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‘Essa crise é muito preocupante para a Segurança’, adverte autor do Mapa da Violência

O sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz adverte que a crise econômica é muito preocupante para a Segurança - Hans von Manteuffel/17-7-2013

BRASÍLIA — Os problemas financeiros dos estados levarão a um aumento da criminalidade, adverte o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, autor do Mapa da Violência no país, desde 1998, e coordenador de estudos sobre Segurança Pública da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso). Segundo o sociólogo, em geral, o crime contra a propriedade, como roubos e furtos, tende a aumentar com as crises econômicas.

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Açaí, a fruta púrpura do Norte

por Ana Paula Boni

De Belém

Nascido e criado na Ilha do Combu (PA), Anderson Nascimento da Silva tem 31 anos e cata açaí desde os 7. Corpos leves são melhores para o serviço, pois num dia de trabalho é preciso subir e descer o açaizeiro umas 25 vezes. O catador amarra no próprio pé um laço de folha de açaí (a pecônia) e sai pulando ao longo do tronco com o apoio das mãos. Tudo no intervalo das 6h às 9h, segundo Anderson, antes que o sol esquente e oxide os frutos. Às 9h os termômetros já chegam aos 30°C em cidades do Pará, Estado que responde por cerca de 80% da produção do País.

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Tasso Jereissati: “Ciro não está bem”

Tasso

O senador Tasso Jereissati (PSDB) repercutiu crítica do ex-governador Ciro Gomes (PDT), que o chamou de “picareta”. Questionado sobre o que teria motivado a declaração, o tucano respondeu: “Não faço ideia. Eu acho que ele não está bem”. Para Tasso, “se ele estivesse bem, não teria falado isso”. Ex-aliado do senador, Ciro foi apoiado por ele em 1991, quando disputou o Governo do Estado. Posteriormente, em 2006, o tucano apoiou informalmente seu irmão, Cid Gomes (PDT) ao mesmo cargo, rompendo posteriormente.

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Retrato do populismo petista - O ESTADO DE SP

A constatação da existência de irregularidades no pagamento do Bolsa Família a cerca de 1,1 milhão de famílias – o equivalente a 8% dos quase 14 milhões de famílias inscritas no programa – levou o governo a cancelar 469 mil benefícios e bloquear – até que as objeções levantadas sejam esclarecidas, num prazo de três meses – o saque de outras 654 mil contas em todo o País. Explicou o ministro Osmar Terra, do Desenvolvimento Social e Agrário, que não se trata de “corte ou economia de recursos, mas do necessário controle de gastos”. E acrescentou: “O objetivo é separar o joio do trigo. Quem realmente precisa vai continuar recebendo o benefício”.

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A Lava Jato e a economia - O ESTADO DE SP

Como deixou esclarecido acima de qualquer dúvida o juiz Sergio Moro na entrevista exclusiva ao Estado já comentada neste espaço, em nome da preservação dos fundamentos do sistema democrático é preciso saber valorizar e distinguir as indispensáveis ações de combate à corrupção de que a Operação Lava Jato tem sido magnífico e meritório exemplo das generalizações sobre doações eleitorais de pessoas jurídicas que ainda eram permitidas há pouco mais de um ano. Essas doações, por mais que possam ter sido nocivas do ponto de vista ético, nem sempre constituíram crime.

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Reconstrução de uma nação arrasada

Corrupção, protagonismo excessivo, reformas e desenvolvimento – embora pareça contraditório, esse é o retrato do momento brasileiro. Luta-se contra a corrupção, há excesso de protagonismo das autoridades – apesar de idôneas – no seu combate, as reformas são necessárias, mas atingem interesses burocráticos, políticos e de grupos, e o desenvolvimento só se fará se o País voltar a ter paz para que o governo, com corretas sinalizações, venha a implementá-las.

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