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Fernando Hugo questiona inserção de identidade de gênero na grade curricular

Por Gleydson Silva / ALECE

 

Deputado Fernando Hugo (PSD) - Foto: Junior Pio

 

O deputado Fernando Hugo (PSD) questionou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Ceará, nesta quinta-feira (16/03), os debates, na Câmara dos Deputados e Senado Federal, sobre a inserção ou não de aulas sobre “ideologia de gênero” na grade curricular. Para ele, é necessário voltar esforços para a qualificação nas escolas.

De acordo com o parlamentar, essas recorrentes discussões são uma “perda de tempo”, pois o Brasil precisa debater a educação de fato. “É necessário priorizarmos a educação no sentido maior. Precisamos debater nas casas legislativas sem ideologias. Educação, saúde e segurança pública não se pode ficar fazendo debate com ideologia. Quando se mistura isso, as coisas saem do trilho”, pontuou

A "comportamentabilidade sexual” das pessoas, conforme Fernando Hugo, “ não deveria fazer parte dos debates escolares. Há muitas questões importantes que deveriam ser inseridas na grade, mas não são, como avaliou. “Não é imputando, orientando de forma desonesta, como alguns professores de uma forma doentia e irracional querem fazer nas salas de aula. Mas não pensem que vão encontrar da minha boca alguma coisa contra a sexualidade de ninguém”, ponderou. 

O retorno de reuniões de pais com professores de forma individualizada, para o deputado, é a forma como deveria se tratar assuntos sensíveis como a sexualidade, sem necessariamente inserir na grade comum curricular.

A deputada Dra. Silvana (PL), em aparte, corroborou o pronunciamento de Fernando Hugo e salientou a necessidade de “proteger as crianças de uma ideologia de gênero”. Segundo ela, há hoje a necessidade de os pais combaterem ensinamentos que professores insistem em levar às escolas. “Combater ensinamentos de professores que tentam em confundir a mente de nossas crianças”, disse.

Para o deputado Leonardo Pinheiro (PP), tratar de temas importantes, como a educação, com viés ideológico, é uma perda para o debate. De acordo com o deputado Sargento Reginauro (União), a escola não pode se sobrepor à família na instrução de assuntos como esse. O deputado Dr.Oscar Rodrigues (União) afirmou que, desde de que leu uma pesquisa social, começou a entender e respeitar as mudanças sociais, mas que não precisa concordar.

Edição: Adriana Thomasi

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