Senadora usa ‘parábola’ da traição no sofá para defender Moro
"Naqueles diálogos, ainda que verdadeiros, não tem nada demais", diz senadora (Andréa Lobo/Gcom-MT/Divulgação)
Do repórter de Veja, Hugo Marques
Conhecida pelo apelido de “Moro de Saias”, a senadora Selma Arruda (PSL-MT), que era juíza antes de entrar para a política – e teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral por caixa dois, decisão da qual recorre –, defendeu de um modo bastante particular o ministro Sergio Moro das acusações de parcialidade na Lava-Jato
“Essa questão para mim é você pegar sua mulher te traindo no sofá e botar a culpa no sofá. Nessa tentativa de desmoralizar (a Lava-Jato), você está esquecendo que o verdadeiro criminoso é quem hackeou (o ministro)”, diz a senadora.
Selma diz que, nos tempos de juíza, também costumava debater operações antecipadamente com promotores do Ministério Público. “Naqueles diálogos, ainda que verdadeiros, não tem nada demais, o que tem é uma tentativa de desmoralizar o pessoal da Lava-Jato”.
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