Como controlar as finanças e evitar o superendividamento

O agravamento da crise da crise econômica fez a procura pelos serviços do programa de apoio e ao núcleo de tratamento do superendividamento da Fundação Procon SP crescer 400% desde julho do ano passado.
Cunha pretende revelar o preço do PMDB de Temer para apoiar Dilma nas eleições
Faltavam 16 dias para o segundo turno das eleições de 2014 quandoEduardo Cunha enviou uma mensagem, em tom de ordem, ao presidente da OAS, Léo Pinheiro. “Vê Henrique seg turno”, escreveu o então líder do PMDB, em 10 de outubro, pedindo ajuda financeira para a reta final da campanha do aliado Henrique Eduardo Alves ao governo do Rio Grande do Norte. Como o dinheiro demorava a cair, Cunha ficou impaciente. “Amigo, a eleição é semana que vem, preciso que veja urgente”, escreveu, três dias depois. “Tem de encontrar uma solução, senão todo esforço será em vão”, insistiu, dali a dois dias. Pinheiro respondia sempre que estava com dificuldades para levantar novos recursos. Cunha, habilidoso negociador, decidiu resolver o problema por conta própria. Providenciou com dirigentes da Odebrecht uma transferência eletrônica de R$ 4 milhões da empreiteira para o comitê nacional do partido em 23 de outubro. Naquele dia, um cheque do mesmo valor saiu da cúpula da sigla para o diretório do PMDB-RN e, ao longo da semana, todos os R$ 4 milhões chegaram à conta da campanha de Alves.
Os mendigos da Venezuela - ISTOÉ

É possível tirar pelo menos uma conclusão a respeito do lamentável momento histórico que atravessa a Venezuela: não há concessão possível a Nicolás Maduro, o ditador que comanda uma política sistemática de aniquilamento da oposição, de supressão dos direitos individuais, da liberdade de expressão, do desrespeito às instituições e que mantém o país sufocado e paralisado por uma grave crise humanitária . “O povo venezuelano está morrendo de fome e de doenças”, sintetiza a psicóloga social venezuelana Yorelis Acosta, da Universidade Central da Venezuela.
Os partidos são casas de negócios - ISTOÉ

Primeira mulher no Superior Tribunal de Justiça e famosa por acusar a existência de “bandidos de toga” quando ocupou por dois anos o cargo de corregedora nacional do Conselho Nacional de Justiça, a ex-ministra Eliana Calmon, 71 está aposentada do serviço público há cerca de mil dias, mas segue disparando críticas ao sistema político e ao Judiciário. Em entrevista exclusiva à ISTOÉ, a advogada diz que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, é “o pai do desmonte do CNJ” e o acusa de apoiar o “inoportuno” reajuste salarial de magistrados para “ficar bem com o Poder Judiciário”.
Delação à vista - Eliane Cantanhêde
Cunha emergiu em 1989, surfando no velho PRN e na campanha de Fernando Collor de Mello. Eleito Collor, foi presidente da Telerj, onde foi acusado de... fraudes em licitações e contratos. Já no também velho PPB, foi subsecretário de Habitação do Rio e depois presidente da Companhia Estadual de Habitação (Cehab) no governo Anthony Garotinho, onde também foi acusado de... fraudes em licitações e contratos.
STF define tese sobre fixação de anuidade por conselhos profissionais
“É inconstitucional, por ofensa ao princípio da legalidade tributária, lei que delega aos conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas a competência de fixar ou majorar, sem parâmetro legal, o valor das contribuições de interesse das categorias profissionais e econômicas, usualmente cobradas sob o título de anuidades, vedada, ademais, a atualização desse valor pelos conselhos em percentual superior aos índices legalmente previstos.”

