde usinas de etanol a padarias, de empresas de transportes a bets, foi o que mais chamou a atenção de Thaís.
– São verdadeiros impérios, as organizações viraram holdings do crime. Há uma especialização de cada elo dessa cadeia, isso impressiona muito – diz a repórter, que também destaca o papel da tecnologia na expansão do crime sobre a economia formal. – O dinheiro digital facilitou a vida de todos, inclusive os criminosos.

