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De olho em 2022, João Doria tem entre seus desafios aplacar taxa de rejeição

Silvia Amorim / O GLOBO

 

SÃO PAULO -Apesar da reeleição do prefeito Bruno Covas (PSDB) em São Paulo e do aumento de municípios conquistados pelo PSDB no estado, o governador João Doria (PSDB) terá que se reconciliar com o eleitor paulista se quiser ter sucesso numa candidatura à Presidência em 2022. A rejeição ao tucano não se restringe à capital. Aliados sugerem que ele comece o processo de quebra de resistência participando mais da política estadual — reunindo-se com prefeitos, por exemplo.

 

A declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de que Doria precisa se “nacionalizar” para ter chances em 2022, um dia após o segundo turno, recolocou a bola no chão, quando aliados do governador ainda estavam na ressaca eleitoral. FH abordou, entretanto, apenas uma parte dos desafios que se anunciam para um projeto presidencial de Doria.

 

 

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