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Deputada governista reage após colega bater em mesa durante bate-boca no Congresso: 'Já fizeram isso com o Lira?'; vídeo

Por Luísa Marzullo — Rio de Janeiro O GLOBO

 

 

 

A deputada federal Celina Leão (PP-DF) reagiu a uma atitude do seu colega de casa, o petista Reginaldo Lopes (PT-MG), que deu tapas na mesa e bateu boca com a parlamentar. Após o gesto, Celina disparou: "Ninguém vai me desrespeitar". O momento de intimidação ocorreu durante sessão em uma comissão que votava a PEC Eleitoral, que amplia auxílios a três meses da eleição. A deputada promete levar o caso ao Conselho de Ética e processar o deputado na Justiça.

 

As imagens da Câmara captaram o momento em que Lopes bate na mesa de Celina, que se levanta e o questiona. Nas redes, o trecho viralizou.

— Ninguém vai me desrespeitar. Quero saber se vocês já fizeram isso com o presidente (Arthur) Lira, ou com o presidente de outra comissão? — disse, Celina.

No Twitter, a parlamentar deu continuidade à discussão da violência política com mulheres e cutucou a oposição: "Era para ser mais uma postagem de uma ótima notícia para todos os brasileiros, entretanto a esquerda demonstra mais uma vez a sua falta de respeito, principalmente às mulheres".

 

Em outro tuíte, Celina reforçou: "Ninguém vai ganhar comigo no grito. Responderei à altura. Ninguém vai me desrespeitar". Nos Stories do

Em outro tuíte, Celina reforçou: "Ninguém vai ganhar comigo no grito. Responderei à altura. Ninguém vai me desrespeitar". Nos Stories do Instagram, ela agradeceu pela solidariedade dos colegas de bancada e falou sobre a repercussão do caso.

— Acho muito importante realmente a gente reconhecer que não há ideologia quando se trata de violência política contra as mulheres. Temos que ganhar na base do diálogo, não na gritaria — afirmou .

Devido às discussões, a comissão especial da PEC adiou a votação do texto e a expectativa é que ocorra nesta quinta-feira. A PEC Eleitoral prevê o reconhecimento do estado de emergência em 2022 e um pacote de R$ 41,25 bilhões em auxílios fora do teto de gastos a três meses das eleições. Entre eles, um auxílio de mil reais aos caminhoneiros, o vale-gás de R$ 120 a cada dois meses e o aumento da quantia mensal do Auxílio Brasil para ao menos R$ 600. A oposição considera a medida como eleitoreira, como forma de garantir a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).

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