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Osmar Baquit é contra alteração do Estatuto do Desarmamento

Dep. Osmar Baquit ( PDT )Dep. Osmar Baquit ( PDT )foto: Junior Pio

 
O deputado Osmar Baquit (PDT) disse, no primeiro expediente da sessão plenária desta quinta-feira (14/03), ser contra o decreto do presidente Jair Bolsonaro, sugerindo alteração no Estatuto do Desarmamento.

A principal alteração consiste na flexibilização da posse de armas de fogo no País. “Sou contra essa cultura armamentista. Sabemos que 95% da população não sabe manusear uma arma de fogo e vai acabar reagindo nas mais diversas situações”, avaliou.

Osmar Baquit defende o desarmamento como o melhor combate à criminalidade. “Nós não fabricamos armas aqui, portanto, precisamos de um controle maior nas nossas fronteiras, apreender essas armas, prender os bandidos e quem as trafica”, sugeriu.

O deputado reiterou que não acredita no armamento da população como solução para a violência e sim em políticas públicas. “Combate não se faz com armas. Se faz com educação, geração de emprego, políticas públicas sociais, com a própria Igreja que faz um brilhante trabalho de prevenção e recuperação de pessoas”, apontou.

Em aparte, o deputado Vitor Valim (Pros) afirmou que não prega que a população ande armada, mas que tenha o direito de possuir uma arma em casa. “A posse é diferente do porte de armas. Por exemplo, sou a favor do homem do campo possuir uma arma em sua propriedade, pois a maioria está desprotegida”, exemplificou.

Para o deputado Manoel Duca (PDT), não há possibilidades de a polícia desarmar o bandido, uma vez que “bandido não tem endereço e nem carro próprio”,  e sim o cidadão. “O caso que aconteceu na escola de São Paulo poderia ter sido evitado se o vigia possuísse arma ou preparação para desarmar. Mas, claro que para ter arma, o cidadão deve comprovar que sabe manusear e possui condições psicológicas para isso. Continuar com o bandido armado e o cidadão desarmado é que não dá”, afirmou.

LA/AT

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