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Renato Roseno cobra Governo sobre reajuste dos servidores estaduais

Deputado Renato RosenoDeputado Renato RosenoFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Renato Roseno (Psol) cobrou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (23/05), o reajuste salarial dos servidores públicos do Estado para 2019. De acordo com o parlamentar, o governador Camilo Santana viola a Constituição Estadual, que estabelece o dia 1º de janeiro como a data base para o reajuste dos servidores.

“Durante o governo Camilo já há uma perda salarial na ordem de 20% dos servidores cearenses, o que contradiz o discurso de saúde fiscal dessa gestão”, apontou Renato Roseno. Ele ressalta que milhares de professores do Estado, empregados de empresas públicas, policiais civis e militares e outras categorias estão à espera do reajuste e cobram a reposição dos seus salários.

“O governador Camilo se orgulha em dizer que o Ceará é campeão em investimentos, mas um dos principais investimentos que se pode fazer é melhorar a capacidade remuneratória do Estado”, salientou o deputado.

Renato Roseno acrescentou que os servidores públicos constituem uma categoria fundamental, não só pela prestação de serviços públicos, mas também por internalizarem a renda pública em todo o Estado.

Em aparte, o deputado Acrísio Sena (PT) sugeriu que o colega apresentasse os estados da Federação Brasileira que praticaram revisão salarial neste ano. “Se for respondido isso, podemos nos cobrar e cobrar do governador para fazer algo que fugiria da dinâmica nacional”, comentou.

O deputado Osmar Baquit (PDT) destacou que o Ceará é o primeiro Estado em transparência, educação e investimentos públicos, e que mesmo sendo pobre, conta com grandes conquistas. “É um Estado que faz investimentos, que contrata profissionais, mas não há mágica para fazer tudo”, ponderou.

Já o deputado Soldado Noelio (Pros) manifestou incômodo com a postura de alguns parlamentares da Casa. “Vemos comportamentos e posturas diferentes de alguns deputados em relação a temas parecidos quando envolvem o Governo Federal e o Governo do Estado. Isso gera revolta na população, que percebe a incoerência do discurso”, criticou.
RG/LF

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