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Brasil contabiliza média diária de 1.097 mortes por covid-19

Nos últimos sete dias, o Brasil contabilizou uma média diária de 1.097 mortes por covid-19 - índice recorde desde o início da pandemia. Foram mais de 1,1 mil novas mortes pelo quinto dia consecutivo. O País registrou neste sábado, 25, 1.111 mortes e 48.234 novas infecções de coronavírus nas últimas 24 horas, segundo dados do levantamento realizado pelo EstadãoG1, O Globo, Extra, Folha e UOL com as secretarias estaduais de Saúde.

 

O balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado neste sábado, mostra ainda que 1.617.480 pessoas já se recuperaram do coronavírus em todo o País. No total, 86.496 vidas já foram perdidas por causa da covid-19 2.396.434 pessoas foram infectadas. 

Ao divulgar os dados da pandemia, o Estadão calcula uma média móvel de ocorrências, levando em consideração sempre os dados dos sete dias anteriores. A média resulta da soma de mortes dos últimos sete dias e da divisão do resultado por sete. Assim, os dados divulgados diariamente sempre incluem todos os dias da semana (de domingo a sábado, de segunda a domingo e assim por diante). Com os números de deste sábado, o Brasil já está há seis semanas consecutivas com uma média móvel diária de mortes acima de mil.

Essa forma de acompanhar a evolução da pandemia dilui as oscilações bruscas provocadas pelo represamento dos dados em feriados e fins de semana, por exemplo. Aos domingos, os números absolutos de casos e mortes costumam ser menores, por atrasos nos registros das informações. Nos dias seguintes, esse atraso é compensado, o que acaba inflando os dados em dias úteis. A média móvel compensa essas variações.

O Brasil é a segunda nação do mundo com maior número de casos e mortes por covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que tem 4,1 milhões de infecções confirmadas e 146,1 mil óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. 

Consórcio de veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia. E se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais.

O Ministério da Saúde informou, no início da noite, que o Brasil contabilizou 1.211 óbitos e mais 51.147​ pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Com isso, segundo a Pasta, no total são 86.449 mortes e 2.394.513 casos confirmados pelo coronavírus. O número é diferente do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

Essa forma de acompanhar a evolução da pandemia dilui as oscilações bruscas provocadas pelo represamento dos dados em feriados e fins de semana, por exemplo. Aos domingos, os números absolutos de casos e mortes costumam ser menores, por atrasos nos registros das informações. Nos dias seguintes, esse atraso é compensado, o que acaba inflando os dados em dias úteis. A média móvel compensa essas variações.

O Brasil é a segunda nação do mundo com maior número de casos e mortes por covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que tem 4,1 milhões de infecções confirmadas e 146,1 mil óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins. 

Consórcio de veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia. E se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais.

O Ministério da Saúde informou, no início da noite, que o Brasil contabilizou 1.211 óbitos e mais 51.147​ pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Com isso, segundo a Pasta, no total são 86.449 mortes e 2.394.513 casos confirmados pelo coronavírus. O número é diferente do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

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