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O Sargento Reginauro aponta necessidade de debater a questão da segurança pública

Por Giovanna Munhoz / ALECE

 

Deputado Sargento Reginauro (União) - Foto: Junior Pio

 

O deputado Sargento Reginauro (União) ressaltou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) desta terça-feira (07/02), que pretende fazer um mandato disponível para o povo, principalmente para policiais militares, civis, bombeiros e demais.

Debater pautas e alternativas em prol da segurança pública é necessário, segundo o parlamentar. “Criou-se uma narrativa de que a segurança é algo que não tem solução e, então, precisamos nos curvar às situações. Isso não é verdade. O Estado não pode se dizer menor que uma facção criminosa. É preciso assumir o seu lugar e garantir os direitos da população”, assinalou.

O parlamentar lamentou ainda as crescentes filas por cirurgias e procedimentos na área da saúde no Ceará. “A secretária de saúde, quando assumiu, afirmou que o Estado conta com mais de 60 mil pessoas em fila à espera de procedimento. Precisamos saber onde está o gargalo disso. Existe um ‘piscinão’ no Hospital Geral de Fortaleza (HGF) há muito tempo”, apontou.

Sargento Reginauro adiantou ainda que vai apresentar um requerimento solicitando um relatório do Executivo com os índices do Estado de quando o governador Elmano Freitas assumiu. “Precisamos saber como Camilo Santana deixou o Governo para Elmano. Sabemos que o atual governador assume uma herança de um dos piores índices de criminalidade e saúde e, até onde sei, nenhum deputado teve acesso ainda aos índices”, disse.

O deputado destacou também que pretende fazer uma oposição crítica, dialogada e consciente. "Estamos à disposição dos empreendedores, famílias do campo, áreas da saúde, segurança e todos os segmentos da população”, frisou.

Em aparte, os deputados Carmelo Neto (PL) e Antônio Henrique (PDT) desejaram sucesso no novo mandato. 

O deputado De Assis Diniz (PT) explicou que o governador Elmano vai fazer um mandato aberto ao diálogo e, com certeza, apresentar alternativas para as filas de procedimentos. 

Edição: AdrianaThomasi

 
 

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