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Ex-tesoureiro do PT confessa a Moro dinheiro não contabilizado nas campanhas

Paulo Ferreira. Foto: Sergio Castro/AE

Paulo Ferreira. Foto: Sergio Castro/AE

O ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira confessou ao juiz federal Sérgio Moro nesta quarta-feira, 14, que o PT – e os outros partidos políticos – trabalha com recursos não contabilizados. Réu da Operação Lava Jato, preso desde 23 de junho, Ferreira foi interrogado na Justiça Federal em Curitiba. Ele disse que ‘negar informalidades nos processos eleitorais brasileiros de todos os partidos é negar o óbvio’.

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Museu do Trabalho foi ‘encomenda’ de Lula, disse arquiteto

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No pedido à Justiça Federal para deflagração da Operação Hefesta – investigação sobre supostos desvios de R$ 7,9 milhões das obras do Museu do Trabalho e do Trabalhador, em São Bernardo do Campo -, a Procuradoria da República reproduziu entrevista do arquiteto Marcelo Ferraz, sócio da Brasil Arquitetura, em 2011, na qual ele afirmou que o empreendimento foi uma ‘encomenda’ do ex-presidente Lula.

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Decisão sobre tramitação de impeachment cabe à presidente do STF, diz Marco Aurélio

BRASÍLIA – Depois de o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pedir que o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decida sobre a tramitação do processo de impeachment do presidente Michel Temer (PMDB), o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, afirmou que desde 16 de maio está pronto para proferir o voto no caso. Marco Aurélio, no entanto, ressaltou que cabe à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, definir a data de julgamento.

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Teori devolve a Janot denúncia contra Renan na Lava Jato

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Atualizado às 15h31

O procurador-geral da República Rodrigo Janot não esperou a conclusão do inquérito da Polícia Federal em Brasília para denunciar nesta segunda-feira, 12, o presidente do Congresso Renan Calheiros (PMDB-AL) por corrupção e lavagem de dinheiro no esquema de corrupção na Petrobrás revelado pela Lava Jato. Diante disso, o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, devolveu a denúncia a Janot para que ele complemente com as informações da investigação policial.

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Delator de Temer cita “ligações telefônicas” como prova

Sinais Particulares: Temer e Janot. Ilustração: Kleber Sales

Sinais Particulares: Temer e Janot. Ilustração: Kleber Sales

O Planalto está apreensivo com um ponto do anexo de delação do ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo. No capítulo em que narra suposto pedido de dinheiro pelo presidente Michel Temer e a entrega de valores no escritório de José Yunes, assessor da Presidência, Melo diz que seu relato acompanha “elementos relevantes” de prova, como “ligações telefônicas”. Ressalta que “os dados de corroboração são fortes e permitem que a investigação vá bem além daquilo que o simples acesso ao sistema (de pagamentos) da empreiteira pode permitir”.


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Marcelo Odebrecht confirma à Lava Jato versão de delator sobre Temer

Ex-presidente e herdeiro do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht confirmou à Lava Jato a versão do ex-executivo da empreiteira Cláudio Melo Filho sobre pagamento de R$ 10 milhões ao PMDB feito a pedido do presidente Michel TemerSegundo a Folha apurou, Marcelo, que fechou acordo de delação premiada, depôs por pouco mais de três horas na segunda (12) em Curitiba. De acordo com procuradores, as oitivas seguiram terça (13) e devem durar ao menos três dias.

Marcelo respaldou o episódio do jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, com a presença de Temer, então vice-presidente, e do hoje ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, no qual, segundo os delatores, foi acertado o pagamento de R$ 10 milhões para a campanha peemedebista.

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Gilmar Mendes não descarta possibilidade de anular delações vazadas

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes disse nesta terça-feira (13/12) que a corte precisa discutir o vazamento dos acordos de delação premiada de investigados na operação "lava jato". De acordo com ele, não é possível descartar a possibilidade de anulação das delações, que têm sido divulgadas pela imprensa antes da homologação pelo Supremo.

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Polícia Federal indicia Lula, Palocci e outras cinco pessoas na Lava Jato

A Polícia Federal (PF) decidiu indiciar o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, a ex-primeira-dama Marisa Letícia e outras quatro pessoas, na Operação Lava Jato.  O ex-presidente foi indiciado pelo crime de corrupção passiva, enquanto todas as demais pessoas citadas foram indiciadas por lavagem de dinheiro.

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‘O sr. respeite o juízo!’, ordena Moro a advogado de Lula

Sérgio Moro. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Sérgio Moro. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, irritou-se nesta segunda-feira, 12, durante audiência do processo penal contra o ex-presidente Lula por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do apartamento triplex do Guarujá. Durante o depoimento de Mariuza Aparecida Marques, funcionária da empreiteira OAS encarregada pela supervisão do prédio do Guarujá, o magistrado e um dos defensores de Lula, advogado Juarez Cirino dos Santos, entraram em atrito.

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